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ENERGIA Notícia da edição impressa de 27/01/2015

AES Uruguaiana deve retomar as atividades

Usina térmica pretende voltar a gerar energia para auxiliar no atendimento da demanda de eletricidade nesse período

Jefferson Klein

CRISTIANO GUERRA/DIVULGAÇÃO/JC
Retomada das operações da térmica depende de um acordo com a Argentina
Retomada das operações da térmica depende de um acordo com a Argentina

Como aconteceu nos dois últimos verões, novamente a usina AES Uruguaiana deve voltar a gerar energia para auxiliar no atendimento da demanda de eletricidade que se eleva nesse período. O líder da bancada do PP, deputado estadual Frederico Antunes, que há anos acompanha a questão da termelétrica, não estipula uma data exata para a retomada, mas destaca que deve ser muito em breve.

O parlamentar comenta que, de acordo com conversas que teve com executivos da AES Uruguaiana, falta apenas o acerto político entre Brasil e Argentina quanto a fatores como o transporte do gás que alimentará a térmica e a incidência de impostos sobre o combustível para que a operação recomece. O gás chegará por navios em um terminal de GNL (Gás Natural Liquefeito) argentino e depois será transportado por gasoduto até Uruguaiana. Antunes argumenta que, apesar desse tipo de geração implicar um alto custo, o pior é a possibilidade do apagão no setor elétrico brasileiro.

O deputado ressalta que, atualmente, a produção da usina gaúcha é mais necessária do que no ano passado. Em 2014, o complexo iniciou a operação em março e encerrou antes do fim do primeiro semestre, quando a geração da térmica estava em 358MW médios. Antunes salienta que os reservatórios das hidrelétricas do País encontram-se com níveis muito baixos, o que, somado ao consumo intenso de eletricidade pelos condicionadores de ar, aumenta o risco quanto à falta de energia. “Nesse contexto, a usina de Uruguaiana torna-se um pulmão importante”, aponta o parlamentar. Conforme Antunes, a termelétrica teria condições imediatas para gerar até 500MW. No verão, os picos de demanda no Rio Grande do Sul oscilam entre 6 mil a 7 mil MW.

A AES Uruguaiana foi a primeira usina a operar com gás natural no Brasil. A geradora iniciou suas atividades em 2000 e tem capacidade instalada de 639MW. A empresa faz parte do grupo AES Brasil, composto também pelas distribuidoras AES Eletropaulo e AES Sul e pela geradora AES Tietê. Em agosto de 2008, a companhia YPF, responsável pelo fornecimento de gás natural à AES Uruguaiana, suspendeu o envio do insumo à empresa. Em função dessa suspensão, a AES determinou, em abril de 2009, a hibernação da usina, o que resultou na paralisação de suas atividades. A AES Uruguaiana manteve a manutenção e preservação dos equipamentos da térmica e voltou a gerar, em caráter excepcional, por poucos meses nos anos de 2013 e 2014.

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