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Cinema Notícia da edição impressa de 13/08/2015

Franquia Missão Impossível retorna aos cinemas

Cristiano Vieira

Paramount/Divulgação/jc
Aos 53 anos e sem dublês, Tom Cruise retorna pela quinta vez na série Missão impossível
Aos 53 anos e sem dublês, Tom Cruise retorna pela quinta vez na série Missão impossível
Faz jus ao nome o quinto filme da franquia estrelada por Tom Cruise. Missão Impossível: Nação secreta, que estreia hoje nos cinemas do Brasil, leva ao limite do imponderável as cenas de ação para mostrar que, aos 53 anos, o astro norte-americano tem um corpinho e uma disposição de deixar muito jovem no chinelo. A atuação, como sempre, não exige esforço dramático dele - e o foco do filme nem é esse, como se vê nas duas horas e 10 minutos de muito tiro, porrada e bomba que pipocam da tela.

A cena da foto ao lado, com Ethan Hunt (Cruise) agarrado do lado de fora de um avião, já abre o filme em tom frenético. Detalhe: o próprio Cruise, sem uso de dublês, realizou a performance, que precisou ser refilmada (apenas!) oito vezes até ficar como queria o diretor Christopher McQuarrie (de Jack Reacher: O último tiro).

Neste quinto filme, o agente Hunt está numa encruzilhada: precisa escolher entre perseguir sozinho o arredio líder do grupo criminoso Sindicato (já que sua misteriosa agência, a IMF, foi extinta) ou passa a integrar o time de espiões da CIA, como fazem seus colegas Benji (Simon Pegg), Brandt (Jeremy Renner) e Luther (Ving Rhames). Seu novo chefe é o diretor da CIA interpretado por Alec Baldwin.

Filmado em Londres (Inglaterra), Casablanca (Marrocos) e Viena (Áustria), o longa centra as atenções nas peripécias interpretadas por Cruise que, a todo momento, cai, levanta, apanha, capota e explode carros, se afoga e, logo depois, aparece, sem perder o lustroso óculos de sol, em perseguições de moto. A liberdade criativa do diretor, aqui, é levada ao extremo: os recursos tecnológicos são de fazer inveja ao James Bond de Daniel Craig - outro que corre meio filme sem sujar as calças e com a gravata impecável.

Ok, Missão impossível justifica o valor do ingresso justamente por isso: entrega o que promete. Nesta nova etapa, principalmente, além de Cruise, o enredo abre espaço para o divertido Benji e mantém Brandt e Luther como elementos acessórios. Não há bond girls na franquia, mas o leitor não precisa lamentar: a enigmática Ilsa Faust, papel da bela sueca Rebecca Ferguson, é um dos destaques da trama, ao encarnar uma mulher que esconde os verdadeiros motivos pelos quais troca muitos tiros e socos com boa parte do elenco masculino, repleto de marmanjos canastrões.

Difícil falar do longa sem revelar demais. Ilsa é o personagem que melhor representa aquilo que fica evidente quando Missão impossível: Nação secreta deixa de lado, por parcos minutos, a pancadaria e cede espaço para o diálogo: a manipulação por meio de falsas pistas e informações truncadas ainda é o melhor ingrediente que tem a franquia - sem desmerecer o trabalho do corajoso e saradinho Tom Cruise, é claro.
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