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Repórter Brasília Edgar Lisboa
edgarlisboa@jornaldocomercio.com.br

Repórter Brasília

Coluna publicada em 27/06/2013

Atropelando o Congresso

O PMDB, principal aliado do governo, que comanda a Câmara e o Senado, foi quem liderou a reação à proposta da presidente Dilma Rousseff (PT) de Constituinte exclusiva para a reforma política. Os peemedebistas ficaram irritados por não terem sido consultados sobre o pacto proposto por Dilma, que nem ouviu o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), que é presidente de honra do PMDB. A presidenta está sendo acusada de atropelar o Congresso. Irritados, os líderes peemedebistas puxaram o coro dos aliados no protesto. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), sugeriu, em meio à avalanche de problemas enfrentados pelo Palácio do Planalto, que “em deferência à população, o governo reduza o número de ministérios”. Hoje são 39 bem montadas estruturas.

Isso é um golpe

O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que normalmente conduz bem seus aliados para evitar problemas com o governo nas votações, era um dos mais exaltados após reunião que as lideranças peemedebistas realizaram no Palácio Jaburu, residência oficial do vice-presidente. “Isso é um golpe! Ela está achando que é quem? Hugo Chávez, Rafael Correa?”, gritava indignado. Os peemedebistas, chocados e revoltados, estão com saudades de Lula. Ele sempre ouvia seu vice-presidente José de Alencar. Já a presidente Dilma, reclamam, “não está nem aí, esnoba Temer”. Se não bastasse isso, na reunião com governadores e prefeitos, a atmosfera foi de frieza. Ela não acolheu sugestões e não respondeu a ninguém. “Nem ao vice-presidente ela escutou. Cada vez mais o governo se distancia da base. O PMDB não é obrigado a se subjugar a caprichos”, disse o deputado Alceu Moreira (PMDB-RS), que estava na reunião.

Candidaturas avulsas

Uma proposta que o governador gaúcho Tarso Genro (PT) sugeriu incluir na reforma política, a possibilidade de candidaturas avulsas, sem partido (uma resposta às reivindicações da população às legendas) também não mereceu nenhuma atenção da presidenta. A proposta é defendida também pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa.

PT na fila das lamentações

O PT, outro na fila das lamentações, protesta contra a falta de diálogo para tentar conter a crise. O presidente nacional do partido, Rui Falcão, tenta reduzir o impacto da desarticulação para enfrentar as eleições de 2014 sem ter saído ainda da perplexidade. Os petistas reclamam que a presidente podia ter discutido mais os cinco pactos, assim evitando a enorme crise com aliados no Congresso Nacional.

Assinou, mas não votou

Um abaixo assinado que circulou na Câmara a favor da PEC 37 teve 207 assinaturas. Desses, cinco são gaúchos: José Otávio Germano (PP), José Stédile (PSB), Luis Carlos Heinze (PP), Renato Molling (PP) e Sérgio Moraes (PTB). Na votação, todos foram contra a proposta.

COMENTÁRIOS
PauloAG - 27/06/2013 - 10h06
A PEC 37 deveria ser nome de peça teatral. O legislativo nem precisaria ter avaliado a PEC 37 que se tornou inócua com a promulgação da Lei 12830 que dá aos DElegados de Polícia o poder de investigação. Teatrino, só isso. A voz das ruas não foi ouvida. Nariz de palhaço para "nóis".

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