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artigo Notícia da edição impressa de 26/07/2013

E a família vai bem?

Márcia Pettenon

Estudos apontam que a boa qualidade das relações familiares são poderosos antídotos contra o desencadeamento da dependência química. É evidente que se tornar ou não adicto às drogas depende de vários fatores de risco. No entanto, a literatura mostra e a prática confirma que algumas dificuldades nas relações familiares, como carências afetivas, negligência emocional (sentimentos de solidão, desamparo e incompreensão), dificuldades na transmissão de afeto e de autoridade (sem autoritarismo), são frequentes motivos de queixas quando se trata desse problema. A dependência química vem sendo compreendida por diferentes teorias. A teoria sistêmica entende que o comportamento de um sujeito é afetado continuamente pelo comportamento de outro, caracterizando, desse modo, a dependência química como um fenômeno familiar. Isso quer dizer que a eficácia do tratamento ocorrerá quando a família é integrada no processo de recuperação.

Nesse sentido, o objetivo é fortalecer a família, em especial os papeis de cada membro através de uma lente sistêmica, pois o comportamento adicto afeta todo o sistema familiar e social do usuário. Clarificando melhor: o dependente químico é um sujeito portador de intenso sofrimento mental, usualmente não verbalizado, pois nas vezes em que tentou, não se sentiu compreendido e com o tempo foi desenvolvendo estratégias individuais para lidar com suas angústias. Uma das formas de sedar a dor da alma é a adição de alguma substância (lícita ou ilícita) que, momentaneamente, trará uma sensação de refúgio e paz. A família do dependente químico é constituída por sujeitos que tentam desesperadamente ajudar e se sentem muito frustrados, envergonhados e impotentes, pois em sua concepção estão a fazer tudo e usualmente obtêm pouco ou nenhum resultado. O familiar que assiste à destruição de seu filho(a), pai/mãe ou cônjuge, desenvolve formas de proteção e muitas vezes de negação de sofrimentos que jamais poderão ser mensurados. Por outro lado, quando a família consegue conectar esses sentimentos através da empatia e se sentir realmente compreendida, consegue desafiar o poder de destruição das drogas e resgatar forças que desconhecia possuir.

Psicóloga especialista em Psicoterapia Familiar e em Transtorno de Adição

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