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De Olho na tevê Carlos Pires de Miranda
carlos@piresdemiranda.com.br

De Olho na tevê

Coluna publicada em 26/08/2015

Cumprindo tabela

A dupla navega serena pelas águas da Copa do Brasil. A rigor, Grêmio e Inter ainda não entraram na competição, têm jogos fáceis amanhã. Talvez não estreiem nem daqui a um mês, quando começarem as quartas de final: outros grandes estão se matando, devem sobrar apenas dois ou três com chance de atravancarem o caminho dos gaúchos até a final. Além desses, Vasco, Ceará, Paysandu e Figueirense são papinha e têm boas chances de eliminarem Flamengo, São Paulo, Fluminense e Atlético-MG. Caminho aberto para a Libertadores, pena que por ele só chega um.

Dias de sossego

Quando o Brasileirão começou, eram frequentes as críticas a Grêmio e Inter. Felipão aguentou pouco - nem teria motivos para, rico como está, ouvir provocações e ver seu time não rendendo em campo. Aguirre superou com calma e diplomacia tudo o que descarregaram sobre ele, mas rendeu-se à vontade do presidente - e saiu a tempo de não pagar o mico do século no Grenal. Hoje, a dupla curte o sossego de ter técnicos jovens e dedicados, que vêm colecionando bons resultados. Mesmo assim, confesso minha descrença em uma recuperação colorada no Brasileiro e desconfio do potencial do elenco gremista - parece que Roger já espremeu o quanto era possível, maiores dificuldades virão.

Argel está no céu

Ele mesmo já deve ter dito em alguma entrevista. Se não, eu afirmo: Argel realiza um sonho ao assumir como treinador do Inter, seu clube de coração. Basta ouvi-lo, com a firmeza costumeira, analisando o elenco, o papel de D'Alessandro - até o tom de voz revela a euforia de quem trabalha onde sempre sonhou. O começo foi auspicioso, o time cumpriu seu papel nos últimos jogos e a tendência é de que a vassoura nova continue varrendo bem por mais um tempo.

Desabando

Ponte Preta, Goiás, Atlético-PR e Sport são times que já frequentaram o G-4 em várias rodadas, até metade do primeiro turno, um pouco mais. Depois, jogo a jogo, o futebol (deles) e o entusiasmo (nosso) foram arrefecendo, os grandes clubes ocuparam as primeiras posições e hoje o Sport é o melhorzinho, se mantém 12 pontos atrás do líder. Ainda podem reagir, mas duvido. Provavelmente está ocorrendo o que foi aqui prognosticado: conseguem fazer um time, mas lá adiante falta grupo para uma competição extensa como é o Brasileirão.

Indestrutível

Parece que Tite é capaz de fazer e refazer times, ao sabor da necessidade. Bem que a direção do Corinthians tentou destruir o grupo que começou a Libertadores como favorito, bem acima dos demais. Atrasou meses de direitos de imagem de seus principais jogadores, perdeu Guerrero, Sheik, Lodeiro, Fábio Santos, Petros e outros nomes importantes do elenco, ainda deve premiações aos que ficaram e não contrata ninguém. Pois o técnico gaúcho soube juntar os cacos, redefiniu funções, aprimorou talentos, a cada um que saía inventava outro para o lugar. Não sei por quanto tempo se aguenta na liderança do Brasileirão, apenas sei que chegou lá graças a Tite e que, se a diretoria permitir, no mínimo fica no G-4.

Pitacos

  • Havia gremista preferindo jogar a Sul-Americana em vez da Copa do Brasil. À exceção de Atlético-PR e Joinville, é uma parceria desconhecida. Tem até um time do Equador chamado Liga de Loja, conhecem?
  • Luxemburgo fraturou um dedo e está com a mão enfaixada. Pode resultar em algo positivo: ficou impossível jogar pôquer assim.
  • Santos, que já teve Pelé, o melhor jogador do mundo em todos os tempos, dá uma ideia de sua atual dimensão: loteou a camiseta com oito patrocínios. Seis valem somente para o jogo de hoje, contra o Corinthians.
  • O recorde que vi na Copa do Brasil foi há uns dez anos: a camiseta do Mixto (MT) parecia uma página de anúncios classificados. Tinha desde dupla sertaneja até um boteco da cidade.
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