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Indústria Notícia da edição impressa de 21/11/2014

Synthos obtém licença para planta no Rio Grande do Sul

Grupo quer investir R$ 380 milhões em complexo de borracha sintética

Jefferson Klein

MARCO QUINTANA/JC
Planta será alimentada pelo butadieno da Braskem, em Triunfo
Planta será alimentada pelo butadieno da Braskem, em Triunfo

A empresa Synthos recebeu da Fundação Estadual de Meio Ambiente (Fepam) licença prévia com validade até 13 de junho de 2016 para a fabricação de produtos químicos derivados do petróleo no polo petroquímico de Triunfo. O grupo polonês pretende investir aproximadamente R$ 380 milhões em um complexo de borracha sintética no Rio Grande do Sul.

O diretor da consultoria MaxiQuim Otávio Carvalho destaca que o licenciamento demonstra que o projeto não foi abandonado, já que a expectativa era de que o empreendimento já pudesse ter atingido uma fase mais avançada nesse momento. “A questão é o contrato da nafta (que está sendo negociado entre os maiores players da área petroquímica: Braskem e Petrobras)”, alerta o consultor. A planta da Synthos será alimentada pelo butadieno da Braskem. Contudo, a concretização do negócio depende de que a Braskem tenha a garantia de fornecimento de nafta (matéria-prima do butadieno) por parte da Petrobras.

No final de agosto, a Braskem assinou com a estatal um aditivo ao contrato de nafta da petroquímica com vigência até o fim de fevereiro de 2015. As condições atuais foram mantidas e o preço será ajustado retroativamente a 1 de setembro de 2014, na assinatura do novo contrato. Este aditivo evitou a possível paralisação da produção de centrais petroquímicas, o que traria graves consequências ao setor químico e petroquímico brasileiro. Contudo, até agora, as duas empresas não chegaram a um acerto definitivo sobre o preço da nafta.

Carvalho prevê que as tratativas entre Petrobras e Braskem irão se estender para o próximo ano, até o limite do prazo. O diretor da MaxiQuim ressalta que toda a turbulência que envolve a Petrobras, que está sob investigação, também atrapalha as negociações. O consultor salienta que até a questão do valor da matéria-prima petroquímica ser solucionada, muitas iniciativas no Brasil ficarão estagnadas ou mais lentas nesse setor. Para Carvalho, a licença da Synthos sugere que a companhia está tentando desenvolver todos os outros passos possíveis até que se decida a situação da matéria-prima.

COMENTÁRIOS
Marcos - 26/11/2014 - 12h25
Muito bom saber que existem empresas investindo no Brasil apesar de todas as dificuldades e alto nivel de corrupção em uma das nossas principais empresas, a Petrobras. Parabéns a Synthos e fico a disposição para qualquer necessidade no que diz respeito a tecnologias em juntas de Vedação na qual poderei prover palestras e Seminários Técnicos a respeito do tema.

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