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SEGURANÇA Notícia da edição impressa de 04/09/2015

Dois ônibus e uma lotação são incendiados em Porto Alegre

Estado registra dez mortes em 12 horas, sete delas em Porto Alegre
ITAMAR AGUIAR/AGÊNCIA FREELANCER/JC
Ação da Brigada Militar no Morro Santa Tereza, que resultou em reação, será investigada
Ação da Brigada Militar no Morro Santa Tereza, que resultou em reação, será investigada

A madrugada e a manhã desta quinta-feira foram agitadas na Capital. Após a morte de um homem durante abordagem de policiais militares no morro Santa Tereza, moradores da localidade, inconformados com a ação dos policiais, atacaram viaturas com paus e pedras. Eles acusaram os soldados da Brigada Militar (BM) de terem atirado no homem já rendido e pelas costas. Os policiais contestaram a versão e afirmam que o homem estava armado e resistiu à prisão. Ele seria olheiro de uma boca de fumo. Uma lotação da linha Menino Deus e dois ônibus da linha 195 – TV foram incendiados no bairro, e a polícia acredita que os incêndios tenham ligação direta com a morte. A circulação de lotações e ônibus chegou a ser suspensa por algumas horas na zona Sul.

Os soldados chegaram a pedir reforço para sair do local. Cerca de 50 homens da Brigada Militar e Polícia Civil, com o auxílio de um helicóptero, entraram em um beco, na rua Dona Maria. Ao menos quatro barricadas com pneus em chamas tiveram de ser apagadas para o resgate dos policiais. A perícia também teve trabalho para examinar o corpo e retirá-lo do local. A vítima é Ronaldo de Lima, cuja idade não foi revelada.

A Região Metropolitana registrou dez homicídios entre a noite de quarta-feira e a manhã desta quinta-feira. Sete das mortes ocorreram na Capital. As polícias militar e civil atuam com efetivo reduzido em protesto ao parcelamento dos salários do servidores estaduais. Todas as mortes registradas foram causadas por disparos de armas de fogo. Além de Porto Alegre, Viamão, Gravataí e São Leopoldo também foram palco de homicídios.

Embora os policiais militares estejam unidos à greve unificada dos servidores, o secretário-geral da Associação dos Servidores de Nível Médio da Brigada Militar (Abamf/RS), Ricardo Agra, afirmou que, em caso de ameaça, os brigadianos não ficarão de braços cruzados. “Pode ser que haja represália contra os PMs. Se isso vier a ocorrer, temos de nos proteger enquanto policiais. Não há como manter o aquartelamento, não vamos arriscar a vida dos nossos”, garante. Como uma guarnição foi atacada, os policiais obtiveram permissão para furar os bloqueios e chegar ao local.

COMENTÁRIOS
Paulo A Gazzana - 04/09/2015 - 10h37
Não há policiamento porque não receberam o salário. A população, no entanto, já pagou os salários, antecipadamente, via tributos. O governo recebeu e não repassou. De quem é a culpa não sei, o que sei é que os contribuintes pagam e não recebem e isso precisa acabar. O Executivo/Legislativo precisam resolver essas questões. Se não sabem ou se não tem coragem, peçam para sair. Pagar mais tributos e continuar assim não é possível. Com a palavra a Assembléia, que, nesses casos, costuma emudecer.


Sergio -
04/09/2015 - 11h41
Muito ruim! Como sair de casa sem certeza de retornar? Os deputados e judiciário com salário garantido sem segurança, saúde, ensino e o pior de tudo sem luz no fim do túnel. Como podemos admitir que seis pessoas em frente ao quartel impeçam a saída do contingente? Imaginem nesse feriadão o que vai acontecer. Se preparem! O Sartori se perdeu quando se candidatou sem plano de governo, promessas que foram esquecidas. Eu votei nele, vou ter que chamar o PROCN, o produto foi entregue com defeito


MARCELO -
04/09/2015 - 14h13
A população precisa saber o que quer, se a policia revidar, coitadinho direitos humanos filmagem, se a policia não age, é que pagos imposto etc, da direitos a marginais e depois reclamam, hoje marginalidade virou emprego, queimam ônibus, protestam, daqui a pouco querem aposentadoria.

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