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Destaques do Ano 2013 Notícia da edição impressa de 20/05/2014

Badesul avança no apoio aos setores tradicionais e da nova economia

MARCO QUINTANA/JC
Marcelo Lopes comemora expansão dos desembolsos do banco nos últimos anos
Marcelo Lopes comemora expansão dos desembolsos do banco nos últimos anos

Transitar entre setores tradicionais e da nova economia, sempre de olho nas potencialidades de inovação das empresas e com foco nos setores prioritários da política industrial gaúcha, tem sido a receita do Badesul para apoiar o desenvolvimento do Rio Grande do Sul. Em 2012, a instituição destinou R$ 1 bilhão em recursos para as empresas do Estado, valor que pulou para R$ 1,6 bilhão em 2013. Para este ano, a expectativa é que fique em pelo menos R$ 800 milhões.

O presidente da instituição, Marcelo Lopes, relembra que, quando o trabalho dessa nova gestão iniciou, uma das primeiras diretrizes foi a de potencializar os financiamentos tradicionais com recursos de repasse do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (Bndes). E tem dado certo. Dos desembolsos feitos pela instituição através de agentes financeiros no Rio Grande do Sul, o Estado recebeu, em 2013, R$ 12,5 bilhões. Em 2011, tinha sido R$ 8,1 bilhões e, em 2012, R$ 8,5 bilhões. Só para o Badesul, no ano passado, foi R$ 1,4 bilhão do Bndes.

Além disso, para atender as demandas traçadas para os setores prioritários definidos pelo governo, o Badesul criou novas superintendências divididas entre os setores da nova economia e da economia tradicional. “Fizemos uma reestruturação e colocamos como propósito trabalhar com fundos de participação e desenvolvimento para financiar a inovação. Agora, chegamos neste terceiro ano extremamente satisfeitos,  porque conseguimos avançar em todos os nossos propósitos”, comemora Lopes.

A ideia tem sido olhar todas as oportunidades de busca de recursos para apoiar as companhias gaúchas. Como os de inovação, por meio de instituições como a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) – de quem o banco já recebeu R$ 80 milhões e tem um estoque de R$ 15 milhões para projetos que estão em fase de contratação.

Outro ponto central do planejamento estratégico traçado pela instituição foi a estruturação de uma área de Participações, o que culminou, inclusive, com a criação de uma Diretoria de Participações e Inovação. Com isso, o Badesul se credenciou a captar recursos de terceiros para oferecer às empresas locais. Um exemplo prático desse trabalho é o CRP Empreendedor, que está destinando R$ 100 milhões para pequenas e médias empresas. Também foi pelas mãos da instituição gaúcha que o Criatec, chegou ao Estado. O projeto é uma iniciativa de capital de risco do Bndes, que vai destinar R$ 170 milhões de recursos para as startups da qual o Badesul é cotista.

Movimento estimula áreas estratégicas do Estado

Dentro da estratégia do Badesul, não restam dúvidas de que há movimento de estímulo aos novos setores da economia gaúcha, como as startups da indústria criativa e os players de semicondutores. Mas Marcelo Lopes, presidente da instituição, faz questão de assegurar que não se trata de achar que um setor é melhor que o outro ou que a matriz da economia gaúcha será alterada. “Precisamos enriquecer os setores mais tradicionais e ajudar no desenvolvimento dos novos”, diz.

Nesse segundo caso, estão o automotivo, moveleiro, calçadista e, claro, agronegócios. “Estamos atentos para os segmentos nos quais o Estado possui forte participação”, acrescenta o gestor, citando que, nessa área, recursos têm sido destinados para cooperativas, cerealistas e para a modernização de produtos das indústrias. Marcelo Lopes iniciou a sua carreira na Secretaria de Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, foi secretário de Políticas de Informática, passou pelo Ministério da Ciência e Tecnologia e trabalhou na assessoria de Dilma Rousseff quando ela estava na Casa Civil. Já de volta ao Rio Grande do Sul, foi o superintendente do Sebrae-RS até assumir o Badesul, onde está desde 2010.

Ao analisar a situação financeira do Rio Grande do Sul, Lopes admite que é complexa e lembra que o governador Tarso Genro tinha dois caminhos para escolher ao assumir: seguir no processo do déficit zero e ter o que Lopes chama de “estado zero” ou buscar recursos, estruturar novas áreas de atuação, como AGDI, e fortalecer o Badesul. “A Caixa RS era um apêndice inexpressivo e o que fizemos foi dar potência ao Badesul. Construímos uma política industrial, estruturamos áreas fundamentais para fazer isso acontecer e conseguimos executar novos projetos”, observa.

Ele cita também a estabilidade que foi dada aos secretários de Estado para que pudessem trabalhar em projetos de forma mais consistente. “O fato de termos crescido 5,8% no ano passado e a indústria 6,8% é fruto desse trabalho. E o Badesul é um pedaço dessa estratégia de fortalecimento, planejamento e execução”, ressalta. Para 2014, a meta é ampliar a atuação, enriquecendo portfolio e analisando novos projetos. Um deles deve acontecer em parceria com a China, e outro no suporte às ações do governo do Estado com novos fundos e setores de atuação.

Os textos já publicados dos premiados estão linkados abaixo:
Comércio: FCDL-RS
Desenvolvimento: Badesul
Destaque Especial: Expointer
Dirigente Financeiro: Túlio Zamin
Educação: Fundação Liberato
Empreendedorismo Jovem: Junior Achievement
Empresário do Ano: André Gerdau Johannpeter
Entidade: Agas
Hotelaria: Hotel Dall'onder
Laboratório: Endocrimeta
Máquinas Agrícolas: Stara
Pesquisa Científica: Fapergs - 50 anos
Revenda de Carro: Panambra
Seguros: Icatu Seguros
Shopping Center: M.Grupo
Sindicato: Secovi
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