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categoria Notícia da edição impressa de 28/05/2014

O futuro do técnico em contabilidade em xeque

Ariel Engster

Originalmente, era uma medida provisória que tratava apenas de incentivos para infraestrutura da indústria petrolífera. Nas idas e vindas das tramitações parlamentares, no entanto, a Lei 12.249, de 2010, passou a abarcar outros temas e atingiu diretamente o mundo contábil. Uma das muitas emendas inseridas na medida original determina que, a partir de 2015, só poderão obter registro profissional em Contabilidade quem tiver Ensino Superior. Com isso, o futuro dos técnicos ficou incerto e duas vertentes duelam: os que acreditam que é só uma mudança de prerrogativas e os que veem nisso o fim da profissão.

A Lei 12.249, de 2010, alterou o Decreto-Lei 9.295, de 1946, que regulamenta a profissão contábil, determina a criação do Conselho Federal de Contabilidade e define as atribuições dos contadores e guarda-livros que, depois, tornaram-se os técnicos em contabilidade. As novas definições passam a exigir o Ensino Superior para obter o registro da categoria, mas mantêm as prerrogativas profissionais dos técnicos já registrados e permite que os que estão se formando obtenham registro até o dia 1 de junho do ano que vem. Após esta data, técnicos não registrados não poderão realizar algumas das atividades que hoje cumprem.

As mudanças não representam o fim da categoria, pois, enquanto houver pessoas com essa formação, haverá técnicos no mercado. É o que garante a professora do Departamento de Ciências Contábeis e Atuariais da Ufrgs e vice-presidente do CRCRS, Ana Tércia Rodrigues. “Não está sendo extinta a categoria dos técnicos em contabilidade. Na verdade, o que se está eliminando são os novos registros. O que acontece é que, a partir de 2015, os técnicos não terão mais algumas prerrogativas profissionais como, por exemplo, assinar balanços ou ser titular de uma organização contábil. Quem já tem o registro, entretanto, vai manter essas possibilidades”, acredita.

A procura pelos serviços dos técnicos não deve diminuir. A consequência, avalia a professora, é a continuidade de uma tendência atual, da utilização dos técnicos em funções mais auxiliares. “A atividade de cunho mais gerencial e estratégico é exercida pelo profissional de nível superior”, afirma Ana Tércia. “O mercado contábil continua muito aquecido e todas as empresas e organizações contábeis contam com técnicos, mas na grande maioria dos casos em atividades auxiliares – e isso vai continuar acontecendo”. Essas diferentes atribuições devem garantir, segundo a professora, uma definição mais clara no mercado de qual é o papel do contador.

A exigência do curso superior para o exercício da profissão se justifica pela necessidade de conhecimentos que vão além da parte estritamente operacional, como métodos quantitativos ou de direito. “No nível superior, o profissional tem uma visão da Ciência Contábil de uma forma bem mais ampla, principalmente da interação com outras áreas de conhecimento. Não tenho a menor dúvida de que, no patamar em que a contabilidade se encontra enquanto profissão, enquanto área de conhecimento, o Ensino Superior é indispensável para uma boa formação de um profissional”, garante Ana Tércia.

Os técnicos em contabilidade são, no Rio Grande do Sul, 40% dos profissionais da área. Existem quase 15 mil técnicos e mais de 22 mil contadores. No Brasil, a proporção é semelhante. Mesmo com o grande número de profissionais, existe um temor de que os técnicos acabem se extinguindo. “Nós estamos indo na contramão de algo que o governo federal incentiva”, reclama o técnico em contabilidade Daniel de Souza. Para ele, as novas medidas contrastam com o grande incentivo que a União tem dado aos cursos técnicos, por meio de iniciativas como o Pronatec.

O impacto das mudanças, analisa Souza, não deve ser sentido imediatamente, mas em longo prazo. “O Conselho Federal de Contabilidade diz que isso não é a extinção dos técnicos, mas nós entendemos que, por tabela, ninguém vai querer fazer um curso que não dá a habilitação para exercer a profissão”, reclama Souza. Para ele, deveria ter ocorrido uma revisão na carga horária dos profissionais. “Foi feita uma simplificação, sem discutir junto à sociedade. O que se alega é que os cursos técnicos não formam mais como antigamente, mas também existem muitas faculdades que não preparam adequadamente os profissionais de nível superior da nossa área”, critica. Souza considera que as medidas são prejudiciais à contabilidade, uma vez que a profissão é tanto operacional quanto analítica, e o trabalho dos técnicos complementa o dos contadores.

O presidente do Sindicato dos Contabilistas de Porto Alegre (SCPA), Clésio Luís da Silva, compartilha das críticas de Souza. Para ele, há contradição com os incentivos aos cursos técnicos, além de ter faltado estudo junto à sociedade quando da implementação das mudanças, que teriam sido feitas sem considerar as escolas técnicas, os alunos e os profissionais que estão entrando na área. Segundo o presidente, o que se deverá ver em breve é uma falta de mão de obra. “Vai sobrecarregar a profissão dos bacharéis contadores na prestação de serviço, tanto nas grandes quanto nas micro e pequenas empresas”, analisa.

