Porto Alegre, domingo, 15 de dezembro de 2019.
PREVISÃO DO TEMPO
PORTO ALEGRE AMANHÃ
AGORA
31°C
33°C
17°C
previsão do tempo
COTAÇÃO DO DÓLAR
em R$ Compra Venda Variação
Comercial 4,0920 4,0940 0,67%
Turismo/SP 4,0800 4,3220 0,13%
Paralelo/SP 4,0900 4,3100 0,23%
mais indicadores
Página Inicial | Opinião | Economia | Política | Geral / Internacional | Esportes | Cadernos | Colunas
ASSINE  |  ANUNCIE  
» Corrigir
Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.
Nome:
Email:
Mensagem:
992123
Repita o código
neste campo
 
» Indique esta matéria
[FECHAR]
Para enviar essa página a um amigo(a), preencha os campos abaixo:
De:
Email:
Amigo:
Email:
Mensagem:
992123
Repita o código
neste campo
 
 
» Comente esta notícia
[FECHAR]  
  Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.  
  Nome:  
  Email:    
  Cidade:    
  Comentário:    
500 caracteres restantes
 
Autorizo a publicação deste comentário na edição impressa.
 
992123
Repita o código
neste campo
 
 
imprimir IMPRIMIR

INFLAÇÃO Notícia da edição impressa de 08/01/2015

Dólar ajudou a aumentar os preços aos produtores

IPP passou de 0,66% para 1,16% de outubro a novembro de 2014
SINDITABACO/DIVULGAÇÃO/JC
Maior variação foi registrada no segmento de fumo, com alta de 2,90%
Maior variação foi registrada no segmento de fumo, com alta de 2,90%

A valorização do dólar em relação ao real ajudou a impulsionar os aumentos de preços dos produtos na porta de fábrica da indústria de transformação na passagem de outubro para novembro. No entanto, os reajustes foram disseminados entre as atividades que integram o Índice de Preços ao Produtor (IPP), incluindo as que não têm relação direta com o câmbio, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O dólar teve valorização de 5,20% em outubro, seguido de alta de 4,08% em novembro. Embora a moeda norte-americana tenha se valorizado menos, o IPP quase dobrou no período, passando de 0,66% em outubro para 1,16% em novembro, ressaltou Cristiano Santos, técnico da Coordenação de Indústria do IBGE.

A alta de novembro reflete aumento em 20 das 23 atividades pesquisadas, em relação a outubro, com as maiores variações ocorrendo nos segmentos de fumo (2,90%), papel e celulose (2,33%) e outros equipamentos de transporte (2,26%). “O dólar reflete mais nos setores ligados a commodities, como fumo, papel e celulose. No setor de outros equipamentos de transporte também, porque depende da metalurgia básica e dos seus insumos”, apontou Santos.

O técnico explica que os setores sob maior influência do câmbio mantiveram os aumentos de preços em novembro, embora mais modestos do que os verificados em outubro. Mas Santos defende que a disparada do IPP naquele mês foi explicada por uma tendência generalizada de reajustes entre as atividades.

Segundo Santos, não é possível identificar os principais fatores que levaram aos aumentos dos produtos na porta de fábrica. “Cada um (segmento) tem uma explicação diferente, que resultou nessa dispersão”, explicou. Apenas dois setores tiveram recuo nos preços em novembro: impressão (-2,98%) e farmacêutica (-0,33%). Já a atividade de equipamentos de informática ficou estável (0,0%).

IC-Br tem baixa de 1,24% em dezembro após três meses de alta, aponta Banco Central

Apesar da continuidade da elevação do dólar, os preços dos produtos básicos que mais afetam a inflação no Brasil caíram em dezembro, depois de três meses consecutivos de alta.

A taxa do segmento de commodities medida pelo Índice de Commodities do Banco Central (IC-Br) registrou queda de 1,24% no mês passado na comparação com novembro - o índice passou de 151,32 pontos para 149,44 pontos no período. Em setembro, o IC-Br subiu 1,01%, após cinco meses de queda e, em outubro, apresentou uma alta ainda maior, de 5,02%. Em novembro, a alta foi de 3,04%.

O índice mais elevado da série histórica, iniciada em janeiro de 1998, foi registrado em março deste ano, quando estava em 151,90 pontos. Em agosto, a queda foi de 1,34%; em julho, o BC havia computado um recuo de 1,85% na margem e, no mês anterior, uma baixa de 1,51%. De abril para maio, a deflação foi de 1,96%. No último trimestre de 2014, a alta está em 6,88% e, no ano, em 5,47%.

COMENTÁRIOS
Nenhum comentário encontrado.

imprimir IMPRIMIR
TEXTOS RELACIONADOS
Governo prevê para 2016 inflação acima do centro da meta
A inflação deve ser de 5,6%, previsão alinhada com as estimativas de analistas do mercado financeiro
Habitação teve maior influência na alta, com ajuste de 1,46% para 2,01%
IPCS aumenta na Capital e tendência é manter ritmo
Tombini defende que BC manteve inflação sob controle nos últimos anos
 Os comentários foram feitos durante discurso no almoço de confraternização de fim de ano realizado pela Febraban
Seca, que afetou o plantio do tubérculo, gerou altas em todas as capitais pesquisadas
Batata é nova vilã da cesta básica em Porto Alegre