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Conexão Política Adão Oliveira
adaooliveira@hotmail.com

Conexão Política

Coluna publicada em 17/02/2014

‘Basta! Chega de violência’.

A crescente onda de violência, que iniciou em junho do ano passado, num processo isolado dos Black Blocs, durante a manifestação do povo, pelas ruas das grandes cidades, atingiu o nível de insuportável. O protesto, que era justo, foi minado pela ação de vândalos que se valeram da violência para depredar, agredir e agora, até matar. 

Semana que passou, a presidente Dilma Rousseff (PT) convocou a seu gabinete o ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso, e disse no seu jeitão de “gaúcha faca na bota”: “Basta! Protestos com episódios de violência, seja da polícia ou dos manifestantes, continuam ocorrendo. Chega. É hora de dar um basta’’. 

Cardoso, bem mandado, prometeu para os próximos 10 dias um regramento que dará parâmetro de atuação às tropas policiais brasileiras, que ainda estão perdidas em como lidar com as manifestações. Permitirá também que a sociedade saiba como a polícia pode ou não agir em cada situação. E cobrar punição por eventuais abusos ou falhas. O governo poderia fazer isso por portaria, mas está discutindo com todos os secretários de Segurança Pública do País, de modo que esse protocolo receba contribuições - e tenha a maior legitimidade possível. 

O ministro José Eduardo concedeu uma entrevista à revista Época dizendo-se muito preocupado com os rumos da violência urbana que assola o País especialmente, durante as manifestações públicas. O ministro disse que ficou muito chocado - como todos ficaram - com a morte do jornalista: “Conquistamos a democracia e a liberdade de expressão no Brasil a duras penas. Muitas pessoas lutaram por isso. Foram presas, perderam suas vidas. Esse é um valor muito caro para quem viveu o período da ditadura militar. De repente, pessoas usam a liberdade de manifestação de maneira injustificada, para depredar, atingir outras pessoas - e, para completar, até para matar. É difícil não ficar revoltado. É por isso que, nesta hora, devemos refletir com muito cuidado - e com muita racionalidade - para que a emoção não nos leve a tomar medidas indesejáveis, que não resolvam o problema, ou até que o piorem. Como governante e ministro da Justiça, tenho de buscar a melhor alternativa, seja do ponto de vista de ações políticas, legislativas ou administrativas, para impedir que episódios assim se repitam.Quanto à Copa, os brasileiros e os estrangeiros que nos visitarão podem ficar tranquilos. Nosso plano de segurança é muito bem feito. Partiu de uma premissa usada em todos os países do mundo. Temos integração com o Ministério da Defesa, com diretrizes claras e respeito à hierarquia. Centros de inteligência concentrarão as decisões. As equipes, civis ou militares, estão em sintonia e em estado máximo de alerta”.

Mais Médicos

A médica cubana Ramona Matos Rodríguez, que abandonou o programa Mais Médicos, entrou, na sexta-feira, na Justiça do Pará com uma ação trabalhista e por danos morais contra o governo federal para receber R$ 149 mil. Ela deixou o Mais Médicos após descobrir que o governo cubano retinha a maior parte do salário de R$ 10,4 mil, pagos aos profissionais que participam do programa.

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