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Tradicionalismo 19/09/2013 - 20h30min

Patrono dos Festejos Farroupilhas fala sobre relação com as tradições gaúchas

MARCO QUINTANA/JC
Criado em meio às lides campeiras, Gildinho se define um peão do Rio Grande
Criado em meio às lides campeiras, Gildinho se define um peão do Rio Grande

Em entrevista ao Jornal do Comércio, o patrono dos Festejos Farroupilhas 2013, o gaiteiro Nésio Alves Corrêa, mais conhecido como Gildinho, falou sobre sua relação com as tradições gaúchas e os desafios do movimento tradicionalista. Com 71 anos de vida, Gildinho é o fundador do grupo Os Monarcas, que já lançou 34 discos e coleciona condecorações por sua contribuição à cultura regional.

Jornal do Comércio - Como é sua história de amor ao Rio Grande do Sul?

Gildinho
- Na minha longa caminhada, eu só aprendi a subir nos palcos e animar baile. Sou um simples gaiteiro do Rio Grande, tocando músicas gaúchas desde que iniciei minha carreira. Meu pai era gaiteiro e, por isso, tenho no sangue esse dom. Ele já tocava músicas gaúchas. Perdi o pai muito cedo, minha mãe criou oito filhos e não queria que nenhum aprendesse a tocar gaita, pois achava que o marido havia morrido por estar sempre em bailes de chão batido. Mas para mim e para meu irmão, o Chiquito, a veia musical foi mais forte, e estamos aí, até hoje tocando música e alegrando o povo.

JC - Por que o apelido?

Gildinho - Quando eu comecei, não tinha um estilo definido e tocava muitas músicas do saudoso Gildo de Freitas. Aí, começaram a me chamar de Gildinho. Mais tarde, contei para os produtores e eles disseram para manter. Se fosse para eu escolher hoje, teria o mesmo nome, pois sempre deu muita sorte.

JC - Qual a emoção de ser patrono?

Gildinho
- Isso para mim é muito gratificante. Eu não esperava realmente ser escolhido com tantas pessoas com mais conhecimento do que eu no meio tradicionalista. Quero corresponder à confiança que o Movimento Tradicionalista Gaúcho colocou nas costas deste gaiteiro aqui.

JC - Como avalia o atual momento do movimento tradicionalista?

Gildinho
- Eu só vivo nos palcos tocando, mas vemos o crescimento do tradicionalismo hoje no Rio Grande do Sul. Isso é muito gratificante. Os jovens estão muito ativos. Como músicos, nós temos a felicidade de atingir muitos jovens, que cantam conosco e se divertem.

JC - Quais os desafios hoje para o movimento tradicionalista?

Gildinho
- A consciência da juventude hoje é diferente. Eles têm opiniões próprias. Eu, por exemplo, tenho duas filhas, uma mais ativa, que até foi prenda, e outra que está começando a participar. Vejo que, hoje em dia, os jovens estão aderindo muito ao movimento tradicionalista.

JC - E os Monarcas, continuam com a mesma intensidade de bailes e apresentações?

Gildinho
- São 41 anos que vivemos na estrada, chegamos a tocar em até 26 bailes por mês. Tocamos no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso, Bahia e Goiás. Também tivemos a oportunidade de tocar nos Estados Unidos. Os brasileiros e gaúchos que moram lá queriam ouvir nossa música.


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