O possível fim da categoria já foi discutido até mesmo no Senado Federal, em uma audiência da Comissão de Assuntos Sociais (CAS). O objetivo das entidades é pelo menos adiar a efetivação das mudanças e aplicação da lei, para que outras organizações interessadas possam analisá-las e propor soluções.

Mudanças devem se refletir nas escolas técnicas

MARCO QUINTANA/JC
Ana Tércia defende a especialização
A Escola Técnica Estadual Irmão Pedro, de Porto Alegre, possui 1,2 mil alunos divididos em três cursos técnicos e o Ensino Médio. Desses, 240 fazem o técnico em contabilidade, tornando-o o curso mais procurado e com mais turmas. “É uma área que tem uma demanda muito grande por profissionais. A todo semestre, as turmas de contabilidade estão cheias”, garante a diretora Raquel Dimer da Rocha.

Dentro da instituição, assim como nas outras escolas técnicas, as mudanças no registro de profissionais é um tema discutido há muito tempo nos corredores e salas de aula. As dúvidas partem tanto dos próprios institutos quanto dos seus alunos. Para Raquel, não há motivo para grandes preocupações, pois a legislação do MEC não foi afetada e a demanda pelos técnicos deve se manter, garantindo assim a continuidade dos cursos. “A estrutura do técnico, do curso de nível médio, não muda. Ele seguirá existindo como está”, garante.

A professora do Departamento de Ciências Contábeis e Atuariais da Ufrgs, Ana Tércia Rodrigues, acredita que as escolas não têm muito o que fazer em relação às novas medidas, mas que precisam, sim, se preparar para uma diminuição na procura. “Provavelmente, muitas pessoas deixarão de procurar o Ensino Técnico por não haver mais a possibilidade de efetuar o registro junto ao conselho”, prevê. “Ainda existe uma incógnita de como irá se comportar esse mercado dos cursos técnicos. Já se tem notícias de escolas fechando ou não oferecendo mais o curso técnico, mas acredito que isso seja uma medida precipitada, já que o mercado deve continuar absorvendo esses novos técnicos em contabilidade.”

Na análise da vice-presidente de registro do CRCRS, Marlene Chassot, a falta de registro deve desmotivar os profissionais. “O técnico com registro procura ter educação continuada. Sem o incentivo do registro, ou as pessoas vão procurar uma faculdade ou vão deixar de fazer o técnico e optar por outra área”, diz. No entanto, mesmo no nível superior ainda existe uma defasagem entre o conhecimento que os profissionais obtêm e o que o mercado exige na atividade prática, alerta Ana Tércia. “Mas o profissional com ensino de nível superior tem muito mais condição de se inserir no mercado do que um com pouco tempo de formação, o que é a realidade hoje dos cursos de nível técnico”.

Para avaliar os alunos formados tanto nos cursos de nível superior quanto no técnico, a Lei 12.249/10 também definiu a volta do Exame de Suficiência. A existência da prova de qualificação é mais um ponto utilizado pelos defensores do Ensino Técnico, já que ele garantiria o bom nível tanto dos formados em faculdades quanto em escolas técnicas. “Por se saber que as formações não são das melhores, se criou esse filtro. O profissional que não tenha qualificação não vai conseguir passar. Por que não continuar assim?”, questiona o técnico em contabilidade Daniel de Souza. A professora Ana Tércia contesta: “O Exame de Suficiência ainda é uma prova teórica, na qual muito pouco de conhecimento prático pode ser explorado. Ele não dá totais garantias de que o profissional, sendo aprovado no exame, teria plenas condições de se inserir no mercado de trabalho”. Reflexo disso, garante a professora, é a necessidade dos profissionais se especializarem, buscando treinamentos específicos, já que a contabilidade abrange diferentes segmentos como auditoria, perícia e consultoria.

COMENTÁRIOS
Diógines - 28/05/2014 - 09h04
A regra é simples o curso técnico de contabilidade irá ser tratado da mesma forma que os outros curso técnico. Nao é justo tu se formar em bacharel de CCO e ter quase todas habilitações de um técnico. Não acho que o curso será extinto, pois a pessoa poderá fazer o curso para exercer a profissão porém sem o direito de assinar.


Luiz Fernandes da Rosa Pohlmann -
28/05/2014 - 09h33
Penso que o Sr, Daniel Souza, tem uma restia de razão. Foi discutido com a sociedade? Ou com os profissionais?


Kauê De Carvalho -
28/05/2014 - 10h02
Creio que o curso de contábil ofertado de caráter concomitante ao ensino médio irá sobrepôr em procura quando comparado ao ofertado por instituições privadas, justamente pelo custo/benefício preparatório do 1º citado tendo em vista que àquele pago não forneça mais registro. Isto expõe e muito as iniciativas federais (pronatec) daqueles que possuem uma base familiar que forneça educação digna.


Marcelo -
28/05/2014 - 10h06
No meu ponto de vista, o Exame e Suficiência aplicado até hoje não diz se o profissional esta ou não habilitado a exercer a profissão, pois seu nível/qualidade são é muito baixo. Com relação a "conhecimentos práticos" não é a formação que vai determinar, mas sim a experiência no mercado de trabalho. Tanto o bacharel como o técnico concluem seus cursos com pouquíssima bagagem prática.


