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O FUTURO DA TERRA Notícia da edição impressa de 24/08/2015

Uso adequado do solo volta a ser tema de campanhas

Edemar Valdir Streck será homenageado na categoria Preservação Ambiental
JONATHAN HECKLER/JC
Chuvas intensas colocam a erosão no centro do debate, diz Streck
Chuvas intensas colocam a erosão no centro do debate, diz Streck

O ano de 2015 foi instituído pela ONU como Ano Internacional de Conservação do Solo, com o intuito de promover a reflexão sobre as atuais formas de manejo e produção de alimentos. O retorno do fenômeno El Niño, e consequentemente o aumento de chuvas e da erosão, retomou a preocupação de entidades gaúchas a respeito do uso adequado do solo no Estado. "Até pouco tempo, acreditava-se que o plantio direto havia resolvido o problema de erosão no Rio Grande do Sul. Com as chuvas intensas, a erosão ficou em evidência novamente", afirma Edemar Valdir Streck, assistente técnico estadual em Recursos Naturais da Emater/RS. A conclusão resulta de estudos que vêm sendo realizados há algum tempo pela entidade, que atualmente promove campanhas e ações educativas junto aos municípios gaúchos. O trabalho, coordenado por Streck, tem como objetivo melhorar o uso e a produtividade dos solos, contribuindo também para a conservação da água.

De acordo com o técnico, quando realizada corretamente, a semeadura direta aumenta a cobertura por resíduos culturais e diminui a exposição da terra aos processos do erosão. O que tem acontecido, no entanto, é que o sistema de plantio direto não vem sendo implantado de forma correta, o que prejudica a conservação física e química do solo, além de impactar a preservação da água. Um exemplo é o da soja, que tem se expandido por áreas irregulares, como em solos íngremes e arenosos. "Essas regiões ficam mais suscetíveis a degradações, porque o sistema de plantio utilizado nelas é o mesmo usado em solos mais profundos", aponta o técnico.

Diante desse cenário, diversos órgãos vêm atuando a fim de conscientizar outras entidades e os próprios agricultores sobre as vantagens do uso adequado do solo. A região de Santa Rosa, por exemplo, recebe atualmente a "Campanha de uso, manejo e conservação do solo", promovida pela Emater. "Estamos trabalhando em cooperação com a associação dos municípios, cooperativas e sindicatos", explica Streck, que aponta que a iniciativa pode tornar-se referência para outras regiões do Rio Grande do Sul.

Entre as principais soluções difundidas pela campanha está a rotação de culturas. Uma alternativa, por exemplo, seria o plantio de nabo forrageiro nas regiões dominadas por plantações de soja e trigo - a primeira é colhida no mês de março, enquanto o segundo é plantado no mês de junho, o que deixa a terra descoberta por aproximadamente 100 dias. "O nabo tem se mostrado uma excelente cultura para preencher esse período e aumentar a produção de resíduos culturais, além de prolongar o tempo de escoamento da água e de ampliar também a renda dos produtores", analisa Streck. A retomada da semeadura transversal ao declive e a construção de sistemas de terraceamento e de barreiras para a contenção de enxurradas também vêm sendo incentivadas. As medidas contribuem para a retenção de água e de nutrientes no solo.


Veja abaixo a lista dos premiados
do ano e clique nos
links para acessar seus perfis

CADEIAS DE PRODUÇÃO AGRÍCOLA

Empresa Pilecco Nobre

Renato Kreimeier
(Cooperativa Languiru)


TECNOLOGIA RURAL

Empresa Vence Tudo

Telmo Jorge Carneiro Amado (UFSM)

ALTERNATIVAS DE PRODUÇÃO

Flávia Charão Marques (Ufrgs)

PRESERVAÇÃO AMBIENTAL

Edemar Valdir Streck (Emater)

Rodrigo Schoenfeld (Irga)

PRÊMIO ESPECIAL

Claudio Severo Lombardo de Barros (UFSM)

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