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A voz do Pastor Dom Jaime Spengler
pascom@arquipoa.com

A voz do Pastor

Coluna publicada em 10/09/2015

Pastoral da Sobriedade

A Igreja demonstra solicitude com as questões sociais. Por isso, ao longo do tempo, foram se desenvolvendo serviços para atender categorias de pessoas e situações específicas da realidade social. Tais serviços são expressão da fé que anima as distintas comunidades.

Os serviços desenvolvidos querem ser expressão da necessária sintonia existente entre fé e vida, oração e ação. Representam uma contribuição válida para, a partir do Evangelho de Jesus Cristo e da tradição da Igreja, cooperar na transformação social.

Existe na Igreja uma verdadeira rede de serviços prestados aos mais fragilizados. São iniciativas marcadas por pouca visibilidade ou publicidade, mas que atingem parcelas da sociedade por vezes não reconhecidas, promovidas, protegidas, cuidadas, amparadas por essa mesma sociedade. Há uma multidão de mulheres e homens de boa vontade, que acreditam no valor da vida humana, desde a sua concepção até o seu ocaso natural, e que se empenham por favorecer melhores condições de subsistência, especialmente para aqueles que a sociedade considera “sobras e resíduos”.

Entre as sobras e resíduos de hoje, ocupam lugar de destaque os dependentes químicos. Há setores da sociedade que, infelizmente, promovem a dependência química, especialmente entre adolescentes e jovens – mas não só! Tal realidade representa uma tragédia social. Hoje, a dependência química representa um dos grandes problemas de saúde pública e de segurança no Brasil.

A dependência química tolhe o sempre necessário equilíbrio psíquico e espiritual, físico e social. Quando a sobriedade cede lugar à dependência, surgem expressões de dor e sofrimento para o indivíduo e para as pessoas com as quais convive. Os exemplos próximos ou distantes falam por si só.

Tendo presente tal realidade, a Igreja buscou responder ao desafio: a Igreja, que quer atuar – e é o seu próprio dever – na sociedade como fermento evangélico, está e continuará sempre junto dos que enfrentam com responsável dedicação a praga social da droga e do alcoolismo, para encorajá-los com a palavra e a graça de Cristo. A droga é um mal e ao mal não se dá trégua (João Paulo II). Surgiu, assim, a Pastoral da Sobriedade, hoje presente em inúmeras comunidades.

Essa Pastoral quer ser uma ação concreta na prevenção e na recuperação da dependência química. Ela atua em cinco frentes de trabalho: prevenção, recuperação, reinserção familiar e social e atuação política. Deseja-se assim promover, com olhar solidário, a recuperação do dependente químico e seus familiares em parceria com entidades governamentais e não governamentais, fazendo acolhimento, orientação e encaminhamento antes, durante e após o necessário tratamento.

A Pastoral da Sobriedade busca implantar grupos de autoajuda visando ao desenvolvimento de ações na prevenção da dependência química, no trabalho junto a quem já fez uso ocasional, sem, no entanto, ter-se tornado dependente, e na recuperação do dependente químico e sua reinserção familiar e social.

No trabalho de recuperação do dependente, está presente uma ação conjunta entre quem cuida, quem é cuidado e as pessoas próximas do depentendente. Além disso, faz-se necessário atentar ao ser humano na sua integralidade física, psíquica e espiritual. Sendo uma pastoral da Igreja, está presente a convicção de que não basta a necessária atuação de profissionais da saúde para auxiliar o dependente; urge também cuidar das relações familiares do indivíduo, além da dimensão religiosa com sua carga simbólica no processo de recuperação à pessoa em questão.

Esta Pastoral nos recorda que a sobriedade é uma maneira de viver em equilíbrio, e que ela é fundamental para todas as pessoas e todas as categorias sociais.

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