GILMAR GODOY -
28/05/2014 - 11h29
Há debate no Senado sobre a não extinção do Técnico em Contabilidade. Consulte os link's: http://www12.senado.gov.br/noticias/materias/2014/03/20/grupo-de-trabalho-estudara-solucao-para-impedir-fim-da-profissao-de-tecnico-em-contabilidade; http://www12.senado.gov.br/jornal/edicoes/2014/03/21/grupo-estudara-solucao-para-tecnicos-em-contabilidade.


RAFAEL GALISTEO -
28/05/2014 - 11h50
A grande questão em si é que existe uma grande disputa entre bacharéis e técnicos em contabilidade; deve-se sim incentivar os cursos técnicos com a qualidade e atenção devidas, jogando o profissional mais rapidamente para o mercado de trabalho. O bacharelado, por sua vez, abre muitas outras "portas", do que a contabilidade comercial, exercida e necessária nos escritórios contábeis e muito bem suprida pelos técnicos em contabilidade.


Luciana Lima -
28/05/2014 - 15h12
Sou técnica e digo que em todo tempo que exerço a profissão nunca fui questionada sobre minha formação.O que o cliente quer é um profissional competente, tenha ele a formação que tiver. Penso que a experiência é que vale, até porque nenhum dos cursos seja superior ou técnico me trouxe o conhecimento que adquiri nestes anos de experiência.


Claudiomiro -
28/05/2014 - 15h47
Como sempre o país anda na contramão do crescimento mundial, é obvio que o Técnico ira acabar e que esta LEI visa pura e simplesmente a reserva de mercado de uma determinada classe profissional, se até o momento vinda dando certo porque mudar, poderiam melhorar, mas acabar é so coisa de BRASIL. Tenho Curso Técnico e Curso Superior, muito do que aprendi com o Curso Técnico jamais foi mencionado no Superior e é o Técnico que me salva nos momentos críticos.


Antonio Pires de Almeida -
28/05/2014 - 16h28
Sou pós-graduado em "Avaliações Patrimoniais Contábeis" pela FECAP - Sou Técnico em Contabilidade com conclusão em 1962 - Sou Economista - Sou Administrador - Tenho uma penca de cursos de especialização em níveis de pós-graduação e,pasmem! Doino plenamente o campo da Perícia Econômica e Financeira, além da ciência contábil. No entanto, tive negativa do CRC qto a firmar Laudos de perícias Econômico-Fiananceiras, qdo nominado "perito contábil" para a questão dominada tb pelo Técnico em Contabilida


Alcenir Fernandes de Castro -
28/05/2014 - 17h15
Fui Presidente do CRC-BA e enquanto lá estive sempre fui contra extinguir a profissão de Técnico em Contabilidade. No meu entendimento deveria se estabelecer prerrogativas diferenciadas com a relação a responsabilidade técnica entre contadores e técnicos muito mais do que auditoria e perícia. Mas em um momento que em que a profissão de técnico está se fortalecendo em todas as profissões, acho um contrassenso simplesmente acabar com a profissão.


Eduardo -
28/05/2014 - 17h50
Já ouviram falar em técnico em advocacia? Ou técnico em medicina? Não, é claro! Então a contabilidade como ciência social tão importante, sendo o contador o principal consultor de milhões de empresários, é justo exigir uma formação mais sólida.


Maria lucia -
28/05/2014 - 18h48
Entendo que é muito justo com os bacharelados a extinção do curso técnico. Tem muitos técnicos se passando por contador. Cadê o nosso conselho?


rosane pellens -
28/05/2014 - 20h31
Acho que vai ser uma grande perda para aqueles que não conseguem fazer uma faculdade pelo altos preços...Infelizmente muitos abandonarão os estudos..


Paulo Henrique -
28/05/2014 - 20h45
Os cursos técnicos de contabilidade e os de bacharel em Ciências Contábeis de hoje não prepara para o mercado, apenas dão uma noção! Temos que aprender sozinhos!!


Ernilson Paula -
29/05/2014 - 10h55
Realmente o profissional de contabilidade necessita de maiores conhecimentos técnicos para o exercício da função de Contador e não vejo problemas em extinguir o nível técnico para novos registros a partir de 2005. Os técnicos j´registrados nos CRCS devem se manter com o direito adquirido. E quanto ao exame de suficiência, é uma barbada, por isso necessita de questões com resoluções mais técnicas.


Diego Anselmo -
29/05/2014 - 11h07
Sou técnico em contabilidade... E sinceramente não visualizo a necessidade de se extinguir os registros futuros para novos técnicos... Comprovo na pratica que existe muitos técnicos que sabem mais da matéria do que muitos bacharéis... A função de técnico é indispensável num escritório de contabilidade... Penso que é uma imbecilidade barrar novos registros.


Anderson Ávila -
29/05/2014 - 11h12
Maria Lucia, o conselho existe e fiscaliza; além disso não tem como um contabilista (técnico) se passar por contador, basta consultar seu nome nos crc's, esta informação é de domínio público. Se um profissional se apresenta como contador e ao pesquisar no cadastro ele é um técnico, esta pessoa já faz o próprio marketing do que ela é, uma pessoa que age de má fé.


