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Destaques do Ano 2013 Notícia da edição impressa de 16/05/2014

Stara quer mais funcionalidade para a agricultura de precisão

STARA/DIVULGAÇÃO/JC
Gilson Trennepohl deu nova cara à empresa, que hoje é referência em maquinário
Gilson Trennepohl deu nova cara à empresa, que hoje é referência em maquinário

A pequena indústria de máquinas agrícolas fundada em Não Me Toque, em 1960, cresceu e está apta a “brigar de facão no escuro” com as multinacionais que projetam atuar no Brasil a partir de 2015. “Não vai ser fácil, mas estamos preparados”, garante o presidente da Stara, Gilson Trennepohl. A empresa se tornou uma das mais importantes do mercado, oferecendo a linha mais completa de máquinas e implementos agrícolas no País, seja para pequenos ou grandes produtores.  Destaque em agricultura de precisão, a companhia exporta esta ferramenta para mais de 35 países e deve ampliar a funcionalidade do produto até o início do ano que vem.

“Estamos desenvolvendo projeto para que esta tecnologia chegue à casa do produtor, de forma que fique disponível em tempo real em qualquer lugar do planeta”, explica Trennepohl. “É uma questão de dias para a gente apresentar este salto tecnológico, com custos relativamente competitivos, que permitirá que o nosso usuário produza mais com menos.” Verdadeiro banco de informações daquilo que o produtor já conhece empiricamente, a agricultura de precisão se transformou em um aliado do campo e também representou o “pulo do gato” na história da Stara.

À frente da empresa desde 2006, Trennepohl entrou para a companhia em 1984 como demonstrador de produtos. Natural de Ibirubá, o executivo, a esposa e os três filhos detêm 99,64% das ações, o que faz da Stara uma empresa familiar, a exemplo dos primórdios da companhia. Antes da virada que respondeu pelo crescimento arrebatador a partir de 2007, a fabricante passou por períodos de avanços, fisgando filões de mercado e acompanhando o boom da agricultura gaúcha no decorrer dos anos de 1960 e 1970; mas também sofreu com dificuldades na década de 1980 e mais tarde em 2005, quando quase foi vendida, após uma crise causada pela seca que se abateu no Estado naquele ano. Na época, a companhia tinha oito sócios. Acabou passando para as mãos de Trennepohl e da esposa, que decidiram injetar todas suas economias e apostar em novo rumo para o negócio. Dois anos depois, a família comprou a australiana Computronics, focada em software e hardware, que detinha a tecnologia para agricultura de precisão.

O resultado da empreitada se refletiu no desenvolvimento da Stara no mercado, e também no faturamento, que saltou de R$ 60 milhões, em 2006, para mais de R$ 1 bilhão no ano passado, elevando a indústria ao patamar de número um do País. “A liderança foi possível, porque agora geramos tecnologia própria, ao invés de sermos consumidores de terceiros”, avalia. Ele recorda que foi a partir de problemas que a equipe da Stara passou a se especializar na ferramenta e a entender que devia continuar investindo na parte industrial. “Compramos máquinas operatrizes, criando cada vez mais processos que garantam maior produtividade com menor uso de técnicas ultrapassadas. Foi uma corrida em direções distintas.” Atualmente, a Stara mantém centros de tecnologia no Brasil e no mundo, que promovem assistência aos agricultores de forma remota ou na fazenda.

Nova fábrica de tratores garantirá aumento da competitividade

Um investimento de R$ 250 milhões até 2017 deve consolidar o projeto de ampliação da indústria situada em Não Me Toque, onde hoje funciona um complexo estabelecido em 83 mil m2. Contando com 2.450 funcionários e com o apoio de mais de 100 pontos de venda no Brasil, a Stara está construindo uma nova fábrica de tratores, que em breve dará ainda mais fôlego ao negócio.

O primeiro estágio da obra deve ficar pronto no final de agosto, com a construção de 23 mil m2 de estrutura. Outros dois estágios de 20 mil m2 cada um, somados ao atual, finalizarão a obra de 63 mil m2.

“Esta fábrica está sendo preparada para ser mais automatizada e ainda mais moderna que a atual – o que garantirá força para competir com o mundo”, destaca o presidente da companhia, Gilson Lari Trennepohl.

Consequentemente, o faturamento bilionário deve crescer, bem como a contratação de funcionários garantirá geração de empregos na região. A estratégia a longo prazo é levar a produção da tecnologia para o exterior. “Estamos conversando com alguns países, estudando possibilidades de uma joint venture para levarmos nossa linha e participarmos mais do mercado”, resume Trennepohl, sem abrir detalhes do projeto. 

Esta não é a primeira vez que a Stara busca se estabelecer em solo internacional. “De 2009 a 2011, tentamos abrir uma fábrica na Argentina, mas não foi possível”, recorda o gestor, lembrando que a quantidade de empecilhos técnicos inviabilizou o projeto.

“Perdemos US$ 5 milhões e tempo, mas ganhamos experiência”, avalia o presidente do grupo.

Os textos já publicados dos premiados estão linkados abaixo:
Comércio: FCDL-RS
Desenvolvimento: Badesul
Destaque Especial: Expointer
Dirigente Financeiro: Túlio Zamin
Educação: Fundação Liberato
Empreendedorismo Jovem: Junior Achievement
Empresário do Ano: André Gerdau Johannpeter
Entidade: Agas
Hotelaria: Hotel Dall'onder
Laboratório: Endocrimeta
Máquinas Agrícolas: Stara
Pesquisa Científica: Fapergs - 50 anos
Revenda de Carro: Panambra
Seguros: Icatu Seguros
Shopping Center: M.Grupo
Sindicato: Secovi
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