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INDÚSTRIA NAVAL Notícia da edição impressa de 10/09/2013

Estaleiro terá operação no cais de Porto Alegre

Jefferson Klein

CRISTIANE FRANCO/DIVULGAÇÃO/JC
Empreendimento da Ecovix-Engevix e do grupo Irigaray fabricará módulos de plataformas de petróleo
Empreendimento da Ecovix-Engevix e do grupo Irigaray fabricará módulos de plataformas de petróleo

A licença de instalação para a construção de uma unidade de produção de módulos de plataformas de petróleo na Capital gaúcha foi liberada na tarde de ontem pela prefeitura de Porto Alegre. O empreendimento é uma parceria entre a Ecovix-Engevix Construções Oceânicas (empresa que já conta com operações no polo naval de Rio Grande) e o Grupo Irigaray. A perspectiva é de que a iniciativa gere cerca de 3 mil empregos diretos e indiretos.

O Jornal do Comércio antecipou em janeiro a intenção das duas companhias e o fato de que os grupos esperavam apenas as liberações governamentais para desenvolver o complexo. O estaleiro ficará localizado no Cais Navegantes, entre a Cesa e o local no qual se encontravam as carcaças de navios paraguaios (próximo à região da rodoviária). O total da área do empreendimento abrange cerca de 51,5 mil metros quadrados. O projeto prevê a recepção, armazenagem, montagem, consolidação e embarque de estruturas metálicas e componentes vinculados à construção naval.

O CEO do Grupo Irigaray, Eduardo Irigaray, considera a iniciativa como histórica para a Capital. O executivo adianta que agora, com a licença em mãos, as obras serão retomadas, e a operação de montagem dos módulos poderá começar antes do final do primeiro semestre de 2014. Os módulos serão trabalhados na Capital e depois poderão seguir para o polo naval de Rio Grande para serem acoplados nos cascos de plataformas.

Os módulos serão transportados para a Metade Sul pela hidrovia, através de barcaças. Irigaray afirma que, hoje, não há uma estimativa sobre quanto será o investimento final no complexo. Até junho deste ano, foram investidos cerca de R$ 2 milhões apenas na preparação da área.

“Além da geração de empregos, a chegada deste empreendimento irá garantir um incremento de 25% na receita da SPH (Superintendência de Portos e Hidrovias)”, comemora o superintendente da autarquia, Pedro Obelar. Serão destinados cerca de R$ 2 milhões em receita ao ano para a SPH, devido ao aproveitamento do espaço.

Conforme informações da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam), a licença estabelece condicionantes e restrições, como a colocação de placa no local informando sobre a licença da Smam para obra, juntamente com as responsabilidades técnicas. Dentre outras obrigações, deverão ser postos sistemas de controle de emissões atmosféricas oriundas dos processos de corte e solda e apresentação de projeto detalhado de caixa separadora de óleo e lama, segundo o Decreto Municipal 9.750/90. O empreendedor deverá, ainda, elaborar projeto de tratamento acústico nos espaços fechados, de forma a minimizar sons excessivos, além de separar os resíduos, sendo vedada a queima a céu aberto. Terá, também, de implementar na íntegra o Plano de Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos.

COMENTÁRIOS
Rafael Lopes - 10/09/2013 - 17h27
Tremenda rasteira do governo estadual na cidade de Pelotas. Que negocia a area da chacara da brigada para instalação de sistemistas a o polo naval desde 2011. E até agora nada de concreto. A sorte de Rio Grande e São jose do Norte e serem unicas com parte maritima senão também já teria sido deixadas de lado.

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