Diego Anselmo -
29/05/2014 - 12h57
ERRATA Onde se lê: E sinceramente não visualizo a necessidade de se extinguir os registros futuros para novos técnicos Leia-se: E sinceramente não visualizo a impossibilidade de se extinguir os registros futuros para novos técnicos


Vivian -
30/05/2014 - 08h11
Concordo com Diógenes. Acho uma decisão precipitada a de extinguir os cursos técnicos.Na área de engenharia, por exemplo, existe o técnico em segurança do trabalho. Porém este, não possui a mesma habilitação que um engenheiro, que possui o registro no CREA e necessita de um técnico para auxiliar em suas atividades. Porque a profissão contábil precisa ser diferente?!?!


Valdeci Medeiros -
30/05/2014 - 13h08
O que acontece é que os se encontram encastelados nos conselhos,estão dando um tiro no próprio pé! Daqui há alguns anos veremos administradores, economistas, advogados assinando balanços patrimoniais simplesmente porque não teremos contadores suficientes para atender a demanda. Nunca vi tanta burrice na minha vida. Quanta incompetência desta gente no CFC e nos CRCs!


Igor -
01/06/2014 - 11h02
Entendemos que a profissão de Tecnico em Contabilidade não foi extinta, apenas teve suas prerrogativas alteradas. Alem de atuar como um auxiliar de contador, o novo Tecnico em Contabilidade poderá continuar atuando em serviços não privativos de contadores como, por exemplo, diretamente junto a pessoas físicas e aos microempreendedores individuais, todos dispensados por lei da obrigatoriedade da contabilidade formal. Logo, poderá continuar a escrituração do livro caixa para esses segmentos.


nilton -
02/06/2014 - 16h12
só um breve comentario, a missivista diz que o ensino superior, dá mais amplo conhecimento-Discordo, pois sou formado a mais de 40 anos tive uma formação tecnica de nivel altamente superior, com aulas de Direito Comercial, Economia, Analise e Estrutura de Balanço- Auditoria e vejo recem formados em Ciencias Contábeis, sem o minimo de conhecimento até na Area Contabil-Portanto é relativo esta formação Superior sem qualidade- Os com formação antiga ainda tem mais bagagem que os atuais.


JOSÉ CARLOS DA SILVA -
05/06/2014 - 15h30
Em sua maioria, os técnicos são tão bem preparados quanto os contadores. A carga horária do curso técnico relacionada ao ensino médio, é quase a mesma da faculdade. Deveria sim, haver uma complementação de carga horária para que os técnicos se tornassem bacharéis.


Jurandir Pinheiro -
05/06/2014 - 19h23
Claudiomiro, concordo com você. Tenho curso técnico e estou fazendo o superior e este não qualifica o universitário para trabalhar.


