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Transporte Notícia da edição impressa de 15/06/2015

EPTC pretende qualificar formação de taxistas

Novo curso terá mais horas e exigirá 100% de frequência dos motoristas
ANTONIO PAZ/JC
Pelo decreto, os 10,5 mil taxistas da Capital terão de passar por atualização
Pelo decreto, os 10,5 mil taxistas da Capital terão de passar por atualização

A Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) deve lançar neste mês um decreto para qualificar a formação de taxistas da Capital, aumentando as horas de curso e cobrando 100% de frequência dos alunos. De acordo com o diretor-presidente da empresa, Vanderlei Cappellari, a remodelação irá unificar o conteúdo, que será transmitido em 50 horas/aula. O curso atual é realizado em 40 horas, com mais dez horas de cursos dirigidos aos profissionais que atuam no setor de turismo, como hotéis, e outros pontos de táxi específicos. "Outra modificação é que 40 horas serão ministradas no Sest Senat ou na Faculdade Dom Bosco e o restante será na própria EPTC, com a presença da Brigada Militar e técnicos da empresa, que farão um avaliação mais criteriosa", explica.

A prefeitura também está estudando a possibilidade criar um convênio com a Polícia Civil para aumentar a segurança dos passageiros. Os recentes casos de denúncias de estupro e assédio levantaram a discussão sobre a falta de critérios na escolha dos taxistas, além de problemas na fiscalização. Segundo Cappellari, o suspeito de ter estuprado uma adolescente de 16 anos, que foi preso em maio, não tinha permissão para dirigir o veículo. Ele possuía antecedentes criminais. "O permissionário que deixa uma pessoa trabalhar sem que ela tenha a autorização da EPTC pode até ter a permissão cassada, junto com o recolhimento do veículo. Consideramos isso uma infração gravíssima e por isso é raro de acontecer", afirma.

A parceria com a polícia seria no sentido de fornecer os dados de todos os 10.500 motoristas de táxi existentes hoje na Capital para agilizar as investigações de ocorrências. "É praticamente impossível identificar um criminoso antes de o crime ser praticado. Entretanto, pretendemos contar com a polícia para analisar a vida pregressa dos taxistas", relata.

Além de aumentar o rigor na formação, a EPTC também irá cobrar cursos de atualização para os profissionais que já trabalham no setor. Luiz Nozari, presidente do Sindicato dos Taxistas de Porto Alegre (Sintáxi), diz que não tem nada contra a readequação da formação, mas é contrário à obrigatoriedade de realização do curso de atualização para todos os taxistas. "Não fomos chamados para elaborar este projeto e só nos passaram depois de pronto. Enviamos um ofício com modificações e esperamos que sejam atendidas. A atualização tem que ser feita com os profissionais que têm reclamações e infrações recorrentes, e não com os que nunca tiveram problema. Isso é punir um taxista que trabalha bem, pois perderá horas e ainda pagará pelo curso", critica.

Nozari também considera que a parceria com a Polícia Civil não trará mais segurança, pois o que falta é fiscalização da EPTC para verificar se pessoas não autorizadas estão dirigindo os táxis. "Todos são inocentes até se prove o contrário. Para retirar a permissão e renová-la anualmente, é preciso demonstrar a certidão negativa de crime e isso se refere a situações já julgadas. Não podemos fazer nada para casos em que a investigação está em andamento. Isso geraria processos", diz.

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