Porto Alegre, domingo, 15 de julho de 2018.
PREVISÃO DO TEMPO
PORTO ALEGRE AMANHÃ
AGORA
17°C
20°C
14°C
previsão do tempo
COTAÇÃO DO DÓLAR
em R$ Compra Venda Variação
Comercial 3,8490 3,8510 0,87%
Turismo/SP 3,8300 4,0200 1,22%
Paralelo/SP 3,8400 4,0300 1,22%
mais indicadores
Página Inicial | Opinião | Economia | Política | Geral / Internacional | Esportes | Cadernos | Colunas
ASSINE  |  ANUNCIE  
» Corrigir
Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.
Nome:
Email:
Mensagem:
813974
Repita o código
neste campo
 
» Indique esta matéria
[FECHAR]
Para enviar essa página a um amigo(a), preencha os campos abaixo:
De:
Email:
Amigo:
Email:
Mensagem:
813974
Repita o código
neste campo
 
 
» Comente esta notícia
[FECHAR]  
  Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.  
  Nome:  
  Email:    
  Cidade:    
  Comentário:    
500 caracteres restantes
 
Autorizo a publicação deste comentário na edição impressa.
 
813974
Repita o código
neste campo
 
 
imprimir IMPRIMIR

artigo Notícia da edição impressa de 15/01/2014

Volatilidade cambial

Hugo Teixeira

A volatilidade do câmbio é perversa e afeta de forma maligna vários setores do País. Afeta os exportadores, pois com essa volatilidade o empresário não faz planejamento de longo prazo e só pontualmente usufrui da taxa alta para anteciparem recursos de negócios já fechados. Reduz drasticamente as operações de importação (notadamente) dos pequenos e médios, que, da mesma forma que os exportadores, não conseguem fazer um planejamento de negócios a longo prazo. Alimenta a expectativa inflacionária, pois centenas de itens, partes, peças, alimentos, remédios etc. são importados.

Fala-se num novo patamar para o dólar em torno de R$ 2,20/R$ 2,40, tendo a alta como causa principal a melhora da economia norte-americana com o Fed retirando e/ou sinalizando a retirada dos estímulos à economia, fazendo que bilhões de dólares ao redor do mundo retornem aos EUA, que mesmo pagando uma remuneração menor, proporciona segurança maior aos investidores.

O que fazer? O Banco Central está com as “burras” lotadas de dólar e entra no mercado comprando ou fazendo operações de swap numa tentativa heroica de segurar a elevação da moeda. Resultará vencedora a estratégia? Seria uma alternativa a adoção de uma banda cambial mais rígida tendo como teto o dólar a R$ 2,40? Uns diriam que esta medida seria a volta do controle do câmbio pelo Bacen, mas estas intervenções bilionárias de compra já não o são? E os outros players que manipulam abertamente o câmbio ajustando aqui e ali a taxa como lhes convém?

Há que se entender também que o movimento de alta do dólar não é um movimento exclusivo no cenário brasileiro, ao contrário, trata-se de um movimento de ajuste global em que o dólar vem recuperando as desvalorizações sofridas ao longo dos anos de baixa da economia americana. Desta forma, a pergunta que todos fazemos e não temos a resposta correta é: qual o novo patamar do dólar? O fato é que precisamos da estabilidade para que todos possamos voltar à normalidade de nossos negócios.

MBA em gestão de negócios internacionais

COMENTÁRIOS
Nenhum comentário encontrado.

imprimir IMPRIMIR
TEXTOS RELACIONADOS
Acorda, Brasil
A maré da indignação nacional, por força de suas vertentes naturais, rompeu os diques da tolerância popular e se espraiou com a violência de um tufão
O Dia Mundial do Turismo no Rio Grande
Domingo, dia 27 de setembro, será comemorado o "Dia Mundial do Turismo no Rio Grande do Sul"
Dilma: pague a compensação da Lei Kandir
Aprovada em 1996, a lei federal isenta o ICMS de produtos e serviços para exportação
Fusões & Aquisições, oportunidade e risco
Quatro vezes um é igual a um! Essa é ainda a matemática feita pelo investidor estrangeiro em relação ao Brasil