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INVESTIMENTOS Notícia da edição impressa de 05/09/2014

Projeto de mineração em São José do Norte avança

Previsão é que a produção no município tenha início a partir de 2017

Jefferson Klein

JOÃO MATTOS/JC
Xavier prevê menos dificuldades em relação ao antigo projeto Bojuru
Xavier prevê menos dificuldades em relação ao antigo projeto Bojuru

Está progredindo o empreendimento de mineração que será desenvolvido no município de São José do Norte. A empresa responsável pela iniciativa, a Rio Grande Mineração, já entregou o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o Relatório de Impacto Ambiental (Rima) ao Ibama e a expectativa é de que em três anos inicie-se a produção.

O presidente da companhia, Luiz Bizzi, destaca que as audiências públicas para discutir o licenciamento estão previstas para acontecer antes do fim deste ano. Os eventos deverão ser realizados nas cidades de São José do Norte e na vizinha Rio Grande. O executivo adianta que a estimativa é de obter a licença prévia ambiental em 2015. De posse do documento, a empresa ingressará no estágio de levantamento de recursos financeiros e fechamento de contratos. A projeção é que a preparação da lavra ocorra em 2016 e que a produção ocorra no ano seguinte.

Serão explorados os minerais ilmenita e rutilo (substância titânio) e zircão (substancia zircônio). Esses materiais são aproveitados em diversos segmentos da economia, como nas indústrias de cerâmica, química, entre outras. Bizzi detalha que a ilmenita é usada para a pigmentação (tintas), e o rutilo, como elemento para solda. Já o zircão é utilizado, principalmente, em refratários.

O executivo comenta que, em uma primeira fase, a perspectiva é de alcançar uma produção de aproximadamente 300 mil toneladas anuais. E, após dois anos, haverá condição de dobrar esse volume. Parte dos materiais será destinada ao mercado interno e outra para exportação. O dirigente estima em cerca de R$ 800 milhões o investimento necessário para a implantação das duas fases. Quando essa meta for atingida, o empreendimento deverá gerar aproximadamente R$ 70 milhões em tributos federais, estaduais e municipais.

Durante a implantação da estrutura necessária, deverão ser criados em torno de 1,5 mil postos de trabalho e a operação (que abrange mais automação) deve proporcionar cerca de 350 empregos. Bizzi diz que a maioria das contratações envolverá mão de obra local.

Para desenvolver a iniciativa, a Rio Grande Mineração adquiriu todos os direitos minerários, dados e informações de propriedade da Paranapanema na região e também da Rio Tinto e da Amazônia Mineração. No começo dos anos 2000, a ideia de criação de um complexo de mineração em São José do Norte era conhecida como Projeto Bojuru (por causa de um distrito da cidade). Depois de muitos debates e dificuldades com a questão do licenciamento ambiental, o empreendimento entrou em processo de “hibernação”. Hoje, é chamado de Projeto Retiro (outro nome ligado a uma localidade da região).

O vice-prefeito de São José do Norte, Francisco Elifalete Xavier, prevê que a ação de agora não deverá enfrentar tantas restrições como a antiga, pois há diferenças entre as propostas. Segundo o dirigente, o grupo Paranapanema iria explorar e transformar os minerais no próprio local, havendo processos físicos e químicos. Já o projeto atual será com trabalho in natura, não ocorrendo ações químicas, diminuindo o impacto ambiental.

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