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Indústria Alimentícia Notícia da edição impressa de 08/09/2015

Florestal Alimentos passa a produzir as balas Juquinha

Depois de um tempo fora do mercado, empresa carioca que adquiriu a marca terceiriza produção com a fábrica de Lajeado

Guilherme Daroit

ANDRÉ NETTO/ARQUIVO/JC
Parque da companhia gaúcha fabrica 700 milhões de doces por mês
Parque da companhia gaúcha fabrica 700 milhões de doces por mês

Não demorou muito para que a comoção nacional em torno do desaparecimento das balas Juquinha tivesse um final - e, melhor ainda -, feliz. Fora do mercado desde março, a guloseima começa a retornar, aos poucos, às vitrines das lojas de doces do País. Dessa vez, porém, com um toque gaúcho: a produção está sendo toda feita em Lajeado, na Florestal Alimentos, contratada pelo novo proprietário da marca, o empresário carioca Antonio Tanque.

“Não quis produzir porque não sei nada de fábrica”, brinca Tanque, que é dono de uma distribuidora de doces na cidade do Rio de Janeiro. Graças a seu mais antigo negócio, aliás, que o empresário chegou à Florestal, já que é cliente da empresa gaúcha há muitos anos. “Sabíamos que, em termos de produção, estaríamos bem aparados, porque a Florestal é muito capacitada, com controle de qualidade muito rígido”, continua Tanque, que negociava com uma indústria de Araras (SP) antes de fechar o acordo com os gaúchos.

Pelo contrato, a indústria de Lajeado se comprometeu a entregar 280 toneladas de balas Juquinha de tutti-frutti por seis meses. Após quase dois meses de desenvolvimento e alterações em equipamentos, a primeira fornada ficou pronta em 12 de agosto, e, 10 dias depois, a primeira carga, de 28 toneladas, foi embarcada rumo ao Rio de Janeiro, toda ela posta no caminhão já vendida, assim como o segundo lote, embarcado no fim de agosto. Em função da demanda, o tempo de produção foi encurtado e, agora, a parceria se expandiu.

Pelo novo acordo, Tanque seguirá com a distribuição dos produtos no Rio de Janeiro e no Espírito Santo. Nos outros estados e, possivelmente, outros países, a etapa ficará sob responsabilidade da própria Florestal, mediante pagamento de royalties ao empresário carioca. “Estamos trabalhando para que a parceria dure muito mais tempo”, afirma Adriano Orso, gerente de marketing da companhia lajeadense, cuja produção de 700 milhões de doces por mês a coloca entre as cinco maiores do Brasil.

Ainda que já trabalhasse com produtos terceirizados, principalmente em casos de marcas próprias de redes varejistas ou mesmo para brindes, um acordo desse tipo é inédito para a Florestal. Afinal de contas, ao produzir a Juquinha, vai ser concorrente dela mesma, o que não parece assustar. “Concorrerá com nossos produtos, sim, mas, de qualquer forma, a Juquinha tem um posicionamento um pouco diferente, com um valor um pouco superior”, projeta Orso.

Até fevereiro, as balas eram produzidas em Santo André (SP) pelo antigo dono da Juquinha, Giulio Sofio. Como ainda havia estoque, porém, a bala só deixou de ser entregue em março, mesmo mês no qual Tanque iniciou a negociação de compra da marca e, principalmente, da fórmula da Juquinha. “É uma bala que tem qualidade, se diferencia das outras. Você não consegue comer só uma”, justifica o empresário sobre a sua aposta comercial, ressaltando, ainda, a mídia espontânea causada pelo fim do produto como avalista do potencial da marca, criada em 1945, junto ao público.

A ideia de Tanque é atingir, em algum momento, as 600 toneladas por mês, quantidade produzida no auge da Juquinha. “Sempre tive certeza de que, na pior das hipóteses, pelo menos no Rio de Janeiro e no Sudeste ela ia ser um sucesso, porque é muito conhecida aqui”, argumenta Tanque. Nessa nova fase, algumas mudanças foram feitas, como a atualização do desenho de um garoto que sempre caracterizou o produto que, agora, ganhou um corpo completo e um visual de atleta, praticando esportes.

Embora tenha penetração nacional – o último pedido entregue pelo antigo dono foi feito em Belém (PA), e um dos primeiros atendidos por Tanque veio de Manaus (AM) – um dos desafios é tornar a marca conhecida, também, na sua nova terra. “Como a fábrica agora é gaúcha, vamos fazer um trabalho para ela ser conhecida aqui também”, garante Tanque. Segundo Orso, porém, os planos ainda não são claros. “Não temos datas ainda porque vamos começar por São Paulo e entorno, para só depois levar aos outros estados. Não decidimos ainda se o próximo passo é o Sul ou o Nordeste”, conta o gerente da Florestal.

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