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RELAÇÕES INTERNACIONAIS Notícia da edição impressa de 02/07/2015

Fiergs aponta benefícios do acordo entre Brasil e EUA

Heitor José Müller acompanhou missão presidencial em Washington

O presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), Heitor José Müller, considera positivo o resultado da missão brasileira, liderada pela presidente Dilma Rousseff, aos Estados Unidos, realizada nesta semana. Alguns anúncios feitos por ela e pelo presidente Barack Obama, em Washington, na terça-feira, trazem consequências diretas à indústria do País. Müller integrou a delegação, ao lado de ministros como o do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto; e o da Fazenda, Joaquim Levy. "Foram novamente restabelecidas as negociações com os americanos, que no passado eram nossos principais parceiros comerciais", destacou o presidente da Fiergs.

Para o Rio Grande do Sul, o presidente da Fiergs vê como fundamental, após 15 anos de restrições, a liberação de carne bovina in natura do Brasil para o mercado americano. A medida se estende a 13 estados e ao Distrito Federal. Segundo Müller, além do agronegócio, os setores de autopeças e máquinas agrícolas também poderão ganhar, por conta de um câmbio mais favorável às exportações. Entre as medidas acertadas que beneficiarão a indústria brasileira estão a entrada em vigor do Global Entry, a partir do primeiro semestre de 2016, e a assinatura do memorando de cooperação regulatória.

Em outra etapa da agenda em território norte-americano, Müller participou da 3ª Cúpula Empresarial Brasil-Estados Unidos, realizada em Washington. O encontro promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em parceria com a Câmara de Comércio dos Estados Unidos (U.S. Chamber), pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e pela Câmara Americana de Comércio (Amcham), reuniu mais de 350 empresários dos dois países para discutir a relação bilateral e novos negócios. "O depoimento de CEOS e executivos de empresas americanas que atuam no Brasil foram favoráveis em relação a investir no País", disse Müller.

A cúpula teve a presença de Dilma Rousseff em seu encerramento. "Minha visita aos Estados Unidos marca a nova etapa na trajetória de relacionamento de nossos países. As oportunidades para que ampliemos esse relacionamento se encontram diante de nós. O Brasil está criando um novo ciclo de crescimento, buscando parcerias e essas possibilidades reforçam a relação entre Brasil e Estados Unidos", declarou. "Os Estados Unidos são, atualmente, o segundo principal parceiro comercial do Brasil. Enquanto não estabelecemos um acordo amplo de comércio, é possível avançarmos em temas específicos que contribuem para o estreitamento de nossa relação", reforçou o ministro Armando Monteiro Neto.

O vice-presidente da CNI, Paulo Tigre, que representou o presidente da entidade, Robson Braga de Andrade, também enfatizou que as relações entre as duas nações são estratégicas para as empresas. "Estamos em um momento essencial para maior aproximação econômica", observou. A CNI e a Câmara de Comércio dos Estados Unidos se uniram para defender junto aos governos brasileiro e americano o início da negociação de um tratado de livre comércio, de um acordo para evitar a dupla tributação dos investimentos e o fim da exigência de vistos para turistas e empresários. As duas entidades já entregaram o documento com os três pontos aos presidentes Obama e Dilma.

Os Estados Unidos detêm o segundo maior estoque de investimentos brasileiros no exterior e lideram o ranking de investimentos diretos no Brasil, com ?US$ 116 bilhões. Müller apontou que empresas americanas poderão entrar nos leilões de infraestrutura previstos para as concessões anunciadas pelo governo federal, como de aeroportos e portos, por exemplo.

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