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URBANISMO Notícia da edição impressa de 12/09/2013

Justiça decide hoje sobre casarões do Moinhos

ANTONIO PAZ/JC
TJ-RS deve julgar permissão para a demolição de casas da rua Luciana de Abreu
TJ-RS deve julgar permissão para a demolição de casas da rua Luciana de Abreu

A 22ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul deve julgar hoje se a demolição de casarões no bairro Moinhos de Vento, em Porto Alegre, será permitida ou não. Em primeira instância, a Justiça revogou integralmente a decisão liminar favorável ao Ministério Público (MP) que impede, há mais de dez anos, a demolição de seis casas na rua Luciana de Abreu para a construção de um projeto imobiliário da incorporadora Goldsztein.

Para o MP e integrantes do movimento comunitário Moinhos Vive, o casario da década de 1930 tem valor arquitetônico, histórico e cultural e deveria ser preservado pelo patrimônio histórico. A Goldsztein discorda. Argumenta que os imóveis foram analisados por peritos judiciais que não encontraram razões suficientes para a preservação, e diz que o empreendimento não irá alterar o túnel verde da Luciana de Abreu nem descaracterizar o bairro.

COMENTÁRIOS
Fernanda - 12/09/2013 - 15h43
Essas demolições de antigos casarões que caracterizam uma parte da história arquitetônica da cidade a deixam mais pobre ainda do que já é. Essas riquezas representam um estilo de construção cada vez mais escasso na paisagem porto alegrense. É muito triste, desolador confirmar que o lobby vale muito mais do que qualquer herança arquitetônica, qualquer registro da história do lugar das nossas origens que por ventura quisermos deixar para os nossos filhos. mais uma violência sofrida por nós.


João Sombrio -
12/09/2013 - 15h45
Se você quer manter casarões como patrimônio histórico, é simples: compre eles e deixe eles lá parados.


samuel quitana de souza -
12/09/2013 - 16h54
Que coisas feia: "um pesquisador confirma, não prova ou mostra, mas confirma, que "houve participação de Theo no projeto"! Participação? qual? de que ordem?


André Neto -
12/09/2013 - 17h02
Que fácil né João Sombrio? Só comprar né? Saiba meu amigo que tem coisas que o dinheiro não comprar.


Cris -
12/09/2013 - 17h03
Devemos dar lugar a modernidade e fazer o bairro valorizar.


Rodrigo -
12/09/2013 - 17h06
Isso aí João! Obrigar terceiros a custear algo que eles querem que fiquem de pé é o cúmulo!


Fernanda -
12/09/2013 - 17h07
Patrimônio histórico não serve para ficar parado, pode fácil e lindamente ser integrado à programação cultural da cidade, mantendo parte de sua história através da arquitetura e enriquecendo o cardápio cultural para os porto alegrenses.


Lógico -
12/09/2013 - 17h13
Isso aí... E se quiser manter árvores em Porto Alegre, compre elas e deixe elas lá paradas... Muito lógico o argumento, João! Só que não!


João Sombrio -
12/09/2013 - 17h38
Quem sabe assim: Seu avô morre e deixa seu casarão pra ti de herança. Na hora de vender vem um monte amiguinho abraça árvore falando que é patrimônio público e tiram a propriedade de você. E se fosse declarar sua propriedade como patrimônio público?


Antônio -
12/09/2013 - 17h43
Avaliação arquitetônica e histórica de peritos indicados pelo próprio MP. Para o mantimento da ordem, precisamos acreditar que este grupo tenha as condições necessárias de diagnosticar o quão valiosos ou não são os casarões à luz dessas duas técnicas e que certamente levam em consideração a memória da região. Neste sentido, a decisão é acertada e tardia, uma vez que girou toda uma máquina jurídica e investimentos privados que poderiam ter sido melhor aproveitados.


rafael -
12/09/2013 - 17h49
E vc está querendo forçar alguém a pagar por isso que nao tem nada a ver! Vc pagaria para manter rafaela? Então nao obrigue outros a fazer isso!


rafael -
12/09/2013 - 17h50
E vc está querendo forçar alguém a pagar por isso que nao tem nada a ver! Vc pagaria para manter rafaela? Então nao obrigue outros a fazer isso!


João Sombrio -
12/09/2013 - 18h01
Seu nome é "Lógico" mas o seu argumento não é nem um pouco. As árvores nas calçadas, ruas e praças pertencem a prefeitura. Agora aquele casarão foi construído por um indivíduo que possuía o terreno. Quer dizer que o cara não pode fazer uma casa legal que daqui a 80 anos a prefeitura pode tirar de você? Que tipo de "lógica" é essa que simplesmente pode tirar a força a propriedade alheia!? Isso tem nome: ROUBO


Tomás -
12/09/2013 - 18h06
Depois o João e o Rafael vão pra Europa admirar a história e a beleza de um passado que o horror na arquitetura comercial destruiu. Mentira, claro q não vão. Gente assim vai pra Capão, no máximo pra Punta. Por isso que Porto Alegre tá na ralé do ranking de desenvolvimento do Brasil.


Carlos -
12/09/2013 - 18h18
Pessoal... Isso sem falar que esse processo corria faz mais de DEZ anos! E soube por um amigo que foi em reuniões do Moinhos de Vento VIVE que a Goldstein desde o ano passado tentava fazer um acordo! Ofereceram um monte de coisas!!! Verba para segurança do bairro, adotar praças e até mesmo manter a casa MAIOR, resaturada e doada para o município! Os "donos" da associação do bairro nem quiseram conversa!!! Agora CHORA NENÉM! Perderam a ação e o bairro perdeu!


Maria helena Aveline -
12/09/2013 - 22h17
ACHO UM ABSURDO O MP PERMITIR A DERRUBADA DESTAS CASAS HISTÓRICAS PARA SUBSTITUIR POR ESPIGÕES EM P.ALEGRE.


Eduardo -
12/09/2013 - 23h42
Os antigos proprietários, venderam sabendo do objetivo, posteriormente lutaram e lutam pelo tomamento.pimenta nos outros é colírio . Hoje temos pardieiros na Luciana de Abreu graças ao conservacionistas em proveito próprio .


GABRIEL -
13/09/2013 - 16h28
Os ignorantes que querem "modernizar" vão para a Europa e acham uma maravilha. Lá a preservação é regulamentada também, quem compra um imóvel histórico não pode simplesmente derrubar "por que é meu...". Mas estamos no Brasil, falta estudo pro povo, principalmente a classe mérdia...

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