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Artigo Notícia da edição impressa de 08/07/2014

Negligência na destruição do Salgado Filho

Henrique Cezar Paz Wittler

Seguidamente, a imprensa questiona a paralisação das obras do aeroporto Salgado Filho sem, no entanto, citar os porquês ou causas, mesmo sendo de conhecimento destes representantes da mídia os reais motivos. Em 2005, um representante da Aeronáutica entregou ao prefeito José Fogaça (PMDB) e seu vice, José Fortunati (PDT), cópia da portaria que liberava a utilização do aeroporto conforme o plano de segurança apresentado pela prefeitura. A referida portaria, que levou o número 68/DGCEA, de 2 de maio de 2005, no art. 6º cita o Anexo D, que inclui uma centena de obstáculos que deveriam ser removidos, entre eles um edifício na rua Quintino Bocaiúva, próximo a 24 de Outubro, que ultrapassava a altura limitada pela segurança dos voos em 36,20 m. Além de não atender o acordado, o prefeito e seu vice encaminharam à Câmara de Vereadores projeto do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano e Ambiental (Pddua) de Porto Alegre, muito mais agressivo, contrariando o que determinava a citada Portaria para a altura máxima dos prédios. Mesmo antes da aprovação do novo Pddua, passaram a liberar construções mais elevadas, muito além das citadas no Anexo D, gerando, com este procedimento, uma agressão às normas de segurança de voos tanto brasileiras quanto as internacionais, possibilitando uma possível interdição do aeroporto para voos de aeronaves de maior porte.

Desta forma, a administração municipal, apoiada em seus vereadores, começou a tratar o Salgado Filho como descartável, até chegar aos dias atuais, em que a situação é constrangedora.

Alguns meses atrás, um comandante da TAP, que faz o voo Porto Alegre/Portugal, declarou à imprensa que os voos eram deficitários, porque a pista só permitia decolagem com menos de meia carga. Porém, de nada adiantaria aumentar a pista, pois são os obstáculos que determinam o tipo e a carga da aeronave. O Exército até hoje não assumiu esse projeto por conhecer muito bem o assunto e, dessa forma, evita assumir a responsabilidade por um erro que lhe estão a induzir. Todo problema teria sido resolvido se a administração Fogaça tivesse freado o desenvolvimento de edifícios elevados em locais impróprios à segurança de voo no lugar de liberar abertamente a construção dos mesmos, que só beneficiou aos especuladores imobiliários. Hoje, construir um novo aeroporto custaria não menos do que R$ 18 bilhões, e todo e qualquer investimento no atual é considerado como botar dinheiro fora.

Engenheiro civil

COMENTÁRIOS
Marco Passarinho - 09/07/2014 - 13h36
Tem muito interesse escuso por trás desta discussão. Especialmente na mídia que tem por acionistas os da Maiojama. O objetivo é fazer o novo aeroporto para liberar a área no entorno do atual para prédios tipo espigão. E a Camera de Vereadores e Prefeitura estão fazendo vista grossa, sabe-se lá porque...


paulo da cunha -
10/07/2014 - 14h48
"VISTA" grossa??? Isso pra mim TEM OUTRO NOME!!!


carlos almeida -
11/07/2014 - 13h28
comandante falou que os voos são deficitarios ? de onde ele tirou essa informação pois a rota poa-lis junto com poa-luanda são as mais rentaveis segundo o presidente da tap . fiz esse voo 2 vezes e esatav lotado nas 2 oportunidades .a rota completou 3 anos se fosse ruim a tap já teria cancelado .

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