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Palavra do Leitor Roberto Brenol Andrade
opiniao@jornaldocomercio.com.br

Palavra do Leitor

Coluna publicada em 20/03/2015

Associação de catadores

Na capa da edição do Jornal do Comércio de 18 de março, está escrito que rejeito o plano de unir associações de catadores. Nunca afirmei isto! Há 31 anos atuo no movimento comunitário. Jamais fui contra a união de qualquer comunidade ou categoria. Minha posição foi interpretada de forma equivocada em razão da fala do DMLU, que disse ter feito o que não fez na Vila dos Papeleiros. Eu afirmei apenas que o DMLU não respeita a autonomia da organização local. A área do galpão em disputa é do Incra, e foi cedida à prefeitura para ser usada no projeto de reciclagem da Vila dos Papeleiros. Entretanto, o DMLU quer impor uma entidade na coordenação que não faz parte daquela comunidade. Isso não está correto! O poder público não pode subordinar a organização local à outra que não possui a finalidade estatutária de representá-la. (Paulo Guarnieri, ex-presidente da Associação dos Moradores de Porto Alegre)

Futebol

Futebol virou coisa de gente rica. Fui na Arena do Grêmio, com minha mulher e um filho. Mesmo pagando como idoso duas entradas, gastei R$ 100,00, mais R$ 30,00 de estacionamento. Cachorro-quente, refrigerante e lá se foram quase R$ 200,00. Isso é esporte popular? E fiquei nos locais mais baratos. Fez bem a presidente Dilma Rousseff (PT) em mandar os clubes publicarem demonstrativos financeiros e pagarem o que devem em contribuições, INSS e leis trabalhistas. Estão gastando demais, salários são altíssimos e, com pedido de perdão se estiver enganado, deve ter dirigente de clube levando uma "beirada" quando acerta contratos com treinadores e jogadores que ganham "apenas" R$ 500 mil por mês. (Adalberto Soares, Porto Alegre)

Futebol II

Confesso-me torcedor do Inter há mais de 75 anos. Desde os dias em que, como aluno interno do Instituto Porto Alegre/IPA, na década de 1940, costumava empreender uma viagem de aproximadamente 40 quilômetros, ida e volta, quando apanhava o bonde Petrópolis, fazia baldeação no abrigo da Praça XV, embarcando no bonde Menino Deus, que me deixava próximo à rua Silveiro, onde ficava o glorioso "Eucaliptos", palco de muitas glórias coloradas, no saudoso tempo em que as camisetas eram suadas mais por amor do que pela ganância argentária. Na época em que Alfeu, Nena e Tesourinha, inolvidáveis integrantes do "Rolo Compressor", jogavam por uns trocados e pelo incipiente crédito no armazém e açougue da esquina, como certa vez confessou-me o então presidente Pedro Moreira. Hoje, tudo mudou. O futebol, esporte das massas humildes, ficou faustoso: ingressos inacessíveis, jogadores mercenários, regiamente remunerados, assim como técnicos, assessores, empresários, executivos etc. Estádios faraônicos, alguns deles já servindo para o pastoreio de ovelhas e cabritos. Por tudo isso estarrece a notícia de que os clubes inadimplentes poderão quitar suas dívidas com o governo federal no prazo de 20 anos, "sem entrada". Certamente, outros setores da economia postularão tratamento idêntico. Deve-se, porém, frisar que a situação não é de agora. Penetra no currículo de outras administrações. Mas precisa ter seu cobro, inclusive aproveitando o ímpeto recuperador de prestígio encetado pela presidente Dilma Rousseff. (Mirna Elisabeth Wunderlich)

Na coluna Palavra do leitor, os textos devem ter, no máximo, 500 caracteres, podendo ser sintetizados. As cartas publicadas com assinatura nesta página são de responsabilidade dos autores e não traduzem a opinião do jornal. A sua divulgação, dentro da possibilidade do espaço disponível, obedece ao propósito de estimular o debate de interesse da sociedade e o de refletir as diversas tendências.
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