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COMÉRCIO EXTERIOR Notícia da edição impressa de 26/03/2014

Exportações gaúchas sofrem queda no primeiro bimestre

Com saldo de US$ 2,1 bilhões, vendas externas tiveram uma redução de US$ 22 milhões em comparação aos dois primeiros meses de 2013

Marina Schmidt

O Rio Grande do Sul fechou os dois primeiros meses de 2014 com queda nas exportações em relação a igual período de 2013. Com saldo de US$ 2,1 bilhões, os valores movimentados sofreram decréscimo de US$ 22 milhões (1% abaixo do apurado no primeiro bimestre do ano passado), mas o cenário ainda é sazonal. “É preciso levar em conta que as exportações gaúchas ganham força com a safra, a partir de abril e maio”, destaca o economista da FEE, Guilherme Risco.

Refletindo ainda a conjuntura do segundo semestre de 2013, os números apresentados na manhã de ontem pela equipe da Fundação de Economia e Estatística (FEE) revelam recuperação da indústria de transformação, que já sinalizava para resultados melhores desde meados do ano passado. As exportações da indústria de transformação acumularam, entre janeiro e fevereiro de 2014, US$ 1,9 bilhão (aumento de US$ 167,2 milhões em comparação com igual período de 2013).

Na indústria de transformação, os resultados foram puxados, sobretudo, pelos derivados de petróleo, com US$ 85,5 milhões e alta de 16.564,2%. O Paraguai, que figura como quarto maior destino das exportações gaúchas no período avaliado, dobrou o volume de transações graças aos derivados de petróleo.

Já a agropecuária, conforme sinalizado pelo economista da entidade, é influenciada pelo período – que não concentra o maior volume de operações –, tendo, ainda, como base de parâmetros um ano atípico. No início de 2013, por exemplo, as exportações de soja ainda refletiam resultados baixos de 2012, recuperados ao longo do ano passado. Da mesma forma como ocorre no início deste ano, que ainda reflete números positivos apurados a partir de meados de 2013.

A divergência em relação à soja é muito significativa. O total movimentado pelas exportações do grão no primeiro bimestre de 2013 foi de apenas US$ 88 mil, quase irrisórios se comparado ao acumulado dos dois primeiros meses deste ano, que totaliza US$ 58,8 milhões. Graças à soja, foi possível recuperar a queda mais expressiva do segmento, ocorrida com o trigo. A produção gaúcha foi mais requisitada em 2013 por conta da quebra de safra de grandes exportadores de trigo, o que já não ocorre neste ano.

Assim, o trigo, que, no primeiro bimestre do ano passado, acumulou US$ 232,93 milhões em exportação, sofreu uma queda de quase 98%, gerando apenas US$ 5 milhões no mesmo período deste ano.  A perspectiva da equipe da FEE é a de que, a partir de abril, a agropecuária passe a auferir melhores resultados, tendo, novamente, a soja como destaque. “Não vai ser um resultado tão grandioso quanto o de 2013, porque a base de comparação foi muito fraca, mas tudo indica que a safra deste ano será boa”, avalia Risco, assegurando que a variação, para mais ou para menos, não vai fugir muito da do ano passado.

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