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INDÚSTRIA NAVAL Notícia da edição impressa de 30/09/2014

Porto da Capital receberá estaleiro

SPH e MB Serviços assinam amanhã acordo de intenções para implantação da planta naval

Jefferson Klein

ANTONIO PAZ/JC
Empresa vai se instalar em duas áreas, uma ao lado do CT do Grêmio
Empresa vai se instalar em duas áreas, uma ao lado do CT do Grêmio

Após a desistência da Ecovix e da Irigaray do projeto de instalação uma unidade para fabricação de módulos de plataformas de petróleo em Porto Alegre, anunciada no começo deste mês, não foi necessário esperar muito para que um empreendimento similar preenchesse o espaço deixado. A Superintendência de Portos e Hidrovias (SPH) e a empresa MB Serviços de Manutenção e Reparos Industriais assinam amanhã um acordo de intenções para implantação de um novo estaleiro na Capital.

O diretor de portos da SPH, Paulo Astrana, esclarece que a acomodação da companhia acontecerá em duas áreas: ao lado do Centro de Treinamento (CT) do Grêmio, no Cais Marcílio Dias, e outra próxima à rodoviária, no final do Cais Mauá e começo do Cais Navegantes. A primeira abrangerá 9,8 hectares e a outra 3,6 hectares. Inicialmente, a MB irá ocupar justamente o terreno que seria destinado às empresas Ecovix e Irigaray, ao lado da rodoviária. O espaço será utilizado de forma provisória, pois já está pronto para ser aproveitado. No outro, junto ao complexo gremista, ainda é necessário fazer a terraplenagem e preparar o terreno para a implementação da estrutura. Quando as obras forem concluídas, a MB deverá ficar apenas com essa última área.

Astrana comenta que o início da construção das unidades dependerá de quando será obtida a autorização da Agência Nacional de Transporte Aquaviários (Antaq). O investimento na iniciativa será na ordem de R$ 40 milhões a R$ 50 milhões, gerando entre 500 empregos diretos e 500 indiretos na operação. A empresa, que tem sede na cidade de Itaboraí, no Rio de Janeiro, pretende deslocar a operação que desenvolve hoje no porto de Itajaí (SC).

De acordo com o diretor de portos da SPH, um dos motivos para a companhia vir para o Estado é a vantagem de ficar mais perto do polo naval de Rio Grande. Além disso, o dirigente cita o incentivo que o governo gaúcho está concedendo para a instalação das empresas na região. O decreto 51.103/14, publicado no Diário Oficial do Estado, estabeleceu o Polo Naval do Guaíba e deve facilitar o desenvolvimento de empreendimentos como esse.

Os módulos fabricados em Porto Alegre pela MB serão transportados pelo modal hidroviário para serem integrados, em outros locais, às plataformas de petróleo. Astrana destaca que a atividade do grupo significará um grande impulso para o porto gaúcho e salienta que o acordo será firmado no dia do aniversário da SPH, que completa 63 anos.

Casco da P-66 sai de Rio Grande no próximo mês

O casco da plataforma de petróleo P-66, encomendada pela Petrobras e que está sendo desenvolvido em Rio Grande, deve deixar a cidade antes do final do próximo mês. A estrutura seguirá para Angra dos Reis, onde será feita a parte de integração e complementação.

Esse é um dos oito cascos para plataformas FPSOs (unidades flutuantes que produzem e armazenam petróleo) que a Ecovix, responsável pelo Estaleiro Rio Grande (ERG), está trabalhando. A P-66 já deveria ter sido encaminhado no dia 28 de junho para o Rio de Janeiro e terá comprimento total de 288 metros. O empreendimento terá capacidade de processamento de 150 mil barris diários de óleo e 6 milhões de metros cúbicos ao dia de gás.

COMENTÁRIOS
Hermes Vargas dos Santos - 30/09/2014 - 08h15
Acredito que o anúncio tenha objetivo eleitoral, pois mais tarde ocorrerá nova desistência, até porque a localização de um estaleiro próximo ao centro de Porto Alegre, junto ao estádio do Grêmio, é inviável. Como o próprio anúncio afirma, a melhor localização é próximo ao Porto de Rio Grande. Rio Grande, São José do Norte ou Pelotas. Ponto.


Fabio -
30/09/2014 - 11h17
E vamos encher a cidade de carioca. Vai ficar lindo.


Rafael Lopes -
30/09/2014 - 12h16
É impressionante como as licenças para empreendimentos na região metropolitana são disponibilizados em tempos "recordes". Enquanto Pelotas e outras cidades da metade Sul, aguardam desde 2012 licenças para empreendimentos semelhantes a este, e passado 2 anos mada de novidade. Porque será? Assim como acontece com a fabrica de caminhões em Camaquã.


Guilherme Silva -
30/09/2014 - 21h55
40 a 50 milhões para construção ? isso mal paga a terraplanagem e drenagem da área ... e o cais ? dragagem fica onde ? essa empresa é pequena e desconhecida.

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