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Logística Notícia da edição impressa de 14/10/2014

MBS deve iniciar estaleiro de Porto Alegre em 2015

Estrutura vai fabricar e montar módulos de plataformas de petróleo

Jefferson Klein

A MB Serviços de Manutenção e Reparos Industriais (MBS) espera conseguir até fevereiro as liberações necessárias para começar as obras de um estaleiro em Porto Alegre. A estrutura será voltada à fabricação e montagem de módulos de processo de plataformas de petróleo. O empreendimento será dividido em dois estágios. Se a meta for alcançada, a etapa inicial da operação do complexo deve ocorrer ainda no primeiro semestre do próximo ano e a segunda fase da planta irá acontecer na metade final de 2015.

Representantes da companhia e do governo do Estado assinaram ontem, na sede da Superintendência de Portos e Hidrovias (SPH), protocolo de intenções para a instalação da unidade de construção naval da empresa no chamado Polo Naval do Guaíba. A acomodação do empreendimento será feita em duas áreas do porto da Capital: ao lado do Campo de Treinamento do Grêmio, no Cais Marcílio Dias, e outra próxima à rodoviária, no final do Cais Mauá e começo do Cais Navegantes. Essa última é que terá as atividades iniciadas mais rapidamente. Para que as obras comecem, a MBS aguarda a liberação da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e licenciamento da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam).

O diretor comercial da MBS, Reginaldo Novais, adianta que conta com o apoio da Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (AGDI) e da SPH para acelerar o processo. Conforme o dirigente, o investimento na iniciativa será de cerca de R$ 50 milhões. Na edificação do estaleiro, deverão ser gerados em torno de 300 empregos diretos, e na operação, de 500 a 800, podendo chegar a mil postos de trabalho.

Novais explica que o plano é atender a demandas de companhias que possuem encomendas da Petrobras como Ecovix, EBR, Quip e Iesa (com Andrade Gutierrez) – todos esses grupos possuem atividades no Rio Grande do Sul. A MBS ainda não tem definida alguma encomenda para ser realizada no Estado, mas o empresário enfatiza que assim que conseguir o licenciamento, com o mercado de óleo e gás aquecido, será fácil conquistar demandas. Novais detalha que, com matriz em Itaboraí, no Rio de Janeiro, a companhia já desenvolve trabalhos para o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) e para as plataformas P-67 e P-70.

De acordo com o empresário, a primeira área do complexo em Porto Alegre (próxima da rodoviária) será destinada à fabricação dos blocos para os módulos e a segunda (perto do CT do Grêmio) à estocagem. Diferentemente do que era a expectativa inicial comunicada pela SPH, Novais esclarece que a intenção é, futuramente, manter os dois espaços em operação e não apenas o do Cais Marcílio Dias.

Os dois terrenos somam um total de 134 mil metros quadrados. O diretor de portos da SPH, Paulo Astrana, revela que, pelo arrendamento, será cobrada, mensalmente, uma taxa portuária de R$ 3,00 o metro quadrado. O superintendente da autarquia, Arlindo Bonete, ressalta que o porto da capital gaúcha verifica uma extensão de aproximadamente oito quilômetros, e o foco é ocupar o máximo possível desse trecho.

SPH prevê facilidade para primeira etapa do projeto

O superintendente da SPH, Arlindo Bonete, acredita que a fase inicial do processo de instalação da MBS deverá ocorrer mais naturalmente, pois a área próxima à Rodoviária já estava sendo preparada para o uso das empresas Ecovix e Irigaray. O diretor de Infraestrutura e Energia da AGDI, Marco Franceschi, acrescenta que a iniciativa atual é semelhante a das outras duas companhias. No entanto, o empreendimento anterior não foi adiante devido a uma mudança da estratégia empresarial da Ecovix.

Atualmente, o espaço está sendo destinado à movimentação de torres de geração de energia eólica. Quando a MBS começar a utilizar o terreno, o transporte desses equipamentos será feito próximo ao local que está sendo empregado pela Koch Metalúrgica e a austríaca Palfinger, no Cais Navegantes, para a implementação de guindastes. Franceschi diz que o Estado negocia com outras empresas de óleo e gás para se instalarem no Polo Naval do Guaíba, a fim de formar um cluster que atenda a toda cadeia do segmento.

COMENTÁRIOS
Bibiano Rocha - 14/10/2014 - 07h43
Intitular-se como Polo Naval do Guaíba uma área onde serão soldadas algumas estruturas a serem enviadas a Rio Grande, onde além de também fabricá-las, ainda são montadas nas plataformas como a P-67 e P-70, a primeira já quase concluída e a segunda sem previsão ainda de construção, pois antes serão construídas a P-68 e P-69, acho uma bobagem. Dum Polo Naval saem navios, plataformas e sondas. Isso não ocorrerá em Poa. Cluster naval é o que existe em Rio Grande e São José do Norte.


Henrique Wittler -
14/10/2014 - 09h31
Mais um passo é dado nos negócios de venda, alugueis e negociatas de áreas públicas para particulares. Desde que correram com os detentores da área do Humaitá para a ARENA do Grêmio as áreas públicas passaram a correr perigo. O Ministério Público faz que age mas logo após faz um acordo, desde que a caixinha do meio ambiente se locuplete, não querendo saber das conseqüências. Salve TARSO GENRO e FORTUNATI pelas suas participações e OMISSÕES. Estes serão realmente os grandes culpados.


Alexandre -
14/10/2014 - 11h03
Sou totalmente a favor do livre mercado e do progresso. Mas tem tanto lugar pra colocar essas fábricas no RS, por que colocar logo ali onde a tendencia atual é aproximar o povo portoalegrense do Rio Guaiba.

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