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De Olho na tevê Carlos Pires de Miranda
carlos@piresdemiranda.com.br

De Olho na tevê

Coluna publicada em 09/09/2015

Antes que seja tarde

Excluída aquela enganadora goleada sobre o pobre Vasco da Gama, temos que o Inter tomou três gols do Avaí e dois dos reservas do São Paulo, sem marcar nenhum. Posso me enganar, mas parece indubitável que se descredenciou a um bom posicionamento no Brasileirão, o que significa manter-se entre oitavo e 12º lugares na tabela. Para mim, o divisor de águas seria o Grenal. Aí chegou Argel, ganhou aqui, ali e os colorados se entusiasmaram de novo. Agora, chega: penso que resta focar na Copa do Brasil, que é uma meta viável, poupar-se e apenas treinar no Brasileiro. A começar hoje (19h30min), um ensaio-geral, precisamente contra o Palmeiras.

Decisão antecipada

Sempre haverá tempo, em mais 14 rodadas, para uma reação. Mas esse jogo de hoje contra o Corinthians é, sim, uma decisão para o Grêmio. O time precisa investir contra o favoritismo do rival, fazer uma partida de superação e vencer suas próprias carências – ou jogar 60 minutos com um homem a mais e suar para fazer 2 a 1 no Goiás, em plena Arena, é para entusiasmar? A chance gremista aumenta se souber aproveitar que o adversário não terá três defensores e dois volantes titulares. Daí, contra-ataques rápidos e bolas levantadas na área podem ser caminhos para o gol. E para arranhar a liderança.

Não me representa

Nossa seleção, recheada de jogadores que jogam no exterior, só enfrenta times fracos ou medianos que patrocinadores escolhem, obtém magros resultados e não entusiasma. Seu calendário de jogos não respeita o do futebol brasileiro e atrapalha demais os clubes, em meio à nossa principal competição. Quando o jogo é para valer, dá vexame: na Copa América foi assim – e olhem que nem estou falando de Alemanha e Holanda, no mundial do ano passado. Em síntese, a ver esses amistosos vazios da seleção, prefiro assistir aos jogos do Brasileirão.

Patético mineiro

Graças a seu presidente, o Atlético-MG vem sendo chamado de Patético, tamanha sua fixação nas arbitragens e a pequenez de achar que há um complô de árbitros contra seu time para favorecer a Corinthians, Grêmio e a quem mais estiver ameaçando sua liderança no Brasileirão. Engraçado é que, em 2013, esse presidente Kalil pegava carona no jatinho com o pessoal da CBF e seu time foi campeão da Libertadores, depois que o Boca e seu árbitro eliminaram o Corinthians. Alguém vai contestar o título do Galo por causa disso?

Sem bons gramados, não há futebol

A melhor notícia dos últimos tempos: os gramados dos 40 clubes das séries A e B do Brasileiro serão padronizados. Mesmas medidas – o enorme campo do Serra Dourada, por exemplo, terá de encolher –, idênticas marcações e, o fundamental, a mesma qualidade do piso e da grama. Espremidas entre denúncias de corrupção e malversação de recursos, a CBF vai custear tudo, com dinheiro da Fifa. Aqui no Rio Grande, Juventude e Brasil têm chances de ganhar novos gramados, se subirem à série B. Inter e Grêmio agradecem, já têm o que precisam.

Um tema para avaliação

Já não temos nossos melhores jogadores pelo tempo que desejaríamos vê-los em campo – muito cedo se transferem para Europa, Ásia ou aonde houver dinheiro à espera. Pior: enquanto ainda estão no Brasil, frequentemente cumprem suspensões por receberem o terceiro cartão amarelo. Perde o clube que investe no jogador, perde o público que deixa de assistir um melhor futebol e o valor pedagógico dessa punição, penso, é quase nulo. Não seria inteligente aplicar uma multa após o terceiro, e somente após cinco, seis cartões, suspender por um jogo?

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