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INDÚSTRIA NAVAL Notícia da edição impressa de 11/06/2015

Impasse entre Petrobras e QGI Brasil permanece

Temor recai sobre impacto de nova licitação das plataformas P-75 e P-77

Jefferson Klein

ANTONIO PAZ/JC
Prefeito de Rio Grande acredita em acordo entre as empresas para evitar processo de relicitação
Prefeito de Rio Grande acredita em acordo entre as empresas para evitar processo de relicitação

Apesar da expectativa de que Petrobras e QGI Brasil fizessem ontem uma reunião para discutir a questão da construção das plataformas de petróleo P-75 e P-77, o encontro acabou não ocorrendo. A expectativa, segundo uma fonte, é de que o encontro ocorra ainda hoje. Assim, prossegue o dilema se as estruturas serão feitas pela empresa privada, no seu estaleiro em Rio Grande, ou serão submetidas à nova licitação.

O prefeito de Rio Grande, Alexandre Lindenmeyer, não sabe por que não houve o debate entre as companhias nesta quarta-feira, mas informa que a diretoria da Petrobras reuniu-se, na terça-feira, e deve ter abordado o tema. Uma fonte que acompanha as tratativas entre a estatal e a QGI diz que a empresa privada não está frustrada pelo fato de não ter havido o encontro agora. "Uma hora a Petrobras terá que se manifestar sobre o assunto", argumenta a fonte.

Lindenmeyer ainda tem esperanças de que exista, por parte da QGI e da Petrobras, um espaço de diálogo e que seja evitado um processo de relicitação. Se isso não acontecer, o dirigente enfatiza que o tempo que implicará uma nova concorrência significará perdas para a estatal, para a indústria naval e para o Rio Grande do Sul. O prefeito estima que outro processo licitatório atrasaria a implantação das estruturas em, pelo menos, mais um ano.

A previsão inicial era de que a P-75 entrasse em operação em dezembro de 2016 e a P-77, em dezembro de 2017. A chegada do casco da P-75 (onde os módulos serão instalados, formando a plataforma) em Rio Grande deveria ocorrer no segundo semestre de 2015 e o da P-77, na primeira metade de 2016. As duas plataformas teriam, cada uma, capacidade para produzir até 150 mil barris de petróleo por dia e de comprimir 7 milhões de metros cúbicos de gás natural diariamente.

De acordo com Lindenmeyer, uma eventual ruptura de contrato criaria um efeito cascata em várias companhias que seriam fornecedoras de equipamentos ou de serviços para a implantação da P-75 e P-77. "Talvez algumas dessas empresas nem sobrevivam se o acordo for rompido", teme o dirigente. O prefeito de Rio Grande frisa que o tempo para uma definição da questão está se exaurindo e espera que um encaminhamento possa ocorrer em breve. Hoje, Lindenmeyer estará na Abimaq/Sindimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos/Sindicato Nacional das Indústrias de Máquinas), em São Paulo, e aproveitará a ocasião para sugerir a defesa do conteúdo nacional dentro das encomendas feitas pela Petrobras.

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