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MÚSICA Notícia da edição impressa de 08/01/2015

Um tributo ao romântico Nico Nicolaiewsky

Priscila Mengue

ANTONIO PAZ/JC
Falecido há quase um ano, Nico Nicolaiewsky é homenageado em espetáculo
Falecido há quase um ano, Nico Nicolaiewsky é homenageado em espetáculo

Por meio da música, maestro Pletskaya cantava seus amores e dissabores. Assim como o personagem que tanto interpretou em Tangos & Tragédias, Nico Nicolaiewsky também detinha um lirismo entre o romântico e o melancólico. Segundo Márcia do Canto, atriz e viúva do artista, é justamente essa essência 

“clown” - entre o riso e o choro-, que o espetáculo Nico Tributo deve resgatar ao apresentar parte da obra do músico, falecido em fevereiro. 

As apresentações ocorrem hoje e amanhã, às 21h, e no sábado e domingo, às 20h, no Theatro São Pedro (Praça Marechal Deodoro, s/nº). Realizado por artistas envolvidos profissional e afetivamente com Nico, o evento reúne Hique Gomez, Cláudio Levitan, Arthur de Faria, Marco Lopes, Fernando Pezão e Sílvio Marques (ambos ex-Musical Saracura), além de participações da filha do artista, Nina Nicolaiewsky e dos integrantes do Pato Fu, Fernanda Takai e John Ulhoa (somente no domingo). Os ingressos custam entre R$ 30,00 e R$ 80,00, com desconto para idosos e estudantes, e estão à venda na bilheteria do local. 

O espetáculo preenche parte da programação do teatro em janeiro, período antes tradicional de apresentações do Tangos & Tragédias em Porto Alegre. Algumas canções do mais popular trabalho de Nico (protagonizado ao lado de Hique Gomez) serão apresentadas no show, mas a proposta é realizar um panorama sobre toda a trajetória do artista, desde o grupo Musical Saracura até o recente disco Onde está o amor?

A concepção do trabalho é de Pezão (direção musical), Levitan (roteiro) e Márcia (direção cênica). Muito amigos, os dois primeiros costumavam se reunir com Nico todas as segundas-feiras. Depois do falecimento do artista, Márcia começou a frequentar os encontros, nos quais surgiu o projeto U.Nico, que organiza o acervo do intérprete do maestro Pletskaya, e onde foi concebida a ideia de realizar o Nico Tributo. A longo prazo, eles pretendem lançar um livro, realizar a montagem de uma ópera inédita, dentre outras iniciativas. “Estamos trabalhando sem pressa, com a maior delicadeza possível para que as coisas tenham o valor que precise ser dado”, explica a viúva.

Segundo Márcia, o espetáculo será um momento de festa e luto, inspirado na forma alegre e colorida com que a cultura mexicana lida com a morte. Trata-se de um primeiro passo para mostrar a imensidão do trabalho dele, “não deixar seu legado se perder”. Para Levitan, amigo de infância do artista, a homenagem é uma forma de desnudar a obra de Nico - e também de Hique Gomez, que, na semana seguinte, apresentará Tãn tãngo no mesmo teatro: “É uma maneira de mostrar que, por trás desses dois grandes personagens [Pletskaya e Kraunus], há dois grandes artistas”. 

O espetáculo é organizado em quatro blocos temáticos, divididos entre as obras mais circenses, românticas, intelectuais e populares de Nico. Em uma das partes, Nina interpretará algumas composições do pai, para o qual realizou algumas participações em shows. Segundo Márcia, a presença da filha será uma forma de mostrar a “continuidade” de Nico, com quem a garota, de 21 anos, costumava brincar de “fazer música”. Sem revelar quais canções dará voz, a cantora diz que adentrar o repertório foi como chegar a um “terreno bastante conhecido”, que praticamente “já nasceu sabendo”.

Com a ideia de levar o espetáculo para outros locais, Márcia define o trabalho do marido como simples, sem a pretensão de parecer intelectual, com letras simples e românticas, ao mesmo tempo que envolvas em uma complexidade técnica nem sempre evidente. “Ele era um romântico, um idealista. Era cheio de vida e de felicidade ao mesmo tempo que tinha uma ironia, uma coisa de clown, daquele que ri e esconde o choro”, finaliza.

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