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ARTIGO Notícia da edição impressa de 04/03/2015

Dia Internacional da Mulher: data para reflexão

Carla Harzheim Macedo e Viviane Schacker Militão

A data de oito de março, conhecida como Dia Internacional da Mulher, tem sua raiz histórica marcada no ano de 1857, quando as operárias de uma fábrica têxtil localizada na cidade de Nova Iorque reivindicavam direitos trabalhistas e foram vítimas de um incêndio, no qual cerca de 130 mulheres morreram queimadas no interior da fábrica. Importante compreender que desde então a luta das mulheres tem sido pela promoção da igualdade no exercício dos direitos civis, políticos, econômicos, sociais e culturais, isto é, dos direitos humanos elementares.

Com o passar dos anos, as mulheres foram paulatinamente obtendo êxitos em suas constantes e árduas lutas, mas a violência ainda é a forma mais vivenciada cotidianamente como violação dos direitos humanos femininos. O Estado, ainda que timidamente, vem buscando ações afirmativas como estratégia de remediar e acelerar o processo de construção da igualdade, tornando real a inserção e inclusão social, em razão da pública e notória desvantagem histórica. Destaca-se, entre as ações afirmativas em favor das mulheres, a inclusão de cota mínima de vagas para candidaturas políticas, eis que no cenário político atual há uma mulher na Presidência da República. No entanto, ainda há muito que se fazer para resgatar a dignidade e promover os direitos humanos das mulheres, e a educação e a cultura são poderosos instrumentos que devem ser utilizados pelo Estado, por meio de políticas públicas, como mecanismos para a efetiva promoção dos direitos humanos femininos.

O resgate da dignidade, pelo processo da desconstrução dos estereótipos e da construção da igualdade, mediante investimento em educação e cultura, é uma realidade necessária em nossa sociedade.

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