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Franchising Notícia da edição impressa de 03/11/2014

Franchising é aposta para ampliar valor às marcas

Indústrias decobrem oportunidades de negócios e focam na expansão

Luiz Eduardo Kochhann, de Ilha de Comandatuba (BA)

O franchising gaúcho tem muito espaço para conquistar. Atualmente, representa apenas 2% do faturamento brasileiro de R$ 115 bilhões. Em relação ao número de redes e de unidades, o Rio Grande do Sul engloba, respectivamente, 4,6% e 4,9% do mercado nacional. Os segmentos que mais arrecadam são os seguintes: acessórios pessoais e calçados (27,3%); móveis, decoração e presentes (22,3%); esporte, saúde e beleza (21,2%). Na região Sul, o Paraná é responsável por 80% dos ganhos, muito acima dos gaúchos, que obtêm 12,1% do total. “O Estado começou tarde no franchising, mas agora as indústrias estão optando por esse modelo como forma de fortalecimento das suas marcas. Nos últimos quatro anos, o número de franqueadores cresceu 100%”, ressalta o diretor regional do Rio Grande do Sul da Associação Brasileira de Franchising (ABF), Marco Pozza.

De acordo com Pozza, os setores de maior potencial no cenário local são o calçadista e o moveleiro, com possibilidades, inclusive, de expansão internacional das franquias, especialmente para a China e os Estados Unidos. Mas, nesse cenário, as companhias gaúchas caminham também para o interior do Brasil, completando os dois movimentos incentivados pela ABF durante sua 14ª Convenção, que se encerrou quinta-feira, na Bahia: internacionalização e interiorização. “A pujança do interior, seja pelo agronegócio ou pela indústria, acaba distribuindo bem o franchising no Rio Grande do Sul. Os grandes centros passam por certo esgotamento e concorrência acirrada, o que motiva a busca por outras localidades de consumo”, completa. Hoje, 60% das unidades em operação estão fora de Porto Alegre.

A empresa Bibi, de Parobé, iniciou o investimento em franquias há apenas seis anos, se tornando a primeira indústria de calçados infantis a se aventurar no ramo. Neste período, chegou a 70 lojas – 14 delas próprias – em 22 estados brasileiros. Mesmo em um momento econômico instável, o faturamento, em 2014, irá crescer 34%, mesma meta estabelecida para 2015. Além disso, mais 20 franquias devem ser abertas no País. “Ainda vislumbramos possibilidades de desenvolvimento e qualificação. Afinal, após a estruturação obtida nestes seis anos, queremos trabalhar a educação do franqueado, investindo, por exemplo, em ferramentas para melhoria da gestão do estoque, para trazer mais eficiência”, explica a diretora de varejo e exportação, Andrea Kohlrausch.

No mercado nacional, a Bibi focou sua expansão no interior de São Paulo e também do Nordeste, com estabelecimentos em cidades como Petrolina (PE), Caruaru (PE) e Imperatriz (MA). “Onde há estudos comprovando o potencial de consumo infantil, temos buscado fazer esse movimento em direção ao interior. E são localidades onde os negócios estão indo bem”, ressalta Andrea. A partir do próximo ano, o alvo está no exterior. A marca exporta para mais de 60 países, mas também quer abrir franquias ao redor do mundo. Para isso, está realizando um estudo com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos para avaliação da viabilidade de lojas nos Estados Unidos. 

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