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Logística Notícia da edição impressa de 24/08/2015

Trecho gaúcho da Ferrovia Norte-Sul é apresentado na Fiergs

Ministro dos Transportes divulgou traçado a políticos e empresários
FREDY VIEIRA/JC
Zilá defende busca de empresas para construção da ferrovia
Zilá defende busca de empresas para construção da ferrovia

O ministro dos Transportes, Antonio Carlos Rodrigues, apresentou, na sede da Federação da Fiergs, os resultados do Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (Evtea) da Ferrovia Norte-Sul, entre Rio Grande (RS), Chapecó (SC) e Panorama (SP). O trecho gaúcho deverá abranger 30 municípios e terá 833 quilômetros. "A ideia é trabalhar com sistema de concessões e, para isso acontecer, precisamos da sinalização firme e positiva por parte de empresários, gaúchos, catarinenses, paranaenses, de outros estados e estrangeiros também", explicou Rodrigues no evento, que reuniu industriais, deputados estaduais e federais, prefeitos e a senadora Ana Amélia Lemos.

Ao destacar a mobilização da região Sul para implantar a ferrovia, o ministro relatou que, em julho, recebeu uma comitiva de parlamentares, quando firmou compromisso que os resultados do projeto seriam mostrados a todas as bancadas. "Fizemos isso em 12 de agosto. Hoje, estou aqui para discutir o resultado desse importante trabalho. Nunca vi as bancadas dos três estados tão unidas. Parabéns. Isso foi muito importante para que acontecesse", salientou.

O presidente da Fiergs, Heitor José Müller, propôs que as obras se realizem no sentido Sul-Norte, ou seja, comecem pelo Rio Grande do Sul. "Desta maneira, teremos a integração mais rápida da malha ferroviária estadual, beneficiando a produção que se destina ao porto do Rio Grande", argumentou. "Essa ferrovia é uma das mais antigas aspirações do setor de transportes do Estado e mereceu prioridade no estudo Sul Competitivo, realizado em conjunto pelas Federações de Indústrias do Paraná, Santa Catarina e a Fiergs, com o apoio da CNI. Assim, teremos um ganho logístico muito importante para os setores produtivos gaúchos", salientou Müller.

O secretário dos Transportes e Mobilidade, Pedro Westphalen, que representou o governador José Ivo Sartori no evento, também reforçou a proposta: "Que essa ferrovia inicie pelo porto do Rio Grande". O coordenador da bancada gaúcha no Congresso Nacional, Giovani Cherini, lembrou do esforço da Agenda 2020 em apontar soluções para a infraestrutura dos modais de transporte e solução dos gargalos de logística. "Essa área no Rio Grande do Sul está muito atrasada em comparação com outros Estados. Na nossa unidade, na união e no diálogo, quem sabe encontramos o bom caminho para o Rio Grande do Sul", ponderou o parlamentar. O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Edson Brum, avaliou que a construção da rodovia já movimentaria a economia do Estado. Depois de pronta, ainda contribuiria para a exportação de grãos, móveis e outros produtos, diminuindo o valor do frete.

A deputada estadual Zilá Breitenbach, coordenadora da Frente Parlamentar Gaúcha em Defesa da Ferrovia Norte-Sul, observou que o Evtea representa um avanço de projeto, mas não é uma garantia de realização. "O que temos de concreto é uma faixa do traçado que prevê o benefício para muitos municípios e projetos logísticos. Temos condições de avançar para que o projeto saia do papel, começando a buscar as empresas interessadas em realizar a obra", argumentou.

COMENTÁRIOS
Nevile Almeida Przybylski - 24/08/2015 - 12h16
Para que não haja problemas de logística no Porto de Rio Grande, é necessário que seja feita imediatamente a licitação do lote 4 da BR-392, fazendo a ligação em via duplicada até Porto Alegre. Iniciar a Ferrovia Norte-Sul pela cidade marítima sem a definição do lote 4 daquela rodovia, só complicará o traçado da ferrovia e a tornará mais cara.


Sergio -
24/08/2015 - 17h06
A deputada Zilá, deve estar "viajando", deveria estar acompanhado o desenrolar da lava-jato. Todas as empresas de construção pesada estão comprometidas. Ano passado já estavam previstas as paralisações de grandes obras no pais. atualmente quem tem coragem de entrar em licitações publicas? Deputada, nem multinacionais querem participar pois sempre tem o tal do "por fora". Alias não existe segurança jurídica, sempre tem a "FEPAM" e por aí a fora.

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