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INDÚSTRIA AUTOMOTIVA Notícia da edição impressa de 08/01/2015

Vendas de veículos caem 11,34% em 2014 no Estado

Comercialização no Rio Grande do Sul fechou em 286.473 unidades
RENATO ARAÚJO/ABR/JC
Foram emplacados 220.652 automóveis e comerciais leves no período
Foram emplacados 220.652 automóveis e comerciais leves no período

As vendas de veículos no Rio Grande do Sul fecharam 2014 com uma queda de 11,34%, se somados todos os segmentos (autos, comerciais leves, caminhões, ônibus, motos e implementos rodoviários. Os números foram apresentados pelo Sindicato Intermunicipal dos Concessionários e Distribuidores de Veículos (Sincodiv/Fenabrave-RS). A comercialização no Estado fechou em 286.473 unidades em 2014. No mês de dezembro, houve crescimento de 33,47% nas vendas de veículos.

No setor de automóveis e comerciais leves, foram emplacadas 220.652 unidades entre janeiro e dezembro, contra 247.924 em 2013, o que representa queda de 11,00%. O mês de dezembro foi o melhor mês do ano com 24.899 autos e comerciais leves comercializados. O desempenho do último mês do ano foi 37,25% melhor que o mês de novembro, porém não alcançou os patamares de venda de dezembro de 2013, contabilizando uma queda de 7,41% comparação com o mesmo mês do ano anterior.

Os emplacamentos de caminhões apresentaram queda de 17,42% na comparação com o ano anterior. Foram licenciadas 9.854 unidades entre janeiro e dezembro, contra 11.932 caminhões no ano de 2013. Na comparação com dezembro do ano anterior, o segmento retraiu em 14,62%, porém em relação a novembro houve alta de 16,91%.

O segmento de ônibus apresentou queda de 16,44% no ano de 2014. Foram emplacadas 1.566 unidades, contra 1.874 em 2013. Na comparação com dezembro de 2013, o segmento registrou queda de 38,14%. O melhor mês para o segmento de ônibus foi outubro, quando foram comercializadas 229 unidades.

Nas motocicletas, houve uma  retração de 13,95% em 2014, no comparativo com o ano anterior. Foram emplacadas 39.606 unidades, contra 46.026. Em relação a dezembro de 2013, este setor apresentou retração de 21,13%. O segmento de duas rodas, desde 2008, vem sofrendo com a retração no crédito para financiamentos. O setor tem sido beneficiado pelo Sistema de Consórcios que, atualmente, responde por 50% das vendas de motos no País.

Foram vendidas 4.649 unidades de implementos rodoviários no ano, contra 5.644 em 2013. O volume representa queda de 17,63% entre os dois anos. Comparado o mês de dezembro com novembro, o crescimento nas vendas foi de 51,25%. Em relação a dezembro de 2013, o segmento retraiu 22,31%.

Para 2015, o Sincodiv/Fenabrave-RS, projeta que o ano será semelhante a 2014 em vendas e acompanhando as projeções da economia.

Anfavea defende diálogo entre montadoras e sindicatos

O presidente da Anfavea (Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores), Luiz Moan, afirmou ontem que há espaço para negociação entre montadoras e sindicatos para conter a atual onda de greves e demissões. Moan esteve com os ministros Manoel Dias (Trabalho), Joaquim Levy (Fazenda), Nelson Barbosa (Planejamento) e Armando Monteiro (Desenvolvimento) esta semana, para quem relatou a situação no setor.

Segundo o executivo, não houve uma proposta do governo e as negociações serão feitas entre montadoras e sindicatos. “Há a compreensão do governo da situação difícil do setor, em função principalmente da queda de 40% das exportações. Há expectativa que esse processo de negociação termine com resultado positivo”, disse, antes da cerimônia de transmissão de cargo do ministro do Desenvolvimento, Armando Monteiro.

Funcionários da Volkswagen de São Bernardo do Campo entraram em greve, nesta terça-feira, pela demissão de 800 funcionários, anunciada pela montadora. E os metalúrgicos da Mercedes-Benz, na mesma cidade, fizeram paralisação contra 260 demissões, confirmadas ontem pela empresa. “Não vejo que este seja um prenúncio de novas demissões. Não sei de novas associadas com problemas desse tipo”, disse Moan.

O setor automotivo teve, em 2014, o menor avanço de vendas e produção. Com os estoques das fábricas cheios, as empresas têm apelado para férias coletivas, programas de demissão voluntária e demissões coletivas.

Com a recomposição do IPI (Imposto Sobre Importação) em 2015, que estava reduzido desde 2012, o setor conta com menos um benefício para enfrentar esse mau momento.

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto, afirmou que as informações sobre demissões no setor automotivo ainda são uma questão “extremamente limitada” e que não há problema sistêmico que justifique ação direta do governo. “Temos entre 130 e 140 mil trabalhadores no setor e essas demissões representam algo que nós podemos considerar como uma questão ainda extremamente limitada”, afirmou.

Monteiro Neto disse que o governo acompanhará a questão, mas ressaltou que é um assunto que as empresas estão tratando com os sindicatos.

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