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Conexão Política Adão Oliveira
adaooliveira@hotmail.com

Conexão Política

Coluna publicada em 30/12/2013

As ideias do PMDB

O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, um dos caciques do PMDB, quer acabar com o “é dando que se recebe”, expediente muito usado no Congresso entre o governo e os parlamentares. O tal expediente consiste numa troca de interesses entre o Planalto e a base de sustentação da presidente da República no Legislativo. Quando o governo precisa aprovar no Congresso algum projeto importante, manda chamar os líderes dos partidos que o apoiam e oferece vantagens em troca da fidelidade dos parlamentares. Este é o famigerado “é dando que se recebe”

O presidente da Câmara não para por aí. Ele sugere que os partidos da base aliada deveriam colaborar com a presidente Dilma dando a ela ampla liberdade de recompor o seu ministério e para “reduzir esse ministério sem nenhuma nova imposição partidária, não indicar esse ou aquele”.

Henrique Eduardo Alves trava uma disputa com o presidente do PT, Rui Falcão, por mais espaço no governo. Além disso, a queda de braço é também pela influência que ambos tentam exercer junto à chefe da nação. Alves insiste junto à presidente para que ela faça logo a reforma ministerial. E mais: que corte de 39 para 25 o número de ministérios existentes. Falcão não quer nada disso.

Para o presidente do PT - leia-se Lula -, a reforma precisa ser feita no último prazo permitido pela lei eleitoral. Com isso, os ministros que vão concorrer não perdem visibilidade. Se saírem antes, eles ficam sem palanques para fazer o proselitismo político. O PT também não quer diminuir o número de ministérios. Eles são 39 porque dona Dilma agraciou os partidos da base aliada com uma pasta, por mais insignificante que seja. Lula é quem mais pressiona a sucessora para não se deixar levar pelo PMDB, ainda que o partido tenha o vice-presidente da República e que nas votações do Congresso seja mais fiel do que o PT, que é o partido do governo.

Lula, como se vê, continua dando as cartas no Planalto, agora sem colaboração de José Dirceu, que está impedido de curtir a liberdade. Outro dia, naquele voo que levou Dilma e os ex-presidentes aos funerais de Mandela, na África do Sul, Lula saiu-se com uma provocação para FHC, que demonstra claramente que quem apita no PT é ele: “Fernando ,eu vou ganhar de vocês lá em São Paulo. Botei lá para concorrer o Alexandre Padilha, o petista com cara de tucano. E não tem volta, eu vou ganhar de vocês”.

Quebrado o gelo, os dois conversaram muito sobre política. Fernando Henrique ficou impressionado com os conhecimentos de Lula. “Ele tem o mapa na cabeça e sabe tudo de cor.” E é por saber tudo que Lula não vai deixar que se implantem as ideias do PMDB no governo. “Nem a pau, Nicolau.”

Dilma passeia de lancha

Pela terceira vez consecutiva desde que chegou ao Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff (PT) aproveitou o descanso da virada do ano para fazer um passeio de lancha pelo litoral da Bahia. A bordo da embarcação Amazônia Azul, da Marinha brasileira, a presidente foi flagrada por fotógrafos dando uma volta nas proximidades da Base Naval de Aratu, em Salvador. O local tem se tornado um tradicional retiro para a presidente. Ela deve descansar na Base Naval até o dia 5 ou 6 de janeiro, quando retorna para Brasília e reassume suas atividades no Palácio do Planalto.

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