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Desenvolvimento Notícia da edição impressa de 15/06/2015

Odacir Klein quer incluir Mato Grosso do Sul no BRDE

Jefferson Klein

ANTONIO PAZ/JC
Crise só afetará banco se Bndes diminuir suas linhas, diz Odacir Klein
Crise só afetará banco se Bndes diminuir suas linhas, diz Odacir Klein

Ao completar, nesta segunda-feira, 54 anos, uma possibilidade futura para o crescimento do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) consiste na entrada de um novo sócio. Atualmente, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul são os controladores do banco, cada um com uma participação de 33,3%. O vice-presidente e diretor de Acompanhamento e Recuperação de Créditos da instituição, Odacir Klein, defende a proposta de que o Mato Grosso do Sul torne-se um integrante do BRDE. No próximo ano, o dirigente assumirá a presidência do banco, que atua, principalmente, com financiamento para investimentos fixos (obras civis, equipamentos e instalações), agronegócio em geral, inovação e infraestrutura. Em dezembro de 2014, o BRDE verificava 554 empregados, cerca de 33 mil clientes ativos distribuídos por mais de 90% dos municípios da região Sul do Brasil, abrangendo mais de 1 mil cidades.

Jornal do Comércio - Devido ao fato de o Mato Grosso do Sul já estar no Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul (Codesul) e ter pautas em comum com a região Sul, há a possibilidade de esse estado participar do capital do BRDE?

Odacir Klein - Sim, há. O que seria ótimo para o banco, porque, na medida em que o BRDE aumenta o seu capital, eleva a capacidade de busca de linhas de financiamento para repasse.

JC - Entrando no banco o Mato Grosso do Sul, a participação de cada estado seria de 25%?

Klein - Poderia ser, mas poderia até, através de um acerto, entrar com menos. De toda a forma, seria interessante. É óbvio que, em função da integração do Codesul e de que um aumento de capital melhora a capacidade operacional, seria conveniente.

JC - O BRDE pode auxiliar no financiamento da ferrovia Norte-Sul no que diz respeito às obras na região Sul do Brasil?

Klein - Investimentos em infraestrutura, vamos dizer na área de energia, como em usinas eólicas ou em pequenas centrais hidrelétricas, têm sido feitos. Agora, você financiar um investimento em uma ferrovia, que será objeto de licitação e que será de grande porte, aí só poderá ter participação de uma instituição como o BRDE se tiver repasses específicos e o banco puder ser um agente financeiro. O BRDE não poderia, no meu entendimento, ser um financiador de infraestruturas de maior porte, retirando recursos de outras áreas. Mas uma infraestrutura com uma demanda de investimento menor pode.

JC - A crise econômica nacional pode afetar a capacidade de financiamento do banco?

Klein - Só afetará se o Bndes diminuir de forma significativa as suas linhas. Uma dificuldade que haverá será a do estímulo à demanda do crédito com o aumento das taxas de juros. De toda forma, como essas linhas têm indexadores abaixo da Selic e da inflação, são linhas estimulantes.

JC - Qual é o impacto da situação financeira do Estado?

Klein - O Rio Grande do Sul está hoje com essas dificuldades terríveis em finanças públicas e precisa construir o positivo, principalmente através de um processo de desenvolvimento. Temos consciência de que é um momento em que os estados não têm como se capitalizar. O banco terá que trabalhar para cumprir atividades, buscando novas linhas, mas dentro dessas limitações de capital que tem. Mas o banco não representa despesa pública para o Estado. Ele tem o seu orçamento, sua contabilidade e resultados próprios. Temos consciência de que esse não é um ano dos mais estimulantes no sentido de contar com recursos abundantes. O que tem que se exercitar é a criatividade, com credibilidade.

JC - No ano passado, o BRDE fez desembolsos na ordem de R$ 2,9 bilhões, sendo que a distribuição do saldo de financiamentos foi 36% para agropecuária, 30% indústria, 19% comércio e serviços e 15% infraestrutura. Qual a estimativa para 2015?

Klein - O Rio Grande do Sul, no primeiro semestre, teve uma boa demanda, Santa Catarina também. O Paraná, em função das cooperativas e do Plano Safra, terá que, na segunda metade do ano, emprestar menos. A perspectiva é de um desempenho similar ao do ano passado.

JC - Qual a importância para o Estado da atuação de bancos regionais de desenvolvimento?

Klein - O Rio Grande do Sul tem atuando nessa área com Banrisul, Badesul e BRDE. Ou seja, temos três instituições financeiras com vínculo com o Estado. E isso faz com que tenhamos no Rio Grande do Sul uma participação dessas três instituições de 17% de todo o crédito disponibilizado para a economia estadual, um número expressivo. Isso é ruim? Acho que não. Creio que é uma forma de o Estado participar, sem a injeção de recursos orçamentários, de um processo de desenvolvimento.

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