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CONJUNTURA Notícia da edição impressa de 22/12/2009

Mercado vê início de alta da taxa Selic em abril de 2010

O mercado financeiro antecipou de junho para abril a previsão para o início do processo de alta da taxa básica de juros, a Selic, a ser adotada pelo Banco Central no próximo ano. De acordo com pesquisa Focus, divulgada ontem pela autoridade monetária, analistas preveem que esse ciclo começaria com uma elevação de 0,25 ponto percentual em abril, o que levaria a Selic para 9% ao ano. Nos meses seguintes, o mercado prevê novas altas em junho (0,50 ponto), julho (0,25 ponto), setembro (0,50 ponto), outubro (0,25 ponto) e dezembro (0,25 ponto). Até a semana passada, os agentes do mercado só viam o início do processo de alta da Selic em junho, com aperto inicial de 0,50 ponto percentual. Atualmente a taxa Selic está em 8,75% ao ano.

Com base nessa expectativa, a Selic para o final de 2010 subiria para 10,75% ao ano. Até a semana passada, o prognóstico era de que o juro terminaria em 10,63% no próximo ano. Foi mantida a previsão de que a Selic média em 2010 deve ser de 9,69%, ante 9,45% de um mês atrás.

A estimativa para o desempenho da economia brasileira em 2009 teve um leve ajuste. A previsão para o Produto Interno Bruto (PIB) neste ano passou de uma contração de 0,26% para -0,23%. Para 2010, a previsão para o PIB é de expansão de 5%, ante a alta de 5,03% projetada na semana passada. No mesmo levantamento, a estimativa para a produção industrial em 2009 segue com variação negativa, de queda de 7,62%. Para 2010, a projeção para o desempenho da indústria passou de crescimento de 7% para uma alta de 7,11%.

Analistas aumentaram a previsão para o patamar do dólar no final do ano. O nível da moeda norte-americana em dezembro subiu de R$ 1,73 para R$ 1,74. Para o fim de 2010, foi mantida a expectativa de que a cotação da moeda norte-americana fique em R$ 1,75. A previsão de câmbio médio no decorrer de 2009 manteve-se em R$ 1,99 e em 2010, R$ 1,73.

Mantega se compromete a cumprir meta maior para o superávit

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, fará um grande esforço para transmitir uma imagem de austeridade fiscal em 2010, mesmo diante do fato de que renúncias fiscais e aumentos de despesas correntes já estão contratados para o ano eleitoral. Ele se comprometeu em cumprir a meta mais alta de superávit primário - economia para o pagamento de juros da dívida - de 3,3% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2010, sem utilizar os abatimentos permitidos pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Tudo isso baseado na aposta de recuperação das receitas, já que o País deverá crescer em ritmo bem mais acelerado.

Ao mesmo tempo em que quer entregar um resultado fiscal mais robusto, como ele costuma se expressar, Mantega não quer tirar o pé do acelerador dos investimentos públicos. Afinal, as obras garantem expansão maior da economia brasileira e reforçam os dividendos eleitorais. Por isso, apesar de perseguir o cumprimento da meta, a equipe econômica sabe que poderá abater 0,65% do PIB em obras do PAC previstas no Orçamento de 2010. Existe ainda a possibilidade a deduzir os chamados restos a pagar referentes a 2009 e que podem somar cerca de 0,4% do PIB.

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