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Mercado Digital Patrícia Knebel
patricia.knebel@jornaldocomercio.com.br

Mercado Digital

Coluna publicada em 02/07/2015

Melhor conexão, mais serviços acessados

DAVID BECKER/AFP/JC

É um ciclo virtuoso. Quanto melhor a qualidade da conexão, mais os usuários tendem a usar os seus smartphones para acessar e-mails, acessar aplicativos como Facebook e Youtube e serviços de VoIP para falar gratuitamente. Ninguém quer nem pensar em baixar a velocidade da internet e é por isso que estudos como o realizado recentemente pela Ericsson ?ConsumerLab no mercado latino-americano indicam que a banda larga móvel ganha cada vez mais força. "Quando os usuários experimentam uma melhora no serviço de dados móveis, o consumo de atividades on-line aumenta, especialmente as que exigem maior capacidade de dados, como vídeos", relata a diretora do ConsumerLab da Ericsson América Latina, Diana Moya. O levantamento revelou que quando o consumidor já tem internet no dispositivo móvel, é mais provável que queira se atualizar em relação à tecnologia. Prova disso é que somente 20% dos usuários atuais de 2G têm intenção de passar para o 4G; por outro lado, 35% das pessoas com conexão 3G deseja passar para o 4G. Ainda assim, o levantamento aponta que a tecnologia 4G representará, no final de 2015, apenas 5% das assinaturas móveis na América Latina, uma cifra que está abaixo da média global de 7%.

Todos para a nuvem I

A Guarida Imóveis migrou 1 mil contas de e-mail para Google Apps for Work. O projeto levou cerca de 1 mês para ser concluído e foi conduzido pela Ilegra, revenda autorizada da Google com sede em Porto Alegre e unidades em São Paulo e nos Estados Unidos.

Todos para a nuvem II

A mudança aconteceu nas mais 30 unidades da Guarida espalhadas pelo Rio Grande do Sul. Um dos destaques do projeto foi a migração do Fileserver local para a nuvem do Google. Com isso, os usuários terão acesso e disponibilidade total a partir de qualquer localidade e dispositivo.

Impressão 3D no espaço

A exploração espacial deverá ser uma das áreas mais beneficiadas pela impressão 3D, aponta a IEEE, organização técnico profissional global dedicada a avanços tecnológicos em benefício da humanidade. A impressão de peças e partes nas estações orbitais tornará possível reduzir custos e oferecer suporte local a antenas e reparos locais em geral, sem e necessidade de novos materiais enviados da Terra. "As impressoras 3D são mais úteis em situações em que é preciso uma grande variedade de pequenos itens fabricados em ambientes onde os custos de transporte são altos, como em uma estação espacial", comenta David Alan Grier, membro da IEEE. No final de 2014, foi impresso o primeiro objeto 3D no espaço, utilizando uma impressora 3D desenvolvida pela Nasa e a startup Made in Space, fabricando partes fundamentais da estação orbital internacional.

BR em código

Quem participou da quinta edição da Conferência Internacional Brasil em Código, realizada nesta semana pela GS1 Brasil - Associação Brasileira de Automação, em São Paulo, teve uma experiência diferente. A entidade desenvolveu o aplicativo BR em Código, com acesso a conteúdos exclusivos. "A plateia conseguiu acompanhar não só a programação do evento, mas também conhecer mais sobre os palestrantes e interagir com eles em tempo real", conta o presidente da GS1 Brasil, João Carlos de Oliveira. O app também possibilitou a interação entre o público, tornando-se uma ferramenta para estimular o network.

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