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Futebol Notícia da edição impressa de 12/09/2013

Dupla Grenal não abre mão da Brigada Militar nos jogos

Segundo a corporação, são gastos cerca de R$ 7 milhões para o policiamento nos estádios

Deivison Ávila

JONATHAN HECKLER/JC
Luigi e Koff não querem que a responsabilidade seja repassada a empresas
Luigi e Koff não querem que a responsabilidade seja repassada a empresas

Na tarde de ontem, o secretário de Segurança Pública, Airton Michels, recebeu os presidentes de Grêmio e Internacional, Fábio Koff e Giovanni Luigi, para recomeçar o debate sobre a violência nos estádios e a questão do custeio da Brigada Militar (BM) para a segurança dos jogos dos times gaúchos. A opinião dos clubes é unânime em relação à manutenção da corporação na segurança dos estádios, o que deverá ser analisado pelos órgãos públicos. 

A partir do encontro que gerou a polêmica da torcida única no último clássico gaúcho pelo Campeonato Brasileiro - medida que acabou não sendo posta em prática -, Michels apontou que a secretaria e os presidentes da dupla estão em fase de discussão de vários assuntos que envolvem os clubes e a BM. “Os presidentes estão sendo extremamente sensíveis a essas questões e querem a evolução do tema da violência nos estádios. Da mesma forma, já começamos a tratar sobre o custo e o ônus que traz para a BM e, consequentemente, para a sociedade, o deslocamento de parte do efetivo para os estádios”, explica.

O secretário afirmou que a pasta está elaborando uma planilha com o esboço de todos os custos previstos para a segurança nos estádios, algo que, de acordo com a própria BM, chega na casa dos R$ 7 milhões em todo o Estado. “O primeiro encontro foi com representantes da dupla Grenal, pela dimensão dos dois clubes, mas iremos convocar a Federação Gaúcha de Futebol (FGF) para tratarmos da questão em todo o Rio Grande do Sul”, planeja.

“Se houver uma parceria com Inter e Grêmio e, por sugestão do secretário, com a FGF nas reuniões, com certeza iremos qualificar e apontar caminhos que possibilitem uma melhoria dessa atividade pela BM”, prevê o comandante-geral da corporação, coronel Fábio Duarte Fernandes.

A Brigada apresentou duas alternativas: ou os clubes e a federação abrem a possibilidade de custear as despesas da BM ou a segurança privada faz o trabalho. De acordo com o coronel Fábio, a segunda hipótese é rechaçada pelos clubes, porque, segundo eles, esses órgãos não têm mecanismos que substituam a proteção dada pelos policiais.

O vice-presidente de Administração do Inter, José Alfredo Amarante, confirma as palavras do comandante da BM, dizendo que é imprescindível a presença da corporação dentro dos estádios. “Não existe a hipótese de nós concordarmos com a saída da Brigada. Por enquanto, a posição do clube é só ouvir”, afirma.

Já Nestor Hein, integrante do Conselho de Administração do Grêmio, disse que não tem conhecimento sobre a questão. “Não me foi apresentado nada sobre os clubes custearem o policiamento que é feito tradicionalmente com eficiência pela BM. Nós estamos abertos a estudar propostas vindas do governo do Estado”, afirma o dirigente. O próximo debate envolvendo futebol, violência e segurança nos estádios será na segunda-feira que vem, na Assembleia Legislativa do Estado.

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