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Destaques do Ano 2013 Notícia da edição impressa de 14/05/2014

Há 60 anos, Panambra é sinônimo de carros Volkswagen no Estado

MARCELO G. RIBEIRO/JC
Perspectivas para 2014 são de 10 mil veículos comercializados, afirma Canabarro
Perspectivas para 2014 são de 10 mil veículos comercializados, afirma Canabarro

A história da Panambra se confunde com as origens da indústria automobilística no Estado. Há mais de 60 anos, a concessionária, fundada no coração da avenida Azenha, em Porto Alegre, também é sinônimo de Volkswagen no Rio Grande do Sul. Uma das nove revendas mais antigas da fabricante alemã no Brasil, a empresa ostenta com orgulho a preferência por se manter fiel à apenas uma marca.

A fidelidade, conforme afirmam o presidente, Fernando Canabarro, e o gerente-geral, Aroldo Juliano Pietta, funciona hoje como um dos principais diferenciais em um mercado altamente competitivo. “A decisão do planejamento é de dar continuidade ao crescimento dentro dessas operações. Outros grupos mais antigos já se tornaram multimarcas. A ideia é continuar fiel. Acreditamos que existem oportunidades de crescimento dentro da marca Volkswagen tanto nas nossas operações já existentes quanto em outras cidades se essas oportunidades aparecerem. A meta é continuar crescendo no negócio de automóveis por muito tempo”, salienta Canabarro. 

A sociedade selada, na década de 1960, por três empreendedores alemães gerou, naquela ocasião, a 55ª revenda autorizada da Volks no Brasil. Batizado de Pan-Americana de Máquinas Brasil, o estabelecimento iniciou as operações com máquinas operatrizes. Em 1957, começaram as vendas de Fuscas e Kombis.

Seis anos mais tarde, uma filial em Pelotas é inaugurada. Em 1968, a unidade de Caxias do Sul sai do papel e amplia a cobertura em todo o Rio Grande do Sul. A última aquisição ocorreu em 2008, com a inauguração de uma nova loja em Bento Gonçalves.

Atualmente com seis pontos de venda, o Grupo Panambra conta com 430 funcionários. No auge das isenções tributárias para o segmento automotivo, que duraram de 2008 a 2012, a comercialização atingiu a marca de 13.200 unidades, há dois anos. No ano passado, com o término dos incentivos, os negócios caíram para 11.222 automóveis, entre novos e usados, e as perspectivas para 2014 não superam os 10 mil carros vendidos.

Diferentemente da maioria das concessionárias, que são grupos familiares constituídos ao longo do tempo, a Panambra possui outro arranjo societário. São dois acionistas - o filho de um dos fundadores, que não reside no Brasil, detém 80% da empresa, e duas filhas de outro sócio dividem os 20% restantes.  

“Isso representa uma estrutura diversa da encontrada em outras concessionárias, independentemente do porte. Significa que não existem familiares atuando na gestão, o que pode, em muitos casos, colaborar com a profissionalização desta”, comenta.

Por isso, o boom de 2008 a 2012, período impulsionado pelo corte de IPI na fabricação de automóveis, foi aproveitado para reformular a sua gestão.  Os três principais dirigentes da empresa, entre eles Canabarro e Pietta, ingressaram em meados de 2011.

“Fazemos parte de um processo de renovação. Foram bons anos e soubemos aproveitar, justamente, para uma atualização que visa à preparação para anos que tendem a transformar a concorrência mais dificultosa”, afirma Aroldo Juliano Pietta.

Líder do mercado Volkswagen no Rio Grande do Sul, a exclusividade garante ao grupo cerca de 20% de toda a comercialização da Volks no Estado. Com os objetivos da indústria que planeja se tornar a maior produtora de veículos automotores do planeta, até 2018, a concessionária gaúcha espera pegar carona em uma expansão que promete trazer reflexos positivos em um mercado cada vez mais acirrado.

Grupo planeja reformas e parceria para novos empreendimentos

Para preparar as transformações projetadas para os próximos anos, o Grupo Panambra planeja uma série de reformas. Parte das melhorias está alinhada com a padronização das fachadas exigidas pela Volkswagen internacionalmente.

“São reformas para adequação da fachada aos novos padrões. Estamos também com um projeto para uma nova revenda em Pelotas, com inauguração prevista para março do ano que vem. As outras são adequações em razão da marca, que tem o plano de padronizar todas as suas concessionárias”, explica o gerente-geral, Aroldo Pietta.

No entanto, a empresa também estuda desenvolver uma parceira para a construção de novos empreendimentos no prédio onde há seis décadas está sediada a Panambra na Capital. A ideia é abrir espaço para novos modelos de negócios, mas com a concessionária permanecendo em anexo.

“Nos últimos 10 anos, o segmento automotivo passou por uma fase de acertos, perdas e ganhos. É um jogo que tem que continuar. Essa é uma das razões para decidirmos manter a fidelidade à marca Volkswagen. Atingimos isso ao longo do tempo e pretendemos expandir e manter. Nossas reformas nos darão maior capacidade de atendimento nas revendas”, comenta Pietta.

Conforme explica o presidente, Fernando Canabarro, antes de mover uma concessionária é preciso respeitar um raio de 2,4 km de outras revendas da mesma merca. Além disso, ele considera difícil encontrar um terreno que comporte a instalação de uma concessionária e que viabilize o fluxo necessário para tornar o negócio atrativo. “Permanecer aqui é o plano, mas essa é uma área carente de uma renovação imobiliária que já é perceptível em diversos outros pontos da cidade”, comenta.

Os textos já publicados dos premiados estão linkados abaixo:
Comércio: FCDL-RS
Desenvolvimento: Badesul
Destaque Especial: Expointer
Dirigente Financeiro: Túlio Zamin
Educação: Fundação Liberato
Empreendedorismo Jovem: Junior Achievement
Empresário do Ano: André Gerdau Johannpeter
Entidade: Agas
Hotelaria: Hotel Dall'onder
Laboratório: Endocrimeta
Máquinas Agrícolas: Stara
Pesquisa Científica: Fapergs - 50 anos
Revenda de Carro: Panambra
Seguros: Icatu Seguros
Shopping Center: M.Grupo
Sindicato: Secovi
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