Igor -
07/06/2014 - 22h50
A Lei 12.249/2010 não extinguiu a profissão de Técnico em Contabilidade e entendo que está assegurado a atuação dos novos Técnicos em Contabilidade mesmo apos 01.06.2015. O que houve foi uma alteração das prerrogativas dos Técnicos. A profissão de Técnico em Contabilidade está amparada nos seguintes dispositivos legais: 1 ? Decreto-Lei 8.191/1945 - Assegura o titulo de Técnico em Contabilidade aos diplomados pelos cursos técnicos em contabilidade e garante aos diplomados as prerrogativas previstas por lei a este título: Art. 1º Ao aluno que concluir o curso de contabilidade previsto pelo Decreto-lei nº 6.141, de 28 de dezembro de 1943, será conferido o diploma de técnico em contabilidade, em substituição ao diploma do guarda-livros, e com direito às prerrogativas asseguradas por lei a este título. 2 ? Lei 9.394/1996 ? Os artigos 36-A e 36-D da Lei de Diretrizes e Bases da Educacao estabelecem, respectivamente, que o ensino técnico de nível médio prepara o educando para o exercício de profissões técnicas e garante a validade nacional da habilitação profissional recebida nos cursos técnicos de nível médio: Art. 36-A. Sem prejuízo do disposto na Seção IV deste Capítulo, o ensino médio, atendida a formação geral do educando, poderá prepará-lo para o exercício de profissões técnicas. Parágrafo único. A preparação geral para o trabalho e, facultativamente, a habilitação profissional poderão ser desenvolvidas nos próprios estabelecimentos de ensino médio ou em cooperação com instituições especializadas em educação profissional. Art. 36-D. Os diplomas de cursos de educação profissional técnica de nível médio, quando registrados, terão validade nacional e habilitarão ao prosseguimento de estudos na educação superior. 3 ? Resolucao CNE/CEB n. 4, de 06.06.2012 - O Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, objeto do Parecer n. 03, do Conselho Nacional de Educação, de 26.01.2012, homologado pelo Ministro da Educação, e da Resolução CNE/CEB nº 04, de 06.06.2012, descreve as principais atividades que podem ser realizadas pelos egressos dos cursos técnicos em contabilidade: Efetua anotações das transações financeiras da organização e examina documentos fiscais e para fiscais. Analisa a documentação contábil e elabora planos de determinação das taxas de depreciação e exaustão dos bens materiais, de amortização dos valores imateriais. Organiza, controla e arquiva os documentos relativos à atividade contábil e controla as movimentações. Registra as operações contábeis da empresa, ordenando os movimentos pelo débito e crédito. Prepara a documentação, apura haveres, direitos e obrigações legais. 4 ? Decreto Lei 9.245/1946 - O Decreto Lei 9.245/1946 trata de prerrogativas profissionais privativas dos técnicos em contabilidade nas alíneas a e b do seu Artigo 25: Art. 25. São considerados trabalhos técnicos de contabilidade: a) organização e execução de serviços de contabilidade em geral; b) escrituração dos livros de contabilidade obrigatórios, bem como de todos os necessários no conjunto da organização contábil e levantamento dos respectivos balanços e demonstrações; 4 ? Lei 10.406/2002 - O artigo 1.184 do Novo Código Civil garante a prerrogativa aos técnicos de realizar lançamentos no livro Diário e de assinar balanços: Art. 1.184. No Diário serão lançadas, com individuação, clareza e caracterização do documento respectivo, dia a dia, por escrita direta ou reprodução, todas as operações relativas ao exercício da empresa. § 2o Serão lançados no Diário o balanço patrimonial e o de resultado econômico, devendo ambos ser assinados por técnico em ciências contábeis legalmente habilitado e pelo empresário ou sociedade empresária. 5 - Classificação Brasileira de Ocupações-CBO, normatizada pelo Ministério do Trabalho e do Emprego, estabelece a descrição sumária das atividades desenvolvidas pelo Técnico em Contabilidade: Realizam atividades inerentes à contabilidade em empresas, órgãos governamentais e outras instituições públicas e privadas. Para tanto, constituem e regularizam empresa, identificam documentos e informações, atendem à fiscalização e procedem consultoria empresarial. Executam a contabilidade geral, operacionalizam a contabilidade de custos e efetuam contabilidade gerencial. Administram o departamento pessoal e realizam controle patrimonial. 6 ? Constituição Federal, artigo 5, inciso XIII - é livre a atuação do Técnico em Contabilidade, portador de diploma válido em todo o território nacional, na forma do dispositivo constitucional citado: XIII - é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer; A alteração promovida pela Lei 12.249/2010 se dá no artigo 12 do Decreto-Lei 9.245/1946, que passou a ter a seguinte redação: Art. 12. Os profissionais a que se refere este Decreto-Lei somente poderão exercer a profissão após a regular conclusão do curso de Bacharelado em Ciências Contábeis, reconhecido pelo Ministério da Educação, aprovação em Exame de Suficiência e registro no Conselho Regional de Contabilidade a que estiverem sujeitos. § 2o Os técnicos em contabilidade já registrados em Conselho Regional de Contabilidade e os que venham a fazê-lo até 1o de junho de 2015 têm assegurado o seu direito ao exercício da profissão. O efeito jurídico da alteração promovida pela Lei 12.249 é a retirada das atribuições privativas dos Técnicos em Contabilidade que tratam as alíneas a e b do artigo 25 do mesmo Decreto-Lei, mantendo-as reservadas aos contadores. No entanto, todos os outros dispositivos legais que amparam a atuação dos técnicos permanecem em vigor, sem exceção, assegurando a continuidade de atuação dos técnicos em contabilidade, mesmo apos 01.06.2015. Quanto aos registros, a nova lei não fala na sua extinção, apenas preserva direitos para os técnicos que se registrarem dentro do prazo mencionado: § 2o Os técnicos em contabilidade já registrados em Conselho Regional de Contabilidade e os que venham a fazê-lo até 1o de junho de 2015 têm assegurado o seu direito ao exercício da profissão. Ora, o dispositivo legal trata de um direito e não de uma vedação, assegura a profissão na forma em que ele era regulada ate a vigência da Lei 12.249 aos técnicos que se registrarem ate aquela data. Também entendo, que caso o legislador desejasse extinguir o registro profissional do técnico ele o teria feito expressamente junto com as alterações introduzidas pela Lei 12.249/2010. A própria Lei preservou, na nova redação dada ao Artigo 2 do Decreto-Lei 9295/1946, a habilitação do técnico em contabilidade: Art. 2o A fiscalização do exercício da profissão contábil, assim entendendo-se os profissionais habilitados como contadores e técnicos em contabilidade, será exercida pelo Conselho Federal de Contabilidade e pelos Conselhos Regionais de Contabilidade a que se refere o art. 1o. Logo, permanece mandatório o registro do Técnico, que devera ser concedido apos 01.06.2015 com base nos dispositivos legais que permaneceram em vigor e com as prerrogativas ajustadas. Importante os Técnicos se mobilizarem para defender seus direitos! Abraco


sandra Albuquerque -
03/07/2014 - 10h03
Minha duvida é, formei técnica em contabilidade no inicio de 2014,se caso eu não passe no 1 exame do CRC de 2015, não terei outra chance de obter o registro?


diego -
06/08/2014 - 23h02
sou tecnico com 17 anos de experiencia e aprendi tudo na pratica e só depois de muito tempo fiz o curso tecnico só para obter o diploma e registro..... e desafio qualquer bacharel recem formado a tocar um escritorio só com teoria, aposto que nem uma simples declaraçao de IR inativa conseguem fazer..em 4 anos de faculdade de contabeis é só encheçao de linguiça, não se aprende nada que possa ser aprendido na rotina de um escritorio ou pesdquisas no google...


