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ARTIGO Notícia da edição impressa de 11/02/2015

Na real, faltaram R$ 235 bilhões

Darcy Francisco Carvalho dos Santos

O governo central, que em 2013 já havia feito um superávit primário baixo, de R$ 75 bilhões (1,6% do PIB), em 2014 extrapolou negativamente, ao fazer um déficit primário de R$ 21,2 bilhões. O governo deve formar uma poupança para pagar os juros da dívida, o chamado superávit primário. E isso não é para atender interesses de credores, como afirmam algumas correntes ideológicas, mas ao interesse público, a menos que se dê o calote e se arque com todas suas consequências.

Se o superávit paga os juros, o déficit, ao contrário, se soma a eles, para formar o resultado nominal, que significa crescimento da dívida. Este superávit nominal foi de R$ 234,6 bilhões, num aumento de 112% sobre o ano anterior, que já foi ruim. Pois essa soma monumental foi o que faltou para o governo fechar as contas de 2014.

A imprensa dá destaque ao déficit primário, mas ele é apenas uma parte do que faltou para fechar as contas, para o que necessita somar os juros devidos. Acostumamo-nos a pensar as contas públicas só como resultado primário, esquecendo que o resultado real é o que decorre do resultado nominal, que inclui os juros.

O que está ocorrendo com as contas federais? É que entre 2003 e 2011, a receita cresceu em torno de 8% ao ano acima de inflação, e com isso criou-se despesas permanentes de difícil redução, tornando a situação insustentável com uma arrecadação menor. O grande colapso foi mesmo no ano passado, quando a despesa cresceu 6,1% e a receita decresceu 3,8%, uma defasagem de quase 10% em termos reais, cerca de 2% do PIB. As despesas do FAT, por onde corre o seguro-desemprego, cresceram nominalmente 21,7%, as despesas de custeio, 18%, e os investimentos, 22,6%, para o que contribuiu o programa Minha Casa Minha Vida, que é acrescido aos investimentos federais, só para ficar com alguns casos. Diante disso, a vaca foi obrigada a tossir, para não ir para o brejo com corda e tudo.

Economista e contador

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