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COMÉRCIO EXTERIOR Notícia da edição impressa de 07/01/2015

Exportações de carnes devem voltar a bater recorde em 2015

MARCO QUINTANA/JC
Segmento de bovinos é o que deverá apresentar o melhor desempenho
Segmento de bovinos é o que deverá apresentar o melhor desempenho

As exportações brasileiras de proteína animal devem voltar a bater recordes neste ano. Em 2014, as vendas externas de carne bovina, suína e de frango já alcançaram níveis históricos, com crescimento em volume ou receita, resultado da demanda aquecida. Para este ano a perspectiva de abertura de novos mercados em meio a um cenário de redução da oferta de animais em países concorrentes favorece o escoamento da produção do País. A projeção de um real mais desvalorizado frente ao dólar também reforça a expectativa positiva de associações e empresas do setor em relação ao desempenho do mercado internacional. A tendência é de que as exportações aquecidas compensem uma possível desaceleração do consumo doméstico, mantendo os preços em patamares elevados.

Com a diminuição do rebanho dos EUA e da Austrália e a crescente demanda dos países emergentes, o segmento de bovinos deverá apresentar o melhor desempenho entre as carnes. “A oferta de bois no mundo está restrita, mas o Brasil não está sofrendo com isso. Por outro lado, a demanda internacional cresce, o que puxa os preços internacionais”, explicou Leonardo Alves, analista da Votorantim Corretora. A estimativa da Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carne (Abiec) é de que a receita com as exportações da proteína bovina alcancem

US$ 8 bilhões ao final deste ano, valor que representa alta de 9,8% em relação à receita de US$ 7,2 bilhões estimada para 2014.
Em volume, a projeção também é de obter novo recorde. De acordo com a Abiec, os embarques ao longo de 2015 podem totalizar 1,7 milhão de toneladas, volume 7,6% superior ao esperado no ano passado. Os dados da associação levam em conta as exportações de carne in natura, miúdos e processados. Considerados apenas os números referentes à carne in natura, os dados informados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic) mostraram que a receita em 2014 atingiu o maior nível já registrado ao somar US$ 5,73 bilhões. O volume da proteína in natura embarcado no ano passado totalizou 1,22 milhão de toneladas, ficando muito próximo do recorde de 1,28 milhão registrado em 2007. Além da China, que oficializou a reabertura de seu mercado à carne bovina in natura brasileira em novembro passado, o setor espera que em 2015 Japão e Estados Unidos também retirem seus embargos ao produto. “A principal vantagem dos EUA é o trânsito no Nafta. México e Canadá também são importantes mercados consumidores de carne”, destacou o presidente da Abiec, Antônio Jorge Carmadelli. O potencial de exportações do Brasil para os EUA é de 64 mil toneladas de carne bovina, principalmente de proteína in natura. Segundo ele, as projeções da Abiec ainda não incluem um possível acesso aos Estados Unidos, ou seja, o volume de exportações do Brasil em 2015 pode ser ainda maior do que o previsto. Hoje, o País exporta apenas 20% da sua produção de bovinos.

Com os preços internacionais da carne bovina elevados, a expectativa é de que os preços da proteína e da arroba do boi gordo também permaneçam altos no mercado brasileiro.

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