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Desenvolvimento Notícia da edição impressa de 12/08/2015

Implantação de cluster da saúde avança no Rio Grande do Sul

Iniciativa segue modelo alemão com a participação de diversos setores
RICARDO GIUSTI/PMPA/JC
Gestores assinaram o termo que prevê melhorias nos indicadores de saúde da população gaúcha
Gestores assinaram o termo que prevê melhorias nos indicadores de saúde da população gaúcha

O governo do Estado firmou, ontem, termo de cooperação com entidades representativas de universidades, hospitais, empresas, prefeituras, planos de saúde, associações empresariais e setoriais, instituições de apoio, parques tecnológicos e arranjos produtivos locais, prevendo a colaboração para o estabelecimento do cluster de tecnologias para a área de saúde no Rio Grande do Sul.

O governador José Ivo Sartori destacou que o Estado será uma referência na geração de conhecimento e na produção de tecnologias a serviço da medicina e da saúde. Além do desenvolvimento de tecnologias, da geração de postos de trabalho e da geração de renda, o governador ressaltou que o cluster também resultará em melhoria no atendimento em saúde. "É uma construção coletiva que vai dar certo com a parceria de todos. Essa é a caminhada positiva."

A presidente do Badesul, Susana Kakuta, disse que o cluster já nasce com a visão de três componentes importantes - poder público, empresas e entidades. Ela acrescentou que o Estado tem condições ímpares para a iniciativa, com mão de obra especializada na área da saúde, além contar com importantes centros de pesquisa em áreas como Tecnologia de Informação, semicondutores, economia do conhecimento, além do projeto Porto Alegre Health Care. "O Rio Grande do Sul é reconhecido por sua competência em serviços de alta complexidade", assinalou.

Susana enumerou uma série de ações programadas para este ano, como a consolidação do modelo de governança, a formulação de estratégias para atração de investimentos, a realização de workshops sobre marcos regulatórios e a participação na Feira Médica, na Alemanha. Na solenidade, foi assinado também contrato de financiamento entre a Woopi Softwares e Tecnologias e o Badesul para o desenvolvimento de sistema. "O Estado possui competências competitivas diferenciadas, capazes de fazer surgir e consolidar um segmento econômico, baseado na economia do conhecimento, que é a área de tecnologias para a saúde. Isso gerará emprego, renda e melhoria no atendimento à saúde do cidadão", observou a presidente do Badesul.

Representantes de 44 entidades e prefeituras assinaram o termo de cooperação em conjunto com o governo do Estado, na presença do diretor executivo do Medical Valley, Tobias Zobel. Além de tornar-se referência na geração de conhecimento e produção de tecnologias e serviços em saúde, o objetivo do cluster é impulsionar o desenvolvimento econômico e melhorar os indicadores de saúde da população. O termo terá validade de três anos.

No fim de maio, o governador José Ivo Sartori esteve em Erlangen, na Alemanha, e assinou protocolo com o presidente do Medical Valley, Erich Reinhardt, para apoiar a instalação do cluster no Rio Grande do Sul, reunindo indústrias, universidades, centro de pesquisas, hospitais e o governo do Estado, através de suas secretarias relacionadas e autarquias. Para o prefeito de Porto Alegre, José Fortunati, esse é o primeiro passo concreto, consequência direta da agenda realizada em maio, durante viagem à Alemanha. "Fiquei muito contente com o ritmo do andamento desse projeto. E acredito que, para Porto Alegre, que tem uma forte tradição no setor, pode representar o início de uma nova era", comemorou.

Na Alemanha, o Medical Valley reúne mais de 500 empresas, entre companhias de grande porte e startups, 16 universidades e mais de 40 instituições de saúde. A intenção é que o modelo de Erlangen se reproduza no Estado - o cluster nasce envolvendo 44 entidades. Após a missão internacional, o grupo formado por organizações públicas e privadas ligadas à área da saúde trabalhou na elaboração de propostas e ações de curto, médio e longo prazos, na adoção de modelo de gestão e de indicadores e metas. A internacionalização do Medical Valley de Erlangen está sendo desenvolvida e implementada pelo governo alemão em três países: Brasil; China e Estados Unidos.

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