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Conexão Política Adão Oliveira
adaooliveira@hotmail.com

Conexão Política

Coluna publicada em 17/03/2014

O nível vai baixar!

Depois da vitória esmagadora na pré-convenção do PMDB, no sábado, José Ivo Sartori tirou o domingo para descansar e refletir. Alguma coisa ele já definiu: a primeira coligação que a chapa vencedora, liderada por ele, tem que fazer é com a outra ala do partido, a que tinha como candidato Paulo Ziulkoski. Estranhamente, Ziulkoski, ao final da pré-convenção, não procurou Sartori para cumprimentá-lo e colocar-se a sua disposição. O candidato vencedor não soube como o perdedor entendeu a derrota. Mas está na cara que, ainda que tenha escolhido o candidato do partido que vai disputar o Palácio Piratini, nem tudo está resolvido no PMDB. Há ainda uma séria dissidência entre os peemedebistas gaúchos. A luta continua. 

O grupo que queria que o partido apoiasse o candidato a presidente da República Eduardo Campos, do PSB, está feliz da vida! O líder dessa ala é José Ivo Sartori, o candidato vencedor da pré-convenção e que se legitimou como aquele que vai disputar o Piratini pelo PMDB. O outro grupo é liderado pelo deputado federal Eliseu Padilha, com a participação de Mendes Ribeiro Filho e Marco Alba, prefeito de Gravataí. Esse pessoal propunha alinhamento incondicional à reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT). Perdeu!

A luta foi inglória para Padilha. O vice-presidente da República, Michel Temer, havia recomendado todos os esforços no sentido de demover o PMDB de apoiar Eduardo Campos. Além de perder a disputa, o desempenho do grupo de Padilha foi pífio. O Planalto, tão logo soube o resultado, não recebeu de bom grado o revés inesperado. Agora, dona Dilma, meio a contragosto, vai ter só o palanque do PT para fazer a sua pregação ideológica. 

Recém saído da eleição interna do PMDB, José Ivo Sartori já pensa nos primeiros passos da campanha. A montagem de uma estrutura organizacional para o comitê central e um roteiro de visitas às bases do partido no Interior são as mais recentes preocupações do candidato do PMDB. Um segundo movimento prevê a articulação com outras agremiações e muita conversa com os companheiros: “Ninguém faz nada sozinho”. Muita calma e cautela é o que Sartori está pedindo para o partido. Algumas providências deverão ser tomadas nos próximos dias. 

A escolha do coordenador e do tesoureiro da campanha são as medidas mais urgentes, mas Sartori acha que ainda tem muito tempo para agir até a convenção que vai homologar o seu nome. Durante a realização da pré-convenção, muitos oradores se repetiam ao microfone para “vender o peixe de seus candidatos”, até que, de repente, o senador Pedro Simon (foto), mordido pelas críticas que recebeu semana passada, sem precedentes na sua vida pública, abriu as baterias contra a pré-candidata dos progressistas ao Piratini, a senadora Ana Amélia Lemos. 

Textualmente, o que disse Simon: “O MDB tinha e tem várias opções para concorrer. O PP teve de ir buscar na RBS uma senhora que vive em Brasília há 20 anos e que acompanhava a mais alta estirpe da corte do regime militar. Descobriram essa jornalista lá. Se a Ana Amélia não quiser concorrer, quem o PP vai indicar? Aquele senhor que fez declarações preconceituosas?” - em referência ao deputado federal Luis Carlos Heinze. 

O PP reagiu. Celso Bernardi, presidente do partido, reclamou. “Injusto, decepcionante e lamentável” foram as palavras usadas pelo presidente do PP para classificar o gesto do senador Pedro Simon, que, no sábado, atacou a senadora Ana Amélia Lemos. 

Vai ter réplica e tréplica. Na certa.

COMENTÁRIOS
João - 17/03/2014 - 08h53
Pobre PMDB.... padilha, Ziukoski e Simon, este completamente senil. Aliás, alguem sabe me dizer algum projeto de lei importante apresentado por este senador em 30 anos?!


Sergio -
17/03/2014 - 08h57
Muitos não conseguem entender e aceitar a democracia, sempre será o desejo da maioria. O PERDEDOR, sempre tem que reconhecer o desejo da maioria. Agora essa da Ana Amelia, foi uma "novidade das grandes" e logo dito pelo Simon, sempre foi incontestavel em suas atitudes e pronunciamentos, mesmo após a "escorregada pelo tratamento dentário". Ele deveria fazer uma vaquinha para arrecadar e devolver ao senado o dinheiro do tratamento. Os bandidos do mensalão fizeram então, vai nessa Simon!!

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