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Agronegócios Notícia da edição impressa de 20/02/2014

JBS em Montenegro tem áreas interditadas

Segundo força-tarefa, foi constatada uma situação de grave e iminente risco aos trabalhadores no frigorífico

Jair Stangler

FREDY VIEIRA/JC
A planta já havia apresentado problemas em setembro de 2012
A planta já havia apresentado problemas em setembro de 2012

O Ministério do Trabalho e do Emprego (MTE) determinou ontem a interdição de parte das máquinas e setores da unidade da JBS Aves Ltda. em Montenegro. A decisão foi decorrência de uma força-tarefa realizada em parceria com o Ministério Público do Trabalho (MPT) e acompanhada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Alimentação (CNTA) e pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação de Montenegro (Stiam), onde foi constatada “situação de grave e iminente risco”.

De acordo com Ricardo Garcia, procurador do Ministério Público do Trabalho em Caxias do Sul, que acompanhou a vistoria, alguns processos e atividades nas áreas de embutidos, processamento e transporte do material oferecem perigo de choque elétrico e não possuem alarme ou comunicador. Além disso, as câmaras frias não abrem por dentro. “Está sujeito a matar um trabalhador por hipotermia”, afirma Garcia.

Através de sua assessoria de imprensa, a empresa informou que já está trabalhando para resolver os problemas. Segundo a JBS, parte seria solucionado ainda ontem e o restante deve ser resolvido no máximo até domingo. A empresa disse também que a produção não foi afetada pelas interdições. Mesmo assim, Garcia afirma que não está descartada a aplicação de alguma penalidade contra a empresa, o que deverá ser decidido até amanhã.

A mesma planta já havia apresentado problemas em setembro de 2012, poucos meses após a JBS assumir a unidade que fora da Frangosul até maio daquele ano. “Diante da situação atípica da empresa ter assumido a planta apenas três meses antes, resolvemos não interditar naquele momento para permitir à empresa solucionar aqueles problemas”, conta Garcia.

Garcia diz que a situação melhorou bastante, mas que ainda há problemas pontuais. “A gestão de saúde e segurança é frágil e passiva. A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) não funciona. É um órgão fundamental em qualquer sistema de gestão. Os programas de prevenção de riscos de acidente do trabalho e de doença ocupacional ainda não foram adequados à legislação”, aponta.

O procurador afirma ainda que há vários trabalhadores afastados por doenças ocupacionais, com prazos de 14 a 40 dias. “A maior parte com LER, doença osteomuscular relacionada ao trabalho. Tudo em função da falta de implementação de um plano ergonômico. Embora a empresa tenha feito uma análise ergonômica do trabalho de boa qualidade”, diz.

COMENTÁRIOS
Celio Elias - 21/02/2014 - 14h10
Na realidade o Grupo JBS esta preocupado cada vez mais em aumentar seus lucros a qualquer custo. A falta de investimentos na melhoria das condições de trabalho e a retirada de benefícios de seus trabalhadores em unidade adquiridas no ano passado com ajuda do BNDES, comprovam isso. Estaõ usando dinheiro do povo brasileiro para aumentar sua riqueza e precarizam ainda mais as condições de trabalho em suas unidades de produção. Somente assim, é que a situação podem melhorar.


Marcelo -
27/02/2014 - 03h58
É impressionante como essa JBS cresceu tão rapido assim e como seus "fundadores" estão se apaixonando por politica, tanto que um dos filhos do patriarca será candidato ao governo de GO, estado natal da empresa. Sem querer acusar ninguem, mas com tanta facilidades que essa empresa tem para pegar dinheiro no BNDES e comprar de uma só vez a marca SEARA , que não era uma marca qualquer sei não mas acho que ai tem dinheiro sujo sendo muito bem lavado!!

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