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FUTEBOL Notícia da edição impressa de 02/07/2015

Novas regras devem elevar transferência de brasileiros para a Europa

João Carlos Dienstmann

SANTOS FC/DIVULGAÇÃO/JC
Seduzido por proposta milionária, Robinho deixou o Santos
Seduzido por proposta milionária, Robinho deixou o Santos

A janela de transferências do meio do ano, que tem como característica o elevado número de contratações pelos times europeus, terá um elemento a mais para beneficiar os clubes do Velho Continente. As novas normas da Fifa para contratações e incorporadas pela CBF, que entraram em vigor no fim de maio, devem desfalcar as principais equipes do Brasil para a sequência da temporada.

Uma das principais restrições impostas pela entidade é quanto à participação de investidores nas negociações. A partir de agora, os novos contratos não podem mais ter a presença de terceiros. Ou seja, se um empresário ou agente tiver algum percentual dos direitos econômicos do atleta, para que o novo acordo seja homologado, somente o clube ou o próprio jogador podem ter participação.

O empresário e ex-jogador Marcelo Lipatin, que teve passagem pelo Grêmio entre 2005 e 2006, vê na medida da Fifa uma tentativa para eliminar de vez a prática do futebol. "As novas regras não beneficiam em nada o investidor do futebol. Hoje, o trabalho dele é visto como algo ruim pela Fifa, mas isso não é verdade. Parece que os órgãos que gerenciam o nosso futebol impuseram algo para tentar dar o exemplo", afirma. Mesmo assim, Lipatin descarta a extinção dos agentes do meio futebolístico. "Os empresários não deixarão de existir, nem atuar no futebol. O que há, hoje, é um impasse de como eles irão participar das contratações."

Já Luciano Brustolini, que é agente de jogadores e tem contato direto com diversos investidores no Brasil e no exterior, crê em um avanço de mercados como Inglaterra, Itália e Espanha nos atletas que atuam no futebol brasileiro. Para ele, o cenário de quatro anos atrás, quando os times do País repatriaram aqueles que jogavam fora, será revertido a partir das novas regras. "Os clubes retomarão a venda de jogadores para obter receitas, como fizeram ao longo dos anos. Há algum tempo, as nossas equipes tinham condição de investir por conseguirem honrar salários e arcar com os custos, mas, agora, até pelo momento financeiro que atravessamos, isso será inviável, e as imposições da Fifa aumentarão esse reflexo", comenta Brustolini.

A tendência é de que as grandes equipes consigam tirar as estrelas que atuam no Brasil por um valor bem inferior do que elas valem. Mas Brustolini alerta que já há um movimento entre advogados e empresários para encontrar brechas na lei. "Se hoje existe uma regra que proíbe os investidores no futebol, pode ter certeza que soluções já estão sendo estudadas para que eles continuem participando, sem interferir na legislação brasileira", diz. Uma delas seria utilizar clubes menores, dos quais estes agentes são donos, para serem uma espécie de ponte nessas negociações.

O que muda nas transações entre os clubes

  • Agentes e empresários não podem ter participação nos direitos econômicos dos jogadores, mas podem fazer aporte financeiro aos clubes;
  • Jogadores emprestados não podem ser impedidos de atuar contra o seu clube;
  • Qualquer equipe que assinar um pré-contrato deve notificar a equipe anterior sobre a transação;
  • A verificação sobre irregularidades contratuais, que podem implicar em problemas na escalação de jogadores, será de inteira responsabilidade dos clubes;
  • Atletas menores de idade só tinha condição de assinar contratos profissionais por três anos. Agora, limite será de cinco anos.
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