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Hotelaria Notícia da edição impressa de 05/05/2015

Plazinha fecha as portas por tempo indeterminado

Baixa ocupação é um dos motivos que levou rede a adotar medida

Fernando Soares

ANTONIO PAZ/JC
Com fechamento, futuro dos cerca de 70 funcionários ainda é incerto
Com fechamento, futuro dos cerca de 70 funcionários ainda é incerto

Nesta segunda-feira, o hotel Plaza Porto Alegre, popularmente conhecido como Plazinha, fechou suas portas para o público. A Rede Plaza, administradora do estabelecimento fundado em 1958, decidiu interromper as atividades no local por tempo indeterminado, em função da desaceleração da economia e da baixa ocupação dos últimos meses. A companhia analisa três alternativas para a reabertura da estrutura em um novo formato. Até o final do ano, deverá haver uma definição sobre o modelo escolhido.

Em um primeiro momento, está descartada a venda da operação. "Esse assunto não está em pauta", garante Carlos Henrique Schmidt, conselheiro da Rede Plaza. Com 160 apartamentos, o Plazinha tem valor de mercado estimado em cerca de R$ 3 milhões. O grupo não revela quais são as hipóteses para a reabertura do hotel. No entanto, é possível saber que, em duas delas, seria necessária a participação de algum investidor. Na outra, a revitalização passaria apenas por um aporte próprio.

Também presidente do Sindicato de Hotéis de Porto Alegre (SHPOA), Schmidt lembra que o setor vive um momento de extrema dificuldade. Em março, a ocupação da rede hoteleira da Capital ficou abaixo dos 50%. Já a ocupação do Plazinha estava inferior a 40%.

"Houve uma redução grande da ocupação na Capital, um aumento exagerado no salário-mínimo regional e os custos com energia subiram. Então, decidimos enxugar a operação. No momento oportuno vamos reavaliar o negócio", justifica o executivo. Além disso, a ampliação das opções de hospedagem em Porto Alegre contribuiu para a situação. A Capital teve um aumento de 700 quartos disponíveis, em função dos investimentos voltados à Copa do Mundo. E a região do Centro, onde está o Plaza Porto Alegre, é uma das que possuem maior concorrência.

Ontem, quem passava na frente do hotel não conseguia notar algo de diferente no local. Somente adentrando o hotel era possível perceber um clima distinto. Na recepção, funcionários esvaziavam as gavetas e organizavam uma série de papéis e objetos. Não havia hóspedes, pois os que restaram tinham sido transferidos para o Plaza São Rafael.

Cerca de 70 trabalhadores atuavam no Plazinha. O futuro deles é incerto. A tendência é que a maioria seja demitida. "Não temos condições de absorver todos (nas outras unidades do grupo). Fizemos uma triagem e alguns devem ser aproveitados, mas não temos ideia de quantos serão", afirma Schmidt.

COMENTÁRIOS
Francisco Berta Canibal - 05/05/2015 - 07h25
Baixa ocupação dos hotéis de POA, era prevista após Copa do Mundo. O que chama a atenção é a concorrência do capital local com o capital de fora do estado, tano o nacional como o internacional, em várias atividades, desde a rural. O Rio Grande deixará de ser do Gaúchos dentro de poucos anos. Faltou união, e o resultado está aí.

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