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PRESÍDIO CENTRAL Notícia da edição impressa de 07/11/2014

Juiz acredita que demolição ficará parada até a retirada de 800 presos

Jessica Gustafson

Iniciada no dia 14 de outubro, a demolição do pavilhão C do Presídio Central deve ficar paralisada por algum tempo, de acordo com o juiz da Vara de Execuções Criminais da Capital, Sidinei Brzuska. De acordo com ele, na terça-feira, o serviço já estava parado, sendo necessária a desocupação do pavilhão D, que será afetado pela intervenção. O problema é que no D estão cerca de 800 detentos que devem ser transferidos para as penitenciárias de Venâncio Aires e de Canoas, sendo que esta última só deve estar concluída em dezembro.

“Um pouco mais da metade do pavilhão C já foi demolida. Contudo, existe um local, como se fosse um corredor, onde os policiais militares cuidam dos dois prédios. Se o C continuar sendo destruído, essa parte desabará. Este posto atende tanto ao pavilhão C quanto ao D. Para continuar, é preciso retirar os presos do D, mas ainda não existem vagas em outros locais para eles”, explica Brzuska. 

Para a Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe), a medida de iniciar a demolição do pavilhão C é a primeira etapa efetiva de desativação da penitenciária, prevista para acontecer em 2015, quando restarão no máximo 1.500 detentos provisórios, com a criação de uma cadeia pública. A transferência dos 363 presos para a Penitenciária Modulada de Montenegro teve início no final de setembro. Em julho, já havia sido feita a transferência de outros 500 para o mesmo local.

A expectativa apresentada em outubro era de que o trabalho de demolição das duas estruturas, que possuem juntas 6.600 metros quadrados, levasse cerca de quatro meses. A assessoria da Susepe informou que a demolição está sendo feita aos poucos e que algumas partes realmente não podem ser destruídas até o esvaziamento do pavilhão D, pois existem ligações de água e esgoto que são comuns entre as duas estruturas.

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