Edvaldo -
13/08/2014 - 17h57
Sou técnico e também bacharael, acredito que o curso tecnicodeve ser extinto sim, se continuar,o técnico não poderia assinar como responsável. Acredito ainda que o CFC tem que lutar p/ impedir que pessoas sem formação na área contábil atuem nesse mercado. Ninguém atua como medico sem formação em medicina, ninguém atua como advogado sem formação em direito direito. Não há curso tec. de medicina, de direito, de engenharia, etc.


Roberto -
17/08/2014 - 02h31
Primeiro, durante muito tempo só existiu o técnico em contabilidade e tudo funcionava bem. Essa atitude é uma proteção de mercado para os bacharéis, só isso. E no CREA, existe a possibilidade do técnico em edificação se registrar no conselho, com as devidas restrições. Isso é um corporativismo.


Camila -
18/08/2014 - 16h12
Acho ridiculo isso de tirar a carteirinha, pois acho que muitos tecnicos sabem muito mais do que os graduados. Um acompanha o outro. e duvido q o crc vai qrer perder dinheiro.


Angelo -
09/09/2014 - 18h04
Sou Bacharel em Ciências Contábeis e contra a ?extinção? da profissão de Técnico em Contabilidade, pra mim trocaram as mãos pelos pés, foi incluído em Medida Provisória na surdina, na calada da noite. Não se extingue uma profissão tão ativa como esta sem debate. A meu vê tinha que limitar (bastante) as atribuições da profissão de técnico e criar a de tecnólogo com as atribuições atuais das de técnico.


VIVIANE -
11/09/2014 - 11h49
Ridículo a extinção, estou terminando o técnico, hoje nao tenho dinheiro para faculdade, isso não quer dizer que sou incapaz ou inabilitada para a função. Trabalho na area a anos e posso ate saber mais do que os que estão saindo da faculdade sem experiencia. Senão tiver experiencia so com o diploma a empresa não contrata.


Suelem -
15/09/2014 - 21h55
Não podemos permitir que acabem com o tecnico em contabilidade.... acho que pelo menos os tecnicos que concluirao o curso até 2014 devem ser preservados dando o direito de prestar a prova do exame de suficiencia até conseguirem o CRC assim como o Bacharel.... é ridiculo termos apenas uma ou duas chances para passar em uma prova tao complexa como essa.... precisamos nos movimentar e lutar


Cleber Pacheco Pereira de Moraes -
17/09/2014 - 23h57
Já sou formado em técnico em contabilidade em maio de 2013, pois não posso me registrar pois, apesar de ter feito exames de suficiência, não consegui o desempenho médio exigido, fiz os exames 2/2013e 1/2014 eu quase passo e agora fiz o exame que ocorreu dia 14 de setembro, verifiquei os meus acertos e da parecer insuficiente, a fundação responsável pelo exame poderia analisar no meu caso as provas que eu fiz, pois em algumas matérias evolui em acertos de questões.


miriam -
29/09/2014 - 12h23
por favor não deixe acabar o exame para os técnicos,não é só os técnicos que vão perder, mas varias entidades que deixarão de ter alunos para fazer o curso, que motivação a pessoa vai ter se não poderá exercer a função sem o CRC. Nos de mais chance,imagina o quanto vão deixar de ganhar deixando de arrecadar o valor das inscrições.


Agostinho José -
30/09/2014 - 15h53
Não concordo pq há interesses escuso por trás de tudo, trafico de influencia e pessoas que ganharão com o fim da categoria. Donos de instituições de ensino e grandes escritórios de contabilidade. Será que haverá profissionais suficientes para atender a demanda ? E será que no interior dos estados ? Ao exemplo do fim do curso de jornalismo, os interesses de poucos prevalecerá, corruPTos de certo encontram-se por trás de tudo isso. Não pode lograr exito, nós da categoria temos que fazer algo


jonatan -
01/10/2014 - 11h29
Dessa forma valoriza o ensino superior na area. E o pessoal que acha ruim isto, que faça a faculdade. Eu não vejo tecnico em direito, por que só contabilidade tem isto? derepente centralizando uma só categoria de ensino superior, fica mais facil pra lutar por um piso salarial , por exemplo, que não tem ainda.


miriam -
07/10/2014 - 12h02
Se existisse possibilidade de toas as pessoas fazerem faculdade pode ter certeza não estaríamos discutindo esse assunto sobre o técnico porque todos que tem vontade de seguir nesta carreira iriam fazer, mas acontece que nem todo mundo tem como pagar uma faculdade,e mais não fomos nós alunos que inventamos o técnico foram as próprias entidades que nos ofereceram a oportunidade de estudar e agora quer nos tirar o direito de continuar exercendo a profissão,Onde que está o erro de ser técnico.


Moises Martineli -
23/10/2014 - 18h09
Vai ser o maior tiro no pe, que foi dado , pois para escriturar o profissional tem de ser registrado no crc, eu duvido que uma pessoa que se forma bacharel vai querer trabalhar nos escritorios contabeis , no caso de o profissional abrir seu proprio escritorio ,se vai conseguir manter la seus funcionarios Bachareis , pois quando a pessoa cursa uma faculdade , de fato e que ira trabalhar por conta propria, mas eu duvido que ira encontrar colegas de faculdade para ser seu funcionario?


Miriam -
27/10/2014 - 12h09
gostaria de saber se posso continuar estudando para o próximo exame de 2015.para o técnico,não consegui ver se haverá outra chance.Espero que sim que tenha alguém lutando por essa causa, como devemos agir para poder continuar o exame para as pessoa que não conseguiram passar nos ajude por favor. é importante o técnico de contabilidade continuar.


Luiz Rocha -
03/11/2014 - 16h36
Quando se criou o técnico em contabilidade em 1945, o Brasil era outro. Agora no presente é outra situação. A Contabilidade deve ser exercida pelo Contador(Bacharel em Ciências Contábeis) com pelo menos uma especialização(pós)controladoria de preferênça.


Joao Paulo -
21/11/2014 - 13h47
Bom, acredito que os técnicos não vão acabar e sim apenas fazer as funções que são pertinentes a sua formação como muitos outros técnicos. Sei que existem muitos técnicos que são bem mais experientes devido ao tempo e a pratica. Bom todos os bacharéis e contadores terão essa oportunidade de aprender. Mas vamos ser justo a diferença de você estudar 4 anos para alguém que estudar 1 e extremamente diferente. Isso ira incentivar as pessoas a fazer o curso. lembro que a lei não ira prejudicar


fabio gaspar peres -
27/11/2014 - 15h05
simples quero ver os conselhos de contabilidade nao cobrarem mais as taxas anuais de quem for técnico,e nao esqueçamos de que é o técnico que entende de contabilidade no brasil.


Marino Ananias da Silva -
16/01/2015 - 22h51
Prezada Sandra, Corra logo q ainda dará tempo.


JEFFERSON CIFFONI -
27/01/2015 - 23h08
ME FORMEI EM TÉCNICO EM 2012, ME ARREPENDO DE NÃO TER IDO ATRÁS PARA FAZER O EXAME, VOU FAZER EM 03/2015 E SE NÃO PASSAR, VOCÊS PODERIAM PELO MENOS ADIAREM O EXAME TÉCNICO PARA O SEGUNDO SEMESTRE DE 2015.


HÉLIO DE LIMA -
31/01/2015 - 23h47
Na contra mão do crescimento. Então, quem já tem a credencial de técno poderia perder a licença e fazer o bacharel.


Sidnei Santos -
21/03/2015 - 10h12
Defender a profissão de Técnico em Contabilidade com vários erros grosseiros de português não ajuda!


Samara -
23/03/2015 - 13h58
Acho um erro o técnico em contabilidade nao poder mais obter o registro depois de 01/06/2015, o registro serve muito como incentivo para nós tecnico. Fiquei muito desmotivada, quando soube disso estava faltando pouco para concluir curso e sem contar que so tive uma oportunidade para tentar tirar meu registro.


marcelo -
25/03/2015 - 01h21
Garanto que nao faço um curso de tecnico sem que me deem uma carteirinha, É JOGAR DINHEIRO FORA!


Ivaldo Ramos Rosa -
26/03/2015 - 09h18
Pergunta:Quem é Técnico em já a 20 anos em órgão público e formado com o Registro CRC mais de 20 anos também, como vai proceder para ter direito a ascensão funcional?


JULIANA GARCIA DIAS -
26/03/2015 - 13h03
Sou técnica em contabilidade e atuo no interior do Rio de Janeiro. Estou na profissão desde 2008. No nosso município há escritórios formados por bacharéis e não há concorrência desleal ou qualquer outra atividade que nos favorece ou à eles. Todo técnico no Brasil tem registro profissional, e não há desmerecimento de classes profissionais de nível superior por conta disso. O técnico é um profissional e pode sim atuar como profissional. Eu acho que estão discutindo coisas desnecessárias no senado!


Willians Fonseca -
31/03/2015 - 21h34
Boa noite a todos, Acho que e um jeito do CFC fazer dinheiro em caixa a ultima prova foi bem cheio que dizer que tem dinheiro em caixa. Quero ver depois quem vai arca com as anuidade.Contador acredito que não. Temos que entrar na justiça contra essa medida quantos chefes de familias ficaram desempregados não contrata tecnico sem CRC. Isso vai aumentar a crise que se estende pelo PAIS.Quem não pode pagar a Faculdade? vira bandindo? e dificil de entender nossos Gorvenantes. Parabens Ana Tercia


CARLENE DE SOUSA SANTOS -
09/04/2015 - 14h36
Fico muito triste em saber disso. veja bem trabalhei 8 anos em escritórios de contabilidade fiscal folha contábil e declarações mas nunca tive dinheiro pra pagar um curso, até por que meus conhecimentos foram alem devido a minha paixão, agora quero fazer o curso técnico. Não tenho direito ao registro, sento muito por isso. Sou apaixonada por contabilidade mas tive que da um tempo por conta das filhas que tive, quero voltar ao mercado não sei como.


JORGE TUPINAMBÁ OLIVEIRA TELMO DE MENEZESJOR -
18/04/2015 - 23h24
SOUBE ATRAVÉS DE UM CURSO DE TÉCNICO DE CONTABILIDADE QUE ESTE CARGO DE TÉCNICO DE CONTABILIDADE IRIA ACABAR JÁ EM DEZEMBRL/2014 ? É VERDADE OU MENTIRA ?


Angelo -
23/04/2015 - 10h07
Acho triste lê aqui que muitos não passam no exame. Olha não quero ser sabão mas, não obter nem 50% dos pontos?! A taxa de aprovação é "satisfatória" chega hoje a 30% dos inscritos. Na OAB é de 10%. Estudem!! prática e a teoria que cobram no exame abordam vários assuntos. E por isso não adianta ter 10 anos ou mais de escritório. Provavelmente vc terá trabalhado neste tempo somente com duas ou três atividades e todas com certeza informatizadas o que reduz muito o conhecimento da teoria contábil.


Angelo -
23/04/2015 - 10h08
Pelo que vi nos últimos exames estudem muito contabilidade básica e intermediária garanto que é o suficiente para os 50% que garantem a aprovação. Aproveitem agora que ainda não estão exigindo redação e estudo de caso. Continuo sendo extremamente contra "acabar" com a profissão de técnico. Estamos longe de ser um País de Doutores. Um século ou dois na área contábil.


.maicon de carvalho pires -
31/05/2015 - 17h00
a questâo é a seguinte , qual o grau de valor que as empresas darâo ao profissional tecnico em contabilidade que nâo puder assinar balanços por exemplo, por outro lado na minha opiniâo trata-se de uma responsabilidade muito grande assinar por uma empresa, só o tempo vai dizer se essa medida sera bom ou ruim para os tecnicos.


Junio -
02/06/2015 - 09h17
Meus caros, os profissionais técnicos em contabilidade, devidamente registrados nos orgãos competentes, podem hoje e sempre assinar qualquer demontrativo (balanço, balancete, DRE e tudo mais)é o que garante a portaria (RESOLUÇÃO CFC 560 DE 28 DE OUTUBRO DE 1983)e a constituição determina que a lei só retroagira em benefício ao réu! Acharam uma brechinha para acabar com o técnico pq nós técnicos que cursamos 1,5 anos temos os mesmo direitos que os bacharéis que cursaram 4 anos!


Junio -
02/06/2015 - 09h23
O curso de bacharel é melhor e mais abrangente que o técnico? Isso é óbvio! não é preciso ser contabilista para saber que em 4 anos se aprende mais que em 1,5 anos, mas a decisão do CFC ao meu ver, é totalmente arbitrária e preconceituosa, como se bacharéis precisassem de lei para garantir seus empregos e competição em nível desigual com os técnicos! Quem puder e quiser fazer C. Contábeis faça! Ou faça como eu, graduem-se em outro curso superior e só não poderá assinar perícia e auditoria.


Junio -
02/06/2015 - 09h28
Um último comentário. Segundo a própria regulamentação do CFC, o técnico só não pode realizar perícia e auditoria, o restante, pode e deve! Pode ser titular de qualquer escritório ou empresa (Incluindo as S/A) no Brasil. A professora citada na reportagem está muito mal informada! Eu me formei em 2010 mas só prestei o exame no inicio deste ano (2015), para garantir a minha profissão, embora eu tenha graduação superior em outra área!


Adilson -
12/06/2015 - 08h15
Acho que acabar com os profissionais não seria a solução. A solução seria remodelar o curso de técnico em contabilidade fazendo com que o mesmo tenha uma carga horária compatível com nossa realidade hoje, pois estamos na égide da contabilidade internacional e tem muita gente perdido aí neste emaranhado de normas CPC entre outras como as do SPED. A solução seria criar um curso no nível de "tecnólogo", com no mínimo 2 anos, é claro, como disse totalmente remodelado a realidade hoje.


Eva Robledo -
18/06/2015 - 18h51
Estou com uma dúvida e gostaria que voces profissionais da área contábil me ajudassem.Faço faculdade a distancia de Ciencias Contabeis na Uninter, mas estou percebendo que preciso da pratica pois o curso a distancia é mais teoria, então gostaria de saber se faço ao mesmo tempo um curso técnico em contabilidade ou faço esses cursos profissionalizantes picados que tem na área contábil ou se a pratica se aprende somente trabalhando nos escritorios de contabilidade.


Marino Ananias da Silva -
01/11/2015 - 18h17
Muito boa medida do CFC e CRC,afinal somos uma das profissões mais previlegiadas do mercado mundial dinate das Instituições.Por isso,essa medida fez com que não viésse-mos ficar sempre expostos a chuva,sol,relâmpago e trovões.Bem merecemos certo descanso.Ass.Dr.Marino,Profissional Técnico em Contabilidade,CRC-RJ:059.283/05 Sds,Colegas!


Mandar Silva da costa -
31/01/2016 - 19h21
Me matriculei em um curso técnico em contabilidade, que iniciara em março de 2016, eu não vou mais poder exercer a função contabil? E nem em outra areia específica contabil?

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