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CONJUNTURA Notícia da edição impressa de 09/12/2014

Federasul não descarta aumentos de impostos com Sartori

Patrícia Comunello

MARCELO G. RIBEIRO/JC
Situação do Rio Grande do Sul é grave, alertou Ricardo Russowsky
Situação do Rio Grande do Sul é grave, alertou Ricardo Russowsky

Tempos difíceis aguardam o ramo de comércio no Estado em 2015. O diagnóstico foi feito ontem pela direção da Federação das Associações Comerciais (Federasul), seguindo a temporada de projeções das entidades setoriais para o próximo ano. Hoje, será a vez da Federação das Indústrias do Estado (Fiergs) apresentar sua aposta. O presidente da Federasul, Ricardo Russowsky, não descarta elevação de impostos na estreia do governo do peemedebista José Ivo Sartori, a partir de janeiro. A entidade projeta alta de 1% do Produto Interno Bruto (PIB) gaúcho no próximo ano, e 0,8% no País. O fraco desempenho em 2014 foi atribuído à frustração com as vendas na Copa do Mundo.    

“Teremos dificuldade muito grande, atraso de pagamentos e outros problemas. A situação é grave, e fortes serão as medidas a serem tomada pelo novo governo para reconstruir a capacidade de investimento”, aposta Russowsky, sugerindo que o esforço deveria atingir revisão de reajustes. O presidente da federação admite que pode ter aumento de alíquota em alguns setores, atingindo a área comercial. Mas o dirigente não quis comentar em que áreas. “Tem possibilidade, mas seríamos contrários. O futuro governador vai ter de mostrar a mudança prometida aos quase 70% de eleitores que o elegeram. “A sociedade não suporta pagar mais imposto”, avisa o presidente da federação.

Russowsky lembrou que a ex-governadora Yeda Crusius (PSDB-2007-2010) fez a investida, mas a proposta foi “natimorta”. A entidade acredita que o governo federal deve reativar Cide e até CMPF para elevar a arrecadação, ante o esforço fiscal. No lado das empresas, a entidade mantém a expectativa de que o Imposto de Fronteira - que incide sobre optantes do Simples Nacional e que é diferencial (5%) cobrado sobre mercadorias adquiridas em outros estados e do exterior - seja extinto. A Assembleia Legislativa derrubou decreto que prevê a mudança, mas o governo estadual mantém recolhimento. “Queremos o imposto extinto o mais rápido possível”, avisou Russowsky.

O dirigente também defendeu que seja feita a renegociação do atual contrato da dívida do Estado com a União, superior a R$ 46 bilhões, para reduzir a parcela de pagamento de 13% para 9% da receita corrente líquida. A alteração, segundo Russowsky, chegou a ser cogitada em reuniões entre o governador Tarso Genro (PT), Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) local e bancada gaúcha no Congresso Nacional. Mas o que vingou no projeto de lei aprovado e sancionado foi a troca do indexador (saiu o IGP-DI mais 6% ao ano, e entrou IPCA mais 4% ou a Selic, o que for menor). “Renegociar o teto abre espaço de R$ 1 bilhão com menor despesa anual”, destaca.

COMENTÁRIOS
Marciano Dorneles - 09/12/2014 - 10h33
É incrível como tem pessoas e entidades que sempre falam em aumentar impostos e esquecem que o problema do Brasil é a centralização do poder em brasíia, porque a Federasul não apoia o rompimento com o pacto federativo, que é o que verdadeiramente suga nossas divisas, renegociar uma dívida que já foi paga? o valor da CPMF que era 0,38 foi embutido no IOF, só quem paga sabe meu caro Russowsky, tem que cortar impostos para estimular a produção, autonomia para os estados como nos EUA.

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