Porto Alegre, quarta-feira, 21 de outubro de 2020.
PREVISÃO DO TEMPO
PORTO ALEGRE AMANHÃ
AGORA
19°C
15°C
7°C
previsão do tempo
COTAÇÃO DO DÓLAR
em R$ Compra Venda Variação
Comercial 5,5230 5,5250 1,61%
Turismo/SP 4,7300 5,8120 0,44%
Paralelo/SP 4,7400 5,6700 0%
mais indicadores
Página Inicial | Opinião | Economia | Política | Geral / Internacional | Esportes | Cadernos | Colunas
ASSINE  |  ANUNCIE  
» Corrigir
Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.
Nome:
Email:
Mensagem:
132788
Repita o código
neste campo
 
» Indique esta matéria
[FECHAR]
Para enviar essa página a um amigo(a), preencha os campos abaixo:
De:
Email:
Amigo:
Email:
Mensagem:
132788
Repita o código
neste campo
 
 
» Comente esta notícia
[FECHAR]  
  Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.  
  Nome:  
  Email:    
  Cidade:    
  Comentário:    
500 caracteres restantes
 
Autorizo a publicação deste comentário na edição impressa.
 
132788
Repita o código
neste campo
 
 
imprimir IMPRIMIR

AGRONEGÓCIOS Notícia da edição impressa de 04/11/2014

Estado inicia vacinação contra a febre aftosa

Segunda etapa da imunização é destinada apenas ao rebanho de até dois anos, e deve atingir 5 milhões de animais

Luiz Eduardo Kochhann

THAIS D'AVILA/IMPRENSA FUNDESA/DIVULGAÇÃO/JC
Produtores têm até 30 de novembro para realizar o procedimento
Produtores têm até 30 de novembro para realizar o procedimento

O Rio Grande do Sul deve vacinar em torno de 5 milhões de animais na segunda etapa de combate à febre aftosa. Na primeira fase, realizada em maio, foram imunizadas 13,6 milhões de cabeças, representando uma cobertura de 98,32% do rebanho bovídeo do Estado. Agora, o processo é de reforço, por isso a aplicação atinge apenas os bovinos e búfalos de até 24 meses, em idade mais vulneráveis a doença. A abertura oficial da vacinação aconteceu ontem, no distrito de São Valentim, em Santa Maria, e os produtores têm até 30 de novembro para realizar o procedimento.

Na fase atual, o governo estadual investiu R$ 3 milhões na aquisição de 1,7 milhão de doses. Além disso, outras 700 mil vacinas estão disponíveis nas inspetorias regionais da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa). O montante será distribuído gratuitamente ao produtor rural enquadrado nos critérios do Programa Nacional de Apoio à Agricultura Familiar (Pronaf) e no Programa Estadual de Desenvolvimento da Pecuária de Corte Familiar (Pecfam) e que tenha um rebanho de até 100 animais, o que representa 75% da categoria.

“É importante reforçar que o pessoal procure as inspetorias regionais e faça o procedimento logo no começo. Mais tarde, podem haver filas para obter a vacina”, destaca o coordenador pela Seapa do Programa Nacional de Erradicação de Febre Aftosa (Pnefa), Fernando Groff. É necessário atuar de forma preventiva, de acordo com Groff, ficando atendo aos sinais da doença. Ao observar animais babando e mancando, o criador deve comunicar imediatamente a inspetoria da cidade ou região. A enfermidade afeta animais de casco fendido, como bovinos, bubalinos, caprinos e suínos.

De caráter obrigatório, a vacinação deve atingir, segundo meta estipulada pela Seapa, ao menos 90% do rebanho com até 24 meses de idade. A prestação de contas pode ser realizada até o dia 5 de dezembro. Enquanto isso, a entidade fiscalizará mais de 13 mil propriedades, com prioridade para áreas consideradas de risco, como a Fronteira, áreas de circulação de animais, zonas de porto e nas cercanias de cidades. Em caso de descumprimento, há multa prevista em lei.

Atualmente, Santa Catarina é o único estado brasileiro com homologação de livre de aftosa sem vacinação. O último caso registrado em solo gaúcho aconteceu em 2001. A região do Cone Sul – incluindo Uruguai, Argentina, Chile, Paraguai e Brasil – não possui focos de aftosa há dois anos. “Mas não devemos olhar para esses números e baixar a guarda. É preciso manter a atenção não apenas pelos novos mercados de carne bovina que estão sendo abertos, como o russo, mas para manutenção da qualidade da cadeia produtiva. Quando novos casos de aftosa aparecem, a recuperação da produtividade leva anos”, alerta Groff.

COMENTÁRIOS
Nenhum comentário encontrado.

imprimir IMPRIMIR
TEXTOS RELACIONADOS
Anele diz que projeto Brazilian Rice ajuda a exportar arroz beneficiado
Projeto para exportar arroz beneficiado será estendido
Valor projetado para setembro é de R$ 0,814 o litro, aponta Conseleite
Preço do leite registra leve queda no Rio Grande do Sul
Aumento da umidade nos próximos dias vai retardar semeaduras
Clima ameaça a produtividade e o plantio
Agricultores participantes têm orientações para melhorar a produção
Programa incentiva boas práticas